sábado, julho 25, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
“Hermanos”
foi sempre como a mídia brasileira se referia, ironicamente, aos nossos
vizinhos argentinos. Até a seleção brasileira dar o adeus precoce na Copa e a
Argentina demonstrar resiliência e chegar à final. De repente, descobriram que
dos “Hermanos” eram racistas, conspiravam com a FIFA de Infantino e Trump, além
de sionistas e corruptos. A quem interessa: (a) desviar do assunto do porquê do
fracasso da CBF e (b) criar uma cismogênese na América do Sul? Vamos discutir essa
“Xenofobia do Bem” na Live Cinegnose 360 #249, nesse domingo (26/07), às 18h, no
YouTube e Facebook. Para discutir esse tema, vamos entrevistar o professor e
jornalista Francisco Ladeira para falarmos sobre Copa do Mundo e Geopolítica. Mas
antes, vamos começar com o “budget rock” do The Mummies, os ludistas do rock. E,
depois dos Comentários Aleatórios, a Crítica Midiática: os brasileiros e a “Ucrânia
Inc.”; no miasma neoliberal do PL, as sombras do pai Bolsonaro e Milei; Trens privatizados
pegam fogo em SP: e periga de Tarcisão indenizar! Há método no caos de Trump? Para
Marina Silva, mulheres não têm partido; a polissêmica pesquisa DataFolha... e
outras bombinhas semióticas para terminar.
sábado, julho 25, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Consagrado
como uma das raras refilmagens a superar o clássico original de 1956, “Os
Invasores de Corpos” (The Invasion of the Body Snatchers, 1978) transformou o
pânico alienígena em um retrato cortante da sociedade americana do final dos
anos 1970. Ao trocar a paranoia anticomunista da Guerra Fria pela gentrificação
e pelo individualismo de San Francisco, o diretor Philip Kaufman aliou o pavor
tátil do áudio de Ben Burtt a uma poderosa metáfora política: a substituição de
humanos pelo "povo-vagem" conformista e sem afeto nada mais era do
que o anúncio da ascensão dos yuppies e do novo conservadorismo que dominariam
as décadas seguintes.
sexta-feira, julho 24, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
A
rotina docente em tempos de hiperconexão exige mais do que apenas ensinar —
exige espaço para refletir. Entre a pressão por uma “escola instagramável”, o
resgate do livro impresso frente às telas e os caminhos para o ensino da
matemática desde a infância, como construir uma prática pedagógica sustentável?
Para conectar as principais discussões da área a estratégias reais de sala de
aula, já está no ar o Clipando #14, clipping comentado de educação apresentado
por esse humilde blogueiro produzido para o Sindicato dos Professores de Santos
(Sinpro Santos). Disponível no YouTube e no Spotify, esta edição traz uma
curadoria especial de análises para inspirar o fazer pedagógico.
terça-feira, julho 21, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
No
último domingo (19), a Folha de S.Paulo estampava em sua primeira página que o
movimento político de Michelle Bolsonaro prometia ser "imparável". A
absorção literal e desprovida de ironia de uma hipérbole bolsonarista pelo
relato jornalístico é a ponta de um iceberg linguístico profundo. De um lado, a
"bolsonarização"do jornalismo contaminou a cobertura de
Brasília com o jargão da caserna — onde acordos viram "situações
pacificadas" e parlamentares viram "tropas de choque". Do outro,
a "onguização"da linguagem higienizou o debate social,
substituindo denúncias de exploração por eufemismos burocráticos. Embora venham
de polos opostos, ambos os fenômenos erodem a esfera pública ao desarmar a
denúncia das desigualdades na base e transformar a política institucional do
topo em um mero campo de batalha cognitivo.
terça-feira, julho 21, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Não
podia ser melhor o lugar para Flávio lançar sua candidatura à presidência pelo
PL: no verdadeiro MIASMA NEOLIBERAL de Capitalismo Periférico que representa o Mercado
Livre Arena Pacaembu. E ainda no auditório “Mercado Pago Hall”, braço financeiro
do argentino Mercado Livre. E com a presença prometida do próprio Milei! Venha
discutir miasmas e sincronismos políticos e semióticos na Live Extra Cinegnose
360 #137, nessa quarta-feira (22/07), às 18h, no YouTube e Facebook. Ainda ouvindo
os ecos da Copa do Mundo, vamos discutir na “Conversas Aleatórias”, nas quais o
participante pergunta e comenta no Chat. E depois, a Crítica Midiática: duas
pragas na linguagem jornalística atual: “onguização” da linguagem e léxico
bolsonarista da caserna; onde estão os “independentes” das pesquisas
Genial/Quaest? Sabesp e o ecossistema financeiro do Banco Master; a bola de
cristal de Merval Pereira: Globo joga a toalha; Truth Social de Trump quer
vender informações privilegiadas ao mercado; Lula avalia faltar aos primeiros
debates na TV; cultura evangélica contribui para crise do futebol brasileiro? E
outras bombinhas semióticas.
