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domingo, agosto 11, 2019

Livro "Dark Star Rising": como a Magia e o Oculto levaram Trump e Alt-right ao poder


Quando pensamos em magia e ocultismo logo associamos a coisas como feitiçaria, estranhos rituais, incensos, satanismo etc. Porém, a magia moderna está muito além disso.  Desde que, no século XX, o mundo da magia e do oculto, representado por figuras como Julius Evola e Aleister Crowley, se encontrou com a propaganda política e meios de comunicação de massa na conjuntura do nazi-fascismo. Hoje, dentro do cenário da ascensão da chamada “direita alternativa” (alt-right), surge uma nova convergência: a partir de nomes como Steve Bannon e Richard Spencer, a Magia do Caos (corrente esotérica moderna) encontra-se com Internet, redes sociais e a campanha vitoriosa de Donald Trump. Esse é o tema do livro “Dark Star Rising – Magick and Power in the Age of Trump”, de Gary Lachman - pesquisador que investiga as conexões entre Sincromisticismo e Política. Para o pesquisador, assim como crianças brincando com fósforos, a extrema-direita manipula elementos da Magia do Caos (o Caos como método pragmático: “sigilos”, “memes mágicos” etc.) numa rede digital global que substitui o Plano Astral. Com consequências imprevisíveis. A não ser, a conquista do Poder.

quinta-feira, janeiro 24, 2019

Ano 2019 é um Vortex Temporal? Como modular a atenção em tempos extremos, por Nelson Job

Este ano de 2019 aparece com recorrência no imaginário especulativo como um ano de "turning point". Parece ter sido privilegiado por obras do passado de cineastas, escritores e médiuns que o elegeram como um ano marcante. Os filmes “Blade Runner” e “O Sobrevivente”, o animê “Akira”, as previsões de Isaac Asimov e de Chico Xavier, todos fazem referência a este ano. Quais as razões disso? 2019 será, de fato, o trampolim de uma Nova Era, como astrólogos e esotéricos do mundo inteiro anunciam, ou será uma completa catástrofe? Podemos entender o ano de 2019 como uma espécie de vortex transtemporal? Forças dos acontecimentos anteriores e do futuro estariam de auto-organizando no tempoNeste artigo, investigaremos essas ocorrências e traçaremos um desdobramento delas.

segunda-feira, dezembro 24, 2018

"Cinegnose" faz nove anos, na direção da primeira década

Em dezembro, o “Cinegnose” completa nove anos de existência, aproximando-se da primeira década de intensas atividades – postagens, cursos e palestras. Em todo esse tempo, o “Cinegnose” passou por dois momentos de mudança: no terceiro aniversário (2012), quando deixamos de ser um site “sobre Gnosticismo” para se tornar “Gnóstico” – a criação de um olhar gnóstico (ontológico, sincromístico, irônico e sintomático) mais amplo para Cinema, Cultura e Sociedade. E agora no seu nono aniversário: esse “olhar gnóstico” coverte-se num pressuposto metodológico para a Teoria da Comunicação, Semiótica e Crítica Ideológica. Por quê?  Porque a realidade é uma ilusão. Mas não uma ilusão qualquer, como “mentira” ou “falsa consciência”. Mas porque a realidade cada vez mais imita roteiros cinematográficos e narrativas ficcionais. Cada vez mais se aproxima do Cinema, a moderna Caverna de Platão.

domingo, setembro 30, 2018

Curta da Semana: "Nerd Cave" - a Caverna de Platão 2.0


“Nerd” deixou há muito tempo de ser um termo pejorativo, principalmente porque por trás deles há uma lucrativa indústria em expansão: os jogos de computadores. Alguns pesquisadores em cibercultura acreditam que se tornou até mesmo uma “categoria psicológica” motivada pelo desejo da imortalidade através da desconexão com a realidade. Principalmente quando atualmente os games adquiriram o status de esporte. O curta dinamarquês “Nerd Cave” (2017) um compulsivo gamer de jogos on line vive em sua própria “Caverna de Platão”, com a sua mãe. Até que um dia, a energia do bairro em que mora acaba e o seu mundo desmorona. Então, sua mãe tentará se reconectar com o filho, através de peixinhos num aquário. Um curta repleto de alegorias. Mas a principal é que agora vivemos a Caverna de Platão 2.0: também podemos interagir e jogar com as sombras projetadas na parede.

sábado, maio 05, 2018

Será que incêndio de prédio em SP foi também mais um não-acontecimento?


