sábado, janeiro 24, 2026

'Bidê ou Balde': o sci-fi do cotidiano; Entrevista com o prof. Francisco Ladeira; Lula, o 'Ghostbuster'; Nikolas Ferreira, o 'Forrest Gump' brasileiro




Trump está querendo que o Brasil eleja um candidato vassalo dos EUA? Chama o Lula! Mídia e Faria Lima querem Tarcísio presidente? Chama o Lula! A democracia brasileira está ameaçada pela trama golpista? Então, chama o Lula! O fantasma da extrema direita assombra o País? Ora, chama o “ghostbuster” Lula! Por que Lula acabou se tornando a única peça de contenção contra a extrema direita? Do imaginário do sebastianismo político, a guerra híbrida o abduziu para a “Lógica do Refém”: a extrema direita sequestrou o País e Lula é o único que poderá nos salvar! Esse é o tema da LIVE CINEGNOSE 360 #223, nesse domingo (25/01), às 18h, no YouTube e Instagram. Com ENTREVISTA ESPECIAL COM O PROF. FRANCISCO LADEIRA sobre “Pesquisas, Percepção, Opinião e Esquecimento no imaginário geopolítico”. Mas antes, vamos analisar a banda gaúcha “Bidê ou Balde”:  a ficção científica da tragicomédia do cotidiano. E depois da ENTREVISTA, dois filmes japoneses: “The Exit 8” (metrô e armadilha existencial) e “Plano 75” (a barbárie higienizada da eliminação da velhice. E na Crítica Midiática: quem é a favor ou contra Dias Toffoli? O storytelling marqueteiro da Jornal do Herói de Tarcísio de Freitas; a caminhada de Nikolas Ferreira, o Forrest Gump brasileiro; Trump em Davos e o fenômeno do "Loop de Feedback da Hiper-realidade"... e mais bombinhas semióticas!

sexta-feira, janeiro 23, 2026

Trump e o fenômeno do "Loop de Feedback da Hiper-realidade"




Donald Trump em Davos: presidente ou comediante de stand-up? O comportamento bizarro do líder norte-americano diante dos aliados europeus levanta uma questão central para a comunicação moderna: quem imita quem? Da paródia no programa Saturday Night Live ao "mimetismo reverso", exploramos como a política contemporânea se tornou um reflexo circular de simulacros, onde a verossimilhança é ditada pela ficção e o poder é exercido através de um estranho, porém eficaz, efeito de realidade. A performance de Donald Trump subverte a diplomacia tradicional para instaurar a era da "canastrice política". Entre o mimetismo reverso das paródias do SNL e a construção ficcional de líderes como Zelensky, o que vemos não é mais a política dos fatos, mas o triunfo do simulacro. Neste texto, analisamos como o stand-up de Trump fecha o “Loop de Feedback da Hiper-realidade”, onde a autenticidade não reside na verdade factual, mas na fidelidade absoluta do líder à sua própria caricatura.

quinta-feira, janeiro 22, 2026

A barbárie higienizada da eliminação do envelhecimento em 'Plano 75'


O que acontece quando uma cultura milenar que reverenciava a sabedoria dos mais velhos é engolida pelo culto ocidental à novidade e pela performance ininterrupta? No sensível e perturbador “Plano 75” (Plan 75, 2022, disponível na Prime Video), a diretora Chie Hayakawa explora as cicatrizes de um Japão que transformou o envelhecimento em um 'erro de sistema'. Analisando o filme sob a ótica da 'Sociedade do Cansaço' de Byung-Chul Han, percebemos como a quebra do elo geracional e o conceito japonês de “meiwaku” criaram o cenário perfeito para uma barbárie higienizada: o momento em que a eutanásia estatal passa a ser aceita como a solução lógica para quem já não consegue mais acompanhar o ritmo da produção e performance do eu.

terça-feira, janeiro 20, 2026

Trump é o "Grande Reset Global" de Davos; Janja e a previsão de Korybko; o que 'O Agente Secreto' tem a ver com o acordo Mercosul-UE?