sábado, julho 18, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Ao
trocar a melancolia do envelhecimento pela tirania dos algoritmos, “Toy Story 5”
(2026) tenta atualizar o fôlego da franquia mais valiosa da Pixar, mas acaba
tropeçando no próprio moralismo. Em uma Hollywood cronicamente incapaz de
encarar crises sistêmicas sem reduzi-las a dilemas individuais, a nova aventura
de Jessie e Buzz Lightyear contra a ameaça hipnótica das telas reduz o
sequestro da atenção infantil a uma mera questão de "más companhias"
e falta de limites parentais. Ao ignorar a arquitetura viciante dos gadgets para
focar em uma caçada moralista por escolhas conscientes, a animação relega ao
segundo plano o seu debate mais visceral: a atrofia do "faz de conta"
diante do hiper-realismo digital — um diagnóstico sombrio que transforma o
filme, ironicamente, no sintoma perfeito da industrialização e domesticação da
infância outrora denunciadas pelo filósofo Walter Benjamin, especialmente em textos como "Brinquedos e Jogos" e "História Cultural dos Brinquedos".
sábado, julho 18, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Graças
ao Trump e sua “parceria” com Gianni Infantino/FIFA, a Live Cinegnose 360 #248,
desse domingo (19/07), no YouTube e Facebook COMEÇARÁ ÀS 19HORAS. Uma final de
Copa do Mundo com Show do Intervalo de meia hora, transformará um evento de futebol
em um “Superbowl”: imagine se tiver prorrogação e pênaltis? Por isso, a Live
COMEÇA ÀS 19h. Faremos um Pós-Jogo com Futebol, Cinema e Crítica Midiática.
Depois das Conversas Aleatórias iniciais, vamos discutir dois filmes: “O
Convite” (casamento tudo-ou-nada e a exaustão dos millennials) e “Toy Story 5”
(o que Walter Benjamin diria dessa animação?). Na sessão dos livros do humilde
blogueiro: “El Fútbol: mitos, ritos y símbolos” de Vicente Verdú. E na Crítica
Midiática: racismo na Copa: como inflamar as redes com debates legítimos, mas
oportunistas; Flávio Bolsonaro e a IA “padroeira do Brasil” para mulheres; Inversão
ontológica: bolsonarismo contra bets e Governo Lula a favor; Xandão X Bolsonaro:
como alimentar um “espantalho” das esquerdas; Caso ICL: a confusão entre
esquerda e progressismos; as ironias do tarifaço de Trump; Truth Social: Trump
vende informação privilegiada.
sexta-feira, julho 17, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
O que
acontece quando a utopia do "casamento perfeito" se choca com a
exaustão existencial da geração Millennial? A resposta está em “O Convite” (The
Invite, 2026), comédia dramática que transforma um jantar entre vizinhos em um
campo de batalha conjugal. Adaptando o longa espanhol Sentimental (2020), a
diretora Olivia Wilde e os roteiristas Rashida Jones e Will McCormack colocam
em xeque o modelo do "casamento tudo-ou-nada" conceituado pelo
psicólogo Eli Finkel. Entre o vocabulário terapêutico e o ressentimento
silencioso, o filme contrapõe o puritanismo norte-americano ao apetite desinibido
da personagem de Penélope Cruz. O resultado é uma radiografia precisa do
mal-estar contemporâneo. No entanto, por trás de sua fachada desconstruída e
provocativa, a produção acaba cedendo a antigos clichês hollywoodianos: permite
a transgressão temporária apenas para restaurar a ordem e salvar a tradicional
instituição da família.
