Frequentemente ridicularizadas como “teoria da conspiração”, na atualidade as chamadas “false flags” (“Operação Bandeira Falsa”) assumiram um novo aspecto ao serem incorporadas às guerras extensivas por meios não convencionais: guerras híbrida e criptografada. Adquirem um novo estilo, agora irregular, como “operações psicológicas” (psy ops). Os três movimentos do xadrez do ataque à produtora da trupe de humor “Porta dos Fundos” (ataque, vídeo, e rápida identificação do “terrorista”) revelam muitos elementos similares aos não-acontecimentos dos ataques “terroristas” de Paris, Nice, Berlim, Londres, Estocolmo etc. nos últimos anos: sincronismo e timing, dilema midiático e consonância, rastros deixados para a identificação do “terrorista”, iconografia do terror e ambiguidade. A polícia investigará tudo para criar a narrativa conveniente. Menos uma coisa: o rastro do dinheiro.
sexta-feira, janeiro 03, 2020
Wilson Roberto Vieira Ferreira
