Quando fundador e presidente executivo do Fórum Econômico Mundial, Klauss Schwab, falou em “Grande Reset Global do Capitalismo” como resposta à crise econômica e social gerada pela pandemia de COVID-19, ele não esperava que esse “Reset” viesse personificado na figura de Donald Trump. Pois aquele clube da elite exclusiva, que convenientemente se reúne no meio do inverno rigoroso europeu para se isolar nos alpes suíços, vai ser assombrado pela personificação sem filtro do Império: Trump! Esse é um dos temas da volta da Live Extra Cinegnose 360 #113, nessa quarta-feira (21/01), às 18h, no YouTube e Instagram. Começamos com as primeiras “Conversas Aleatórias” do ano: você participa no chat com perguntas e comentários sobre qualquer assunto. E depois, a “Crítica Midiática”: Janja e a previsão de Andrew Korybko; Trump: a canastrice na política até esquecermos o que foi um dia a Política; Semiótica Nem-Nem: Trump fala que Lula terá “grande papel” no Conselho de Paz; o que o filme “O Agente Secreto” tem a ver com o acordo Mercosul-UE? Grande Mídia quer a cabeça de Dias Toffoli: é a Lava Jato, estúpido! ... E outras bombinhas semióticas.

sábado, janeiro 17, 2026

'Autoramas' previu zeitgeist do séc. XXI; BBB26: ano de maldades começou! Os 'cases' sociológicos Toffoli X Vorcaro e Smart Sampa X PCC


Terminamos o ano passado repetindo o bordão: “2026 será o ano de maldades!”... E começou cedo: na TV aberta, o BBB26 viralizando pela enésima vez o clichê bolsonarista de que o Bolsa Família desestimula os estudos e de que o Governo vai criar um imposto para o PIX... ou foi o Nikolas Ferreira, de novo? Pouco importa a diferença, já que para o jornalismo corporativo o importante é criar uma oposição, seja quem ou como for! O mais importante é que O TIJOLAÇO DE DOMINGO VOLTOU: Live Cinegnose 360 #222, nesse domingo (18/01), às 18h, no YouTube e Instagram. Que vai começar com a banda brasileira “Autoramas”: eles previram a “Sociedade do Cansaço” do século XXI? Depois, vamos discutir os filmes “Valor Sentimental” (encenação, angústia e a dor escandinava) e “A Última Noite” (uma “Necrospectiva de Natal”). E na Crítica Midiática: Um Raio X sociológico da república brasileira – Dias Toffoli e Banco Master; a irmã do prefeito de SP presa pelo Smart Sampa e a delegada da Polícia Civil/SP presa por envolvimento com PCC; o colonialismo 2.0 do acordo Mercosul/EU; Nem o jornalismo corporativo aguenta mais a Corina Machado; para grande mídia, protestos no Irã são contra “costumes”; as não-notícias de Bolsonaro... e outras bombinhas semióticas.

terça-feira, janeiro 13, 2026

Uma "necrospectiva" de Natal em 'A Última Noite'



O que acontece quando o 'bom velhinho' é substituído por uma nuvem tóxica e a ceia de Natal se torna a última refeição da humanidade? Em A Última Noite (Silent Night, 2021, disponível na Prime Video), a diretora Camille Griffin captura a essência da 'necrospectiva' de Jean Baudrillard — a liquidação do futuro em tempo real. Analisamos como esta obra transita entre o humor ácido e o horror existencial, revelando um século XXI onde a resistência racionalista de uma criança é o único contraponto ao desejo suicida de adultos conformadosUma contagem regressiva para o inevitável. Entre o niilismo burguês e a ansiedade ecológica, o filme A Última Noite subverte a tradicional comédia natalina para encenar o colapso civilizacional. Enquanto adultos brindam à espera de uma nuvem tóxica que dizimará a humanidade, com um estoicismo burguês mantendo as aparências. Um espelho incômodo de um tempo que o futuro em bomba-relógio e a passividade em protocolo de sobrevivência. 

sábado, janeiro 10, 2026

Plantão Drops News: entrevista com Nildo Ouriques, ao pé do canhão na Venezuela! Começa o ano de maldades de 2026



Depois de extrair Nicolás Maduro da Venezuela e reviver o imaginário hollywoodiano do filme “Comando Delta” de 1986, com o Chuck Norris e Lee Marvin, agora Trump mira na Groelândia - suas terras raras e passagens marítimas no Ártico já repletas de navios mercantis russos e chineses. Trump é um narcisista com "demência fronto temporal” como esperneia grande mídia? Ou Trump apenas representa uma mudança na cadeia de produção do valor do Capitalismo, agora focada na expropriação pura e simples? Esse é um dos assuntos que discutiremos com o professor do Departamento de Economia e Relações Internacionais, NILDO OURIQUES na ENTREVISTA do Plantão Drops News Cinegnose 360, nesse domingo (11/01), às 18h, no YouTube e Instagram. E depois teremos a Crítica Midiática: A saia justa semiótica e semântica do jornalismo corporativo na cobertura da Venezuela; Por que grande mídia precisa manter Bolsonaro em pé? A milícia digital para proteger Volcaro e o jogo midiático subliminar na liquidação do Banco Master; Ano de Maldades 2026: três anos depois do 8 de janeiro em um cenário pós-judicialização e... outras bombinha semióticas para terminar.