terça-feira, julho 14, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Quando
a mesa-redonda do SporTV mobilizou seus analistas para decifrar a semântica
exata do "tu, finish" dito por Jorge Jesus a Neymar, o que parecia
apenas preciosismo retórico revelou a engrenagem de uma sofisticada operação de
controle de danos. Após a eliminação traumática do Brasil para a Noruega, a
mídia esportiva corporativa colocou em campo uma verdadeira bomba semiótica
de dispersão e contenção. Sob o pretexto de debater o destino do craque ou
denunciar complôs externos (“VARgentina”), o malabarismo midiático opera para
um fim muito específico: blindar a cúpula da CBF e salvaguardar o modelo
extrativista — o "agronegócio da bola" — que esvazia a identidade
nacional em nome do lucro imediato, convertendo o colapso estrutural do nosso
futebol em um melodrama pop anestésico.
terça-feira, julho 14, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
A
engenharia de opinião pública foi ativada após a eliminação do Brasil para a
Noruega. Um caso clássico de bomba semiótica de dispersão e contenção: passa
pano nas contradições internas, arruma um inimigo externo (o suposto
favorecimento da “VARrgentina”) para salvar de questionamentos a estrutura
extrativista do futebol brasileiro. Estrutura futebolística que acompanha o
modelo econômico neoliberal periférico dominante de exportação de commodities. Ainda
em clima de Copa discutiremos esse tema na Live Extra Cinegnose 360 #136, nessa
quarta-feira (15/07), às 18h, no YouTube e Facebook. Sempre com as trepidantes
Conversas Aleatórias com o Chat. Depois, a Crítica Midiática: Janja apoia
Michelle, “misoginia não tem lado”; Dez motivos para proibir as Bets; qual a
ligação entre Bets e a guerra na Ucrânia? “Bafão” no canal do banqueiro do bem:
Demori demitido em ano eleitoral; Neymar: o herói pós-meritocrático; STF quer
premiar Institutos de Pesquisa que “apostam” melhor! E outras bombinhas
semióticas.
sábado, julho 11, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Como
este humilde blogueiro costuma dizer, “regulamentação” virou uma expressão
fetiche para racionalizar a irracionalidade do mercado. União Europeia “exige” que
a Meta de Zuckerberg mude o “design viciante” do Facebook e do Instagram. E ameaça
multar se a empresa não fizer nada, por prejudicar principalmente “pessoas
vulneráveis”. Parece um conto de Natal de Charles Dickens: cobrar de Zuckerberg
“empatia” por crianças e vulneráveis. Com esse conto moral começamos a Live
Cinegnose 360 #247, nesse domingo (12/07), às 18h no YouTube e Facebook. Que
tem o grego Vangelis na sessão dos Vinis e Cds: polissemia e a vida inautêntica.
Depois, vamos analisar uma bateria de três filmes: “Pulse” (fantasmas e a
solidão na Internet); “Omni Loop” (imortalidade quântica e paradoxos temporais)
e Devoradores de Estrelas (o apocalipse como espetáculo confortável e “esportivo”).
E depois, a Crítica Midiática: Mídia e Pânico Climático: quem destrói mais, o
El Niño ou o Agronegócio? Waldemar Costa Neto, PF e o paroxismo da República
dos Dossiês; Flávio Bolsonaro pede água na República dos Dossiês; Fenômeno
Haaland no Peru explica volta da extrema direita ao poder; SportTV: ainda
existe passa-pano de Neymar na mídia; “VARgentina”: passa-panos da CBF cortam
os pulsos! E outras bombinhas semióticas.
sábado, julho 11, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Em meio
ao clima vintage da Guerra Fria 2.0 e à acirrada disputa espacial entre Estados
Unidos e China, a ficção científica recente deixou de ser mero entretenimento
para se tornar uma poderosa engrenagem de opinião pública — uma estratégia para
tornar a exploração cósmica um sonho amigável, justificável e lucrativo para o
capitalismo financeiro. O filme “Devoradores de Estrelas” (Project
Hail Mary, 2026) condensa esse zeitgeist de forma cirúrgica. Estrelada por Ryan
Gosling, a obra equilibra-se entre duas forças simbólicas fascinantes: a secularização
dos antigos sacrifícios ao Deus Sol, traduzida em uma missão científica suicida
para salvar a Terra, e a "esportividade" tipicamente hollywoodiana,
que neutraliza o pavor do isolamento cósmico e o choque do contato alienígena
em um bromance leve e bem-humorado. No fim, o abismo existencial é domesticado
e transformado em uma arena de soluções engenhosas, onde até a extinção
planetária pode ser enfrentada com uma boa ironia.
