Como todo bom
filme de terror não falado em inglês, logo Hollywood se interessa rapidamente
em fazer um remake. É o caso da produção argentina “Aterrorizados”
(“Aterrados”, 2017) na qual acompanhamos o que poderiam ser espíritos e
fenômenos poltergeist infernizando a vida dos vivos. Mas agora, não é uma casa
mal-assombrada. É uma rua inteira em uma tranquila rua de classe média de Buenos
Aires. E não o mal como aparentemente conhecemos: surge de ralos, canos e
fendas de paredes. O filme joga com uma interessante metáfora de uma sociedade
que acredita que se eliminar tudo aquilo que é incômodo, ele desaparece. Assim
como quando apertamos o botão da descarga do vaso de um banheiro. Mas o
reprimido retorna numa espécie de “pressuposto da privada”.
terça-feira, junho 25, 2019
Wilson Roberto Vieira Ferreira
