sexta-feira, janeiro 09, 2026

Mídia veste a saia justa semiótica na "extração" de Nicolás Maduro da Venezuela


Nem derrubado, nem preso: Nicolás Maduro foi "extraído" da Venezuela como um boneco em uma máquina de garra de shopping. Entre o entusiasmo e a perplexidade, o jornalismo brasileiro — do corporativo ao progressista — parece ter perdido o dicionário diante da "extração" de Maduro. Enquanto as redações se equilibram em saias justas semânticas para diferenciar "autocratas" de "ditadores", a realidade geopolítica de Donald Trump atropela narrativas estabelecidas: em vez de ungir a oposição tradicional, o magnata americano aposta em um "chavismo sem Maduro" sob o comando de Delcy Rodriguez. Diante de uma transgressão que "caminha de andador", a mídia se vê atônita, tentando conceituar um fluxo de eventos que seu antigo arcabouço já não alcança. O que resta é uma curiosa salada semiótica onde o jornalismo tenta esconder o fato de que a nova ordem mundial não segue roteiros de Hollywood, mas a lógica crua dos negócios. 

quarta-feira, janeiro 07, 2026

Encenação, angústia e a dor escandinava em 'Valor Sentimental'


Da angústia metafísica de Søren Kierkegaard na filosofia, passando pela angústia ateia do cinema de Ingmar Bergman, chegando ao niilismo visceral de Lars von Trier, a "dor escandinava" atravessou o século XX esculpindo o vazio da alma nas telas. Agora, em Valor Sentimental (2025), Joachim Trier atualiza esse legado para a era da hiperconectividade: se outrora o sofrimento nascia do silêncio de Deus em Ingmar Bergman, hoje ele reside na impossibilidade de sermos autênticos fora de cena. Entre o simulacro do lar e a performance do trauma, Trier consolida-se como o herdeiro contemporâneo da tradição nórdica, sugerindo que, no século XXI, a encenação é o único território onde ainda conseguimos, enfim, nos comunicar. 

domingo, janeiro 04, 2026

Feminicídio e machismo renitente: o gênio não quer mais voltar para a garrafa



Entre trilhas de montanha e discursos de autossuperação, um novo movimento de "masculinidade alfa" cresce no Brasil, alimentado por uma mistura explosiva de religiosidade, coaching e misoginia latente. Mas enquanto grupos como o "Invictos Trekking" prometem resgatar o homem de uma suposta "feminização" da sociedade, uma epidemia de feminicídios registra o custo dessa cruzada. Estaria a grande mídia tentando apagar com o clichê da necessidade de uma "reeducação masculina" um incêndio que ela mesma ajudou a provocar nos tempos do jornalismo de guerra ao libertar o gênio da garrafa do Brasil Profundo? Para além das estatísticas espantosas do feminicídio, o fenômeno do "machismo renitente" revela as cicatrizes de uma guerra híbrida que envenenou o psiquismo coletivo. Ao transformar a crise da identidade masculina em um ativo político da extrema direita, criou-se uma engrenagem de psicologia reversa onde a tipificação do crime e a reação conservadora se retroalimentam, deixando claro que o problema vai muito além de uma simples questão de educação.

sábado, janeiro 03, 2026

Plantão Drops News Live: o desespero energético dos EUA na Venezuela e jornalismo corporativo brasileiro racha na cobertura da invasão



Depois das festas de final do ano que não existiram para o jornalismo corporativo brasileiro (transformaram as festas em um filme noir tropical com os “colonistas” no modo Lava Jato contra o STF), Trump vem com tudo na madrugada do segundo dia do ano e bombardeia Caracas e sequestra o presidente Nicolas Maduro... para ser julgado em Tribunal de Nova York... sem dar até agora prova de vida... e manda o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, “se ligar”. Enquanto os bolsonaristas sonham com aqueles blackhawks, que sobrevoaram Caracas, dando voos rasantes nas favelas e periferias brasileiras. Esse é o tema urgente da LIVE DROPS NEWS CINEGNOSE 360 PLANTÃO, nesse domingo (04/12), às 18h, no YouTube e Instagram. Vamos analisara surpreendente diferença entra as coberturas midiáticas da Globo e CNN. O que representa para a América Latina uma operação tão ousada como essa na Venezuela? E como esse cenário impacta o ano eleitoral brasileiro? E outras bombinhas semióticas.

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