O filme do diretor Lars von Trier, “O Grande Chefe” (The Boss of it All, 2006, disponível no MUBI), segundo o diretor, é uma comédia inocente e despretensiosa. Sua fala já é cínica e irônica, tanto quanto o tema soturno dessa comédia: como a ética sobrevivencialista e o “cinismo esclarecido” (Peter Sloterdijki) criam no nosso cotidiano (no filme, uma narrativa ao estilo “The Office”) traços psíquicos como a das pessoas que vivem situações extremas: auto-distanciamento irônico, individualidade multiforme e anestesia emocional. O dono de uma empresa inventa um personagem (o “chefe de tudo”) para dizer que apenas cumpre ordens, para evitar se indispor com subalternos em decisões mais delicadas (e duras). Por isso, contrata um ator para cumprir esse papel, transformando tudo em uma farsa de mal-entendidos e embaraços.
Este humilde blogueiro participou da edição de número seis do programa “Poros da Comunicação” no canal do YouTube TV FAPCOM, cujo tema foi “Tecnologia e o Sagrado: um novo obscurantismo? |
Esse humilde blogueiro participou da 9a. Fatecnologia na Faculdade de Tecnologia de São Caetano do Sul (SP) em 11/05 onde discutiu os seguintes temas: cinema gnóstico; Gnosticismo nas ciências e nos jogos digitais; As mito-narrativas gnósticas e as transformações da Jornada do Herói nas HQs e no Cinema; As semióticas das narrativas como ferramentas de produção de roteiros. |
Após cinco temporadas, a premiada série televisiva de dramas, crimes e thriller “Breaking Bad” (2008-2013) ingressou na lista de filmes d...
No Oitavo Aniversário o Cinegnose atualiza lista com 101 filmes: CosmoGnósticos, PsicoGnósticos, TecnoGnósticos, AstroGnósticos e CronoGnósticos. |
Esse humilde blogueiro participou do Hangout Gnóstico da Sociedade Gnóstica Internacional de Curitiba (PR) em 03/03 desse ano onde pude descrever a trajetória do blog "Cinema Secreto: Cinegnose" e a sua contribuição no campo da pesquisa das conexões entre Cinema e Gnosticismo. |
"Cinegnose" Neste trabalho analiso a produção cinematográfica norte-americana (1995 a 2005) onde é marcante a recorrência de elementos temáticos inspirados nas narrativas míticas do Gnosticismo. >>> Leia mais>>>
"O Caos Semiótico" Composto por seis capítulos, o livro é estruturado em duas partes distintas: a primeira parte a “Psicanálise da Comunicação” e, a segunda, “Da Semiótica ao Pós-Moderno >>>>> Leia mais>>> |