Da mesma forma como os recentes atentados em Paris, Berlim, Londres etc., o incêndio seguido de desmoronamento do Edifício Wilton Paes de Almeida, no Centro de São Paulo e ocupado por movimento de luta à moradia, está cercado de sincronismos, “coincidências significativas”, recorrências, anomalias e evidente oportunismo pelo lucro político e comercial da tragédia – grande mídia, interesses privados por trás das chamadas “Operações Urbanas” e a construção de um novo inimigo interno com o pós-Lula e o enfraquecimento do discurso do combate à corrupção: a identificação do crime organizado (PCC) com os movimentos sociais. Seria tudo um “não-acontecimento”, da mesma magnitude e propósito do incêndio do Reichstag de 1933 que conduziu os nazistas ao poder?

quinta-feira, dezembro 07, 2017

Mídia dilui significado da descoberta de papiro com "ensinamentos secretos" de Jesus


As notícias foram dadas como alguma coisa entre Indiana Jones, conspirações do “Código da Vinci” de Dan Brown ou sobre Jesus convenientemente próximo do Natal. As notícias sobre a descoberta do manuscrito em grego do “Primeiro Apocalipse de Tiago” (manuscrito apócrifo gnóstico até então conhecido em linguagem copta da chamada “Biblioteca de Nag Hammadi”), perdido no acervo da Universidade de Oxford, foram cercadas por uma mitologia midiática que sempre é acionada para diluir aquilo que é de mais virulento e revolucionário no Gnosticismo (razão pela qual foi tão perseguido por toda a História): os conflitos políticos e econômicos como parte do drama de uma luta cósmica entre o Bem e o Mal, sem superação dialética ou solução evolutiva. A grande mídia cobriu a descoberta como “religiosa”, diluindo a potencial ameaça às instituições desse mundo: de que Jesus não veio para nos “salvar”, mas para nos revelar algo que já existe dentro de nós – apenas nos fazem esquecer através de ilusões. E a mídia que “noticia” a descoberta do manuscrito é uma delas.

domingo, novembro 19, 2017

Hollywood abriu as portas para ocultismo e maldições com o filme "Incubus"


Os críticos consideram o filme “mais amaldiçoado da história do cinema”. Um filme que abriu as portas para o ocultismo e hermetismo em Hollywood numa década de “despertar místico e religioso” através das viagens alucinógenas do psicodelismo e estados alterados de consciência. O Filme “Incubus” (1966) foi dirigido e escrito por Leslie Stevens (criador da série de TV “Quinta Dimensão”) e protagonizado por William Shatner, um ano antes de viver o capitão Kirk da série “Star Trek”. Desde sua estreia, “Incubus” foi marcado por suicídios, assassinatos, falências, divórcio e incêndio. Tão amaldiçoado que o diretor tirou o filme de circulação e os negativos foram destruídos. Para em 1996 uma cópia ser encontrada na França e recuperada para relançamentos em VHS e DVD. E logo em seguida reiniciaram as “coincidências” fatais. Muitos pesquisadores em Sincromisticismo consideram Hollywood um “centro de recrutamento de médiuns”, manipulando voláteis e perigosas formas-pensamento e arquétipos do inconsciente coletivo. “Incubus” seria um caso exemplar.

quinta-feira, outubro 19, 2017

Para a CIA Plano Astral existe e é potencial arma de Parapolítica


Após dois anos de batalha judicial na qual ativistas processaram a CIA através da FOIA (Freedom of Information Act), a Agência foi obrigada a disponibilizar 800 mil documentos em sua biblioteca virtual disponível na Internet. Entre as 13 milhões de páginas revela-se o interesse da Inteligência militar por investigações sobre percepção extra-sensorial (ESP) e o Plano Astral. Dois documentos se destacam. O primeiro faz um resumo das investigações da CIA sobre o Plano Astral. E o segundo, um pequeno manuscrito sobre os perigos que envolvem essas pesquisas com referência a Aleister Crowley e o “ocultismo profano” Nazi. É sabido que durante a Guerra Fria os EUA fizeram intensas pesquisas sobre visão remota para espionagem. Mas os documentos dos anos 1980 sugerem algo além: contato com “energias inteligentes e não corporais” de outras dimensões e projeções da consciência ao passado e futuro. Será que, assim como no ocultismo nazi, também a Inteligência militar dos EUA tenta manipular potenciais armas de Parapolítica?