sexta-feira, julho 10, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Já está disponível no YouTube e no Spotify a 13ª edição do Clipando, o clipping comentado e apresentado por este humilde blogueiro para o Sinpro Santos, que traz uma curadoria das notícias mais relevantes para a área da Educação. O programa tem como objetivo enriquecer a formação docente, oferecendo repertório, insights para a sala de aula e reflexões profundas sobre os impactos sociais no cotidiano escolar. Nesta edição, os grandes destaques ficam por conta de uma entrevista exclusiva com a Dra. Madalena Guasco sobre o novo marco regulatório do EaD, os resultados práticos da proibição do celular nas escolas após um ano de implementação e o debate sobre como o letramento midiático pode combater o avanço das apostas online entre os jovens.
terça-feira, julho 07, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Para a
mídia, a Seleção sempre é desclassificada por obra de “vilões” (de Paolo Rossi,
passando por Zidane, até chegar a De Bruyne, Petkovic e, agora, Haaland), e
nunca por suas próprias deficiências. E o fim da Copa para a Seleção fica ainda
mais doída depois da vitória épica dos “Hermanos” contra o Egito, mesmo com
toda a “secação” canarinho. Por que os efeitos da corporatificação do futebol
produzem ainda efeitos tão diferentes entre argentinos e brasileiros? Esse é um
dos temas candentes que vamos discutir na Live Extra Cinegnose 360 #135, nessa quarta-feira
(08/07), às 18h, no YouTube e Facebook. Que começa com a extensão das Conversas
Aleatórias Pré-Jogo do fatídico domingo. E depois, a Crítica Midiática: Por que
DataFolha continua com a estratégia “ninista” (nem-nem)? O cartão vermelho na
Copa, Trump, Fifagate e Lava Jato; Deu match na Globo Sport entre Felipe Melo e
o choro de Neymar; Fatal Fans patrocina Corinthians: plataformização do sexo e
brand Laundering; Hipertelia da comunicação alt-right: Flávio vai aos EUA
suplicar fim do tarifaço... e outras bombinhas semióticas.
domingo, julho 05, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Em “Omni
Loop” (2024), o diretor Bernardo Britto chuta o balde da lógica realista e
exige que o espectador se transforme em um cinéfilo aventureiro, guiado
puramente por metáforas, sentimentos e altos conceitos científicos. O longa
desafia o público a aceitar premissas intencionalmente absurdas — uma cientista
com um buraco negro crescendo no peito, um pesquisador que encolhe até o nível
subatômico e um frasco misterioso de pílulas capaz de voltar cinco dias no
tempo. A produção usa esse pacote de excentricidades como pano de fundo para
construir um drama existencialista avassalador , muito além de uma história sobre um protagonista preso em um loop temporal. Ao cruzar a mecânica da imortalidade
quântica com a melancolia literária de Kurt Vonnegut em “Matadouro Cinco” e os
paradoxos temporais de “Em Algum Lugar do Passado”, “Omni Loop” transforma a
ficção científica em uma poderosa e densa metáfora sobre a nossa incapacidade
crônica de lidar com o luto e de deixar o tempo correr.
sábado, julho 04, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Nelson
Rodrigues dizia que a Seleção era a “Pátria de Chuteiras”. Agora é a Pátria patrocinada
por marcas do Vale do Silício que criam a tecnologia para aqueles outros
patrocinadores que precarizam a própria vida da torcida. E isso não é nada:
quando a Copa acabar, veremos um clube de massas, como o Corinthians, desfilando
marcas da Fatal Fans e Fatal Models... Esse é um pouco do papo que vai rolar no
PRÉ-JOGO de Brasil X Noruega na Live Cinegnose 360 #246, nesse domingo (05/07),
MAIS CEDO, às 15h30, no YouTube e Facebook. Um Pré-Jogo com papos em torno de
Futebol, Semiótica, Comunicação e Política. PRÉ-JOGO, até os times entrarem em
campo e cantarem os respectivos hinos nacionais. Venha discutir Futebol com
mais profundidade do que as mesas redondas de domingo pós-jogo! Futebol com
bombas semióticas.