sexta-feira, outubro 13, 2017

O gênio da América e do Brasil profundos não quer mais voltar para a garrafa


O atirador de Las Vegas; o vigia que ateou fogo em crianças numa creche em Minas Gerais; o ex-vereador que se passava como policial federal e produtor da TV Globo para extorquir e estuprar e, diz, ainda pretende ser presidente do Brasil para “acabar com a corrupção”. Lá nos EUA como aqui no Brasil o gênio foi tirado da garrafa para eleger um presidente e desestabilizar governos. A grande mídia cobre esses casos como eventos isolados, inexplicáveis, como “fatos diversos” da irracionalidade humana reforçado pelos indefectíveis “especialistas-informação-de-pauta” de plantão. Mas tanto lá como aqui são confirmações de que os pensamentos são coisas: formas-pensamento autônomas que dão ao “mal estar da civilização” (através da grande mídia em seus momentos de conflagração político-ideológica, oposição e guerra para desestabilização política)  uma narrativa, lógica e com sentido. Para o gênio sincromístico sair da garrafa e nunca mais querer voltar.

sábado, julho 01, 2017

Bombas semióticas brasileiras (2013-2016): por que aquilo deu nisso?



Em série de 51 postagens ao longo do período 2013 (iniciado nas chamadas “Jornadas de Junho” das manifestações de rua) até o impeachment em 2016, este “Cinegnose” fez uma espécie de crônica das bombas semióticas disparadas pela grande mídia – uma complexa guerrilha semiótica que mobilizou todo o arsenal retórico, linguístico e semiológico divididos em quatro etapas bem distintas: primeiro, caos, manifestações, inadimplência e ataque dos tomates inflacionários que levavam o País ao abismo; depois, fortalecimento da base etnográfica do neoconservadorismo (“simples descolados”, “coxinhas 2.0”, “novos tradicionalistas”, “gourmetização” etc.; em seguida, o investimento semiótico em minisséries globais para a teledramaturgia legitimar a agenda política de oposição; para finalmente exortar a radicalização e polarização cujos resultados acompanhamos até hoje. Acompanhar a evolução das bombas semióticas é uma humilde contribuição para tentar responder: por que aquilo deu nisso? O gigante que parece ter adormecido e as panelas terem parado de bater mesmo com a surrealista crise política atual.

segunda-feira, junho 19, 2017

Globo prende o Brasil de 2017 na realidade alternativa do "Brazil" de 1984, por Manoel de Souza Neto


No livro “1984” George Orwell declarou: “quem controla o passado controla o futuro. Quem controla o presente, controla o passado”. Na série “Os Dias Eram Assim”, sobre os anos da ditadura militar brasileira, a Globo altera o passado, misturando ficção e realidade, para criar a imagem de que a emissora supostamente apoiou as manifestações pelas “Diretas Já” em 1984. A série foi "coincidentemente" produzida num momento em que retornam as manifestações pelas eleições diretas à presidência. A Globo quer criar uma realidade alternativa sobre o passado no delicado momento político atual – a pauta “Fora Temer”, atiçada pela poderosa emissora, foge ao controle nas ruas e evolui para “Diretas já!”. Diante dessa ameaça, a Globo reage com estratégia sincromística e tautista. Quem nos explica é Manoel de Souza Neto.

terça-feira, abril 11, 2017

Lapso de Trump previu ou antecipou agenda do atentado na Suécia?


Em fevereiro, Donald Trump citou um atentado inexistente na Suécia, para justificar suas medidas anti-imigratórias. A grande mídia tratou o episódio como “gafe” de um presidente “desequilibrado”. Dois meses depois ele jogou dezenas de mísseis na Síria e em seguida um atentado ocorreu em Estocolmo, Suécia. Coincidência? Ato falho de um presidente que sem querer antecipou a agenda? Ou mais sincronismos como ocorreu antes e durante “não-acontecimentos” como os de Nice, Berlim e Londres? Mais sincronismos ocorreram horas antes dos ataques à Síria, à bordo do avião presidencial, dessa vez envolvendo Trump e o filme “Star Wars Rogue One”. O fato é que agora tudo mudou: a grande mídia trata o presidente dos EUA como estadista e até humanitário. Como sempre, esses atos falhos e sincrônicos levantam a suspeita da existência de um script pré-estabelecido. São verdadeiros “espasmos da realidade” pelos quais passamos despercebidos.

quinta-feira, abril 06, 2017

Com o caso José Mayer tautismo da Globo fica na corda bamba


O caso do assédio do ator José Mayer à figurinista Susllem Tonani é marcado por uma ironia fundamental: um ator, conhecido por interpretar nas telenovelas sempre o mesmo perfil de personagens machistas e misóginos, é denunciado por recorrentes assédios nos bastidores da Globo. Mera coincidência ou sincronismo entre ficção e realidade? Desde que o chamado “O Método” (criado pela Actors Studio em 1947) se perverteu em fórmula criadora de um tipo de ator que se limita a interpretar a si mesmo em repetitivos perfis de personagens estimulados pela linha de montagem de TV e estúdios de cinema, casos como esses se tornaram recorrentes. No caso da Globo, marcado por um tautismo (tautologia + autismo) crônico, essa “doença ocupacional” fica ainda mais evidente. Principalmente quando a reação tanto do ator quanto da cúpula da emissora foi idêntica: alheios às mudanças que ocorrem no “deserto do real” (empoderamento feminino, lutas por respeito, diversidade etc.) são pegos de surpresa e tentam dar respostas oportunistas. E a da Globo é a mais equizofrênica: diz respeitar as mulheres enquanto diariamente as submete a papéis subalternos em reality shows, telenovelas e propagandas de cerveja.  

quarta-feira, março 29, 2017

O Coringa retorna com mais "efeitos copycat"



O palhaço do crime está de volta. Só nesse mês de março, dois episódios em países diferentes tiveram o Coringa como elemento motivador em situações violentas: um adolescente abriu fogo em uma escola na França após posar armado e mascarado como o Coringa em fotos no Facebook; e um homem carregando uma espada e maquiado e fantasiado como o vilão do Batman foi preso pela polícia caminhando ameaçadoramente pelas ruas em uma cidade na Virginia, EUA. São mais casos de uma extensa lista daquilo que os psicólogos chamam de “Efeito Copycat” (efeito de imitação) iniciado com o filme "Batman: O Cavaleiro das Trevas" (2008) e a controversa morte de Heath Ledger que interpretava o Coringa. Uma extensa lista cujo caso mais famoso foi o Massacre de Aurora (2012) no qual o atirador dizia ser “o verdadeiro Coringa”. Pesquisadores em Sincromisticismo acreditam que o Coringa é um arquétipo vivo, uma forma-pensamento. Se no passado, esses arquétipos eram dissipados em rituais sagrados, hoje tornam-se narrativas midiáticas repetitivas cuja energia psíquica procura receptores vulneráveis para serem “descarregadas” em ações catastróficas e imprevisíveis.   

terça-feira, março 28, 2017

Ocultismo midiático e a psicanálise em Justin Bieber, por Marcelo Gusmão


O grande dia para muitos jovens e adolescentes fãs da cultura pop está chegando. Dia 29 de março acontece no Rio de Janeiro o show tão esperado do cantor canadense de 23 anos e fenômeno midiático, Justin Bieber. Para muitos este momento é esperado com ansiedade desde fevereiro de 2016. Criticados por muitos e admirados por outros estes fãs se revezaram em um acampamento no local do show para garantir os melhores lugares. Mas afinal o que explica tamanha dedicação? Expressão incômoda de amor, ou pura alienação moldada por uma indústria midiática mestre no controle mental manipulando anseios e desejos de toda uma geração?  Apenas as técnicas de publicidade e relações públicas não explicam o sucesso de Justin Bieber, assim como de tantos ídolos pop. Haveria um lado obscuro composto pelo psiquismo coletivo e o "ocultismo midiático" - a introdução de antigos e milenares símbolos de tradições esotéricas oriundas das escolas de mistérios.

quinta-feira, março 23, 2017

Ataque em Londres: mais um atentado que não aconteceu


Mais um atentado, desta vez em Londres com atropelamento em série de civis e invasão dos jardins do Parlamento Britânico por um homem armado com duas facas. O local é ao mesmo tempo icônico e sincrônico: escolhido pelos roteiristas para as cenas mais espetaculares do filme “V de Vingança”, cuja famosa máscara foi inspirada em Guy Fawkes, líder da “Conspiração da Pólvora” no século XVII – considerada a primeira “False Flag” da História, que pretendia mandar pelos ares o rei junto com o Parlamento como parte de uma propaganda de guerra. Novamente o ataque revela as mesmas recorrências e anomalias dos atentados desde o ataque ao WTC em 2001: a execução final do vilão, o “lobo solitário”, as conclusões rápidas da mídia e da polícia e a “coincidência” de 72 horas antes do ataque exercícios antiterror foram realizados no rio Tâmisa, com lanchas rápidas, resgatando hipotéticas vítimas civis. Assim como aconteceu no atentado “real”. Mais uma vez, o atentado “não aconteceu”: foi uma forma de meta-terrorismo para irradiação midiática.