sábado, julho 04, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Enquanto
os olhos do país se voltam para os gramados da Copa do Mundo, o Corinthians
selou nos bastidores um polêmico contrato de R$ 22 milhões com a Fatal Fans,
braço da maior plataforma de anúncios de acompanhantes do Brasil. O anúncio,
estrategicamente amortecido pelo frenesi do torneio mundial, encerra semanas de
crises internas, protestos de conselheiros e reuniões de emergência com o
emblemático elenco feminino das "Brabas". Longe de ser apenas uma
jogada de marketing esportivo, o acordo surge como o sintoma definitivo de uma
transformação estrutural do século XXI: a era do capitalismo de plataforma,
onde a moral tradicional é neutralizada pelo pragmatismo financeiro, o corpo
passa pelo processo de "uberização" e as pautas de emancipação social
são precificadas e absorvidas pela lógica implacável da performance.
terça-feira, junho 30, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Realmente, as mulheres estão empoderadas!!! Depois
de Karina Gama (o elo que uniria Prefeitura de SP, Flávio Bolsonaro e “Dark
Horse”, com o escandaloso Vorcaro), Michelle é a nova mulher-bomba da República:
suas publicações nas redes sugerem mais escândalos envolvendo o enteado. “A Verdade
de Jesus Cristo vai prevalecer”, publicou. Essa alta rotação da estratégia de comunicação
alt-right discutiremos na Live Extra Cinegnose 360 #134, nessa quarta-feira
(01/07), às 18h, no YouTube e Facebook. Depois de mais uma “Conversas
Aleatórias” também sobre Copa do Mundo, Semiótica e política, a Crítica
Midiática: Michelle e a República dos Dossiês alt-right, o buraco nõ tem fundo:
progressistas estão com saudades de Galvão Bueno! Por que Bolsonaro precisa de
um revólver na prisão domiciliar? IA vai realizar a ficção do filme Minority
Report? Estadão: de Think Tank a promotora de cursos de rentismo; Por que o
cerco ao almirante Othon Pinheiro e o projeto nuclear brasileiro continuam? O
fim da “onda rosa” na América Latina; o caso Cazé TV: porque o mundo não é maniqueísta.
sábado, junho 27, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
“Fogo
no parquinho!”, exclama desde os “isentões” da grande mídia aos sites progressistas,
celebrando um racha autodestrutivo da família Bolsonaro... só que não! Como
sempre, um jornalismo que confunde narrativa com realidade. Enquanto Michelle
compartilha seu “drama pessoal” em mais uma cortina de fumaça. Vamos discutir a
semiótica política do vídeo de “Micheque” na Live Cinegnose 360 #245, nesse
domingo (28/06), às 18h, no YouTube e Facebook. Uma Live Especial com uma
ENTREVISTA COM O PROF. NILDO OURIQUES, da Universidade Federal de Santa
Catarina sobre A REVOLUÇÃO BRASILEIRA. Vamos começar com os Vinis e CDs e o
zeitgeist de “Raimundos”: Rock, Mercado nos anos 90. E depois da ENTREVISTA,
vamos discutir dois filmes: “Dia D” (o puro suco de Spielberg: Ets empáticos,
conspirações e nostalgia ideológica) e o J-Horror de “Pulse” (fantasmas, glitch
e solidão na Internet). E na Crítica Midiática: a bomba semiótica do “drama
pessoal” de Michelle; Globo News polariza terremoto na Venezuela; o Estado
Digital de Milei, enquanto Faria Lima baba de inveja; Flávio promete governo de
transição com EUA: tiro no pé? Cazé TV X Globo e o álibi das casas de apostas;
Curto-circuito no jornalismo de personagens na Copa: jogador de Cabo Verde é
alvo de denúncia de estupro.
sábado, junho 27, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Enquanto
a imprensa tradicional e a oposição celebram o suposto “fogo no parquinho” e a
ruína iminente do clã Bolsonaro a partir do recente vídeo de Michelle
Bolsonaro, os bastidores da guerra cultural revelam uma realidade oposta. Longe
de ser um racha autodestrutivo, o desabafo público da ex-primeira-dama opera
como uma sofisticada "bomba semiótica": uma engenharia de comunicação
baseada em táticas da alt-right que utiliza o excesso de ruído (flood the zone),
o sequestro da narrativa de gênero e cenários milimetricamente codificados para
neutralizar investigações judiciais, fisgar a oposição em análises infinitas e
pavimentar o caminho de Michelle rumo ao eleitorado de centro.
sexta-feira, junho 26, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Mais do
que uma viagem nostálgica à era da internet discada e dos disquetes de 3,5
polegadas, o clássico do J-Horror Pulse (Kairo, 2001) revelou-se uma profecia sombria
sobre a nossa própria solidão digital. Ao cruzar as fronteiras entre a
cibernética, a tecnomagia e o ocultismo clássico, o filme de Kiyoshi Kurosawa
desafia a lógica de que o sobrenatural depende da continuidade do mundo
analógico para se manifestar. Através do glitch e da entropia, a obra demonstra
como o invisível coloniza as falhas do código binário, transformando o
ciberespaço em um circuito eterno de isolamento existencial e antecipando, na
virada do milênio, a transformação da própria humanidade em avatares
espectrais.
quinta-feira, junho 25, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Ao
fundir a tradição centenária dos chase movies com ETs empáticos, conspirações
governamentais e o maravilhamento infantil, “Dia D” (Disclosure Day, 2026)
chega às telas como o "puro suco" da filmografia de Steven Spielberg.
No entanto, o que pretendia ser uma catarse humanista capaz de paralisar uma
Terceira Guerra Mundial acaba colidindo de frente com o cinismo do público
contemporâneo. Em uma era de infodemia e desconfiança digital, a ingênua
premissa liberal do filme — de que o amor universal na televisão pode desarmar
tanques — reduz crises geopolíticas estruturais a meros problemas de falta de
empatia humana. Mais do que uma solução real para os nossos tempos, o novo
longa do diretor opera como o diagnóstico perfeito de Carl G. Jung sobre o mito
moderno dos discos voadores: uma busca religiosa secularizada por salvação nos
céus que, hoje, acabou empurrada para o território da pura nostalgia ideológica.
terça-feira, junho 23, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Nossa
Live Extra Cinegnose 360 dessa quarta-feira (24/06) será especial. Por isso COMEÇA
MAIS CEDO, 17h30, no YouTube e Facebook. Faremos uma “Conversa Aleatória”
PRÉ-JOGO em dia do jogo Brasil X Escócia, Copa 2026. Vamos discutir a Seleção e
o Futebol, até o jogo começar às 19 horas. Uma hora e meia de “mesa redonda” sobre
Futebol, Mídia, Política e Bombas Semióticas. Será mesmo que o futebol é “alienação
do povo”? Ou ajuda a tornar mais evidentes as contradições sociais e políticas?
Vamos debater dentro da atmosfera de sempre do quadro “Conversas Aleatórias”:
você participa no Chat, perguntando e comentando sobre qualquer coisa. Lembre:
nesse Pré-Jogo, você não aposta. Você ajuda a analisar conjunturas e criar
Cenários! Venha participar!
sábado, junho 20, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Quem
não se lembra do efusivo abraço que Jaques Wagner deu em Alcolumbre logo após a
rejeição da indicação de Jorge Messias ao STF? Só a histórica ingenuidade das
chamadas forças progressistas não viu quem protagonizaria o segundo tempo da
Lava Jato 2.0. Diretamente dos celulares de Daniel Vorcaro periciados pela PF.
E nem precisou o banqueiro cuspir os feijões... Esse é o trepidante tema que
abordaremos na Live Cinegnose 360 #244, nesse domingo (21/06), às 18h, no YouTube
e Facebook. Começando com a banda “Muse”, na sessão dos Vinis e CDs: Conspiração,
Tecnologia e Zeitgeist. Depois, duas séries Netflix: “Brasil 70: A Saga do Tri”
(como aquilo deu no futebol atual); e “Ninguém Tá Olhando” (Deus está morto no
país do Estado Mínimo). E depois dos Comentários Aleatórios, a Crítica
Midiática: Tarcisão e Sabesp pegam carona no “Super-El Niño”; A saga das
notificações aleatórias: depois do Nubank, foi o alerta da Defesa Civil; Jaques
Wagner: do abraço em Alcolumbre a pivô da Lava Jato 2.0... e os “colonistas”
vibram! Pesquisa Datafolha em caso Jaques Wagner: atentos ao feedback! Lula diz
que “nunca fui esquerdista”, e Trump diz que Lula é “volátil”; a Gramática do
Pânico Moral: tragédias estruturais