quarta-feira, março 15, 2017

O Marketing paranormal no filme "Branded"


Imagine um expert em Publicidade que enxergasse muito mais do que promoção, preço, produto e ponto de venda no Marketing. Um expert que descobrisse que a guerra das marcas pelo mercado e pela mente dos consumidores não é meramente retórica através de símbolos, imagens e estímulos visuais – é uma gigantesca batalha travada por monstros gelatinosos em forma de balões em um invisível plano astral da humanidade. O Marketing Paranormal! Esse é apenas um dos temas levantados pelo filme “Branded” (2012), co-produção Rússia/EUA que mistura temas teosóficos com a provocativa tese de que Lênin teria inventado o Marketing em 1918: o Comunismo teria sido o produto e a KGB a “polícia da marca”.

domingo, fevereiro 12, 2017

Sete filmes que anteviram a crise da segurança no Espírito Santo


O cinema e o audiovisual parecem ter o estranho poder de prever cenários futuros: a eleição de Donald Trump, o atentado ao WTC em 2001, o atentado na Maratona de Boston em 2013, a hegemonia econômica da China etc. em filmes e séries como “”Os Simpsons, “Americathon” ou “Lone Gunmen”. No auge do neoliberalismo de Reagan e Thatcher nos anos 1980, filmes como “Robocop” e “Max Headroom” apresentavam futuros distópicos, efeitos colaterais das políticas de austeridade e privatizações que agora acompanhamos ao vivo nas ruas do Estado do Espírito Santo – no vazio do poder público sucateado, as ruas são dominadas por crimes, saques e assassinatos. O Exército chegou para ocupar as ruas. Mas será que o próximo passo, seguindo a cartilha neoliberal, é a privatização das forças de segurança, assim como a OCP (“RoboCop”), MNU (“Distrito 9”), Tetravaal (“Chappie”) ou a NYPC (“From The Future With Love”)? Acompanhe a lista de sete filmes que anteviram cenários futuros nos quais o Brasil está entrando.

sábado, janeiro 21, 2017

Paraty é o Triângulo das Bermudas da política brasileira?


Nesses momentos de tragédias que abrem possibilidades de inesperadas mudanças no cenário político (Quem perderá? Quem ganhará?) é sempre interessante ver as reações reflexas da grande mídia pega de surpresa. Ela parece sempre ter uma “narrativa reflexa”, pronta, que se manifesta como um ato falho: descrever um mundo onde os eventos são sempre aleatórios, fora de contextos, desconectados e sempre sujeitos a “trapaças da sorte”. A morte do Ministro do STF Teori Zavascki no acidente aéreo em Paraty rapidamente foi enquadrada em uma narrativa protocolar como se a grande mídia já tivesse o resultado antes mesmo das investigações: foi tudo uma fatalidade! Não importa a existência de estranhas anomalias, depoimentos contraditórios, sincronismos e o oportuno timing dos acontecimentos. Será que a grande mídia quer impor à sociedade uma “narrativa reflexa” para criar um fato consumado? Criar uma atmosfera de pressão política nas investigações oficiais que ora se iniciam? Ou será que, desde o desaparecimento de Ulysses Guimarães em 1992, a região de Paraty se transformou numa espécie de Triângulo das Bermudas brasileiro onde impasses políticos são resolvidos de forma drástica?

quarta-feira, dezembro 21, 2016

Estranho objeto cai na China e lembra filme "Show de Truman"



No dia 12 de dezembro moradores de um remoto vilarejo no interior da China foram surpreendidos com um enorme estrondo. No local, encontraram uma cratera em chamas e ao redor inúmeros fragmentos metálicos. Entre eles um grande anel de metal no qual foram encontrados letras e números gravados. Lixo espacial? OVNI? Nave extraterrestre? O irônico é que o episódio faz lembrar da famosa sequência do filme “Show de Truman” (1998) quando o protagonista é quase atingido por um objeto que cai do céu, também com uma misteriosa inscrição, e que marca o início da descoberta de que sua vida não passava de um gigantesco reality show televisivo. Até que ponto a narrativa ficcional de Truman guarda analogias com a nossa vida supostamente real? Nossas vidas e o planeta inteiro estariam, de certa forma, na mesma situação do infeliz protagonista Truman Burbank?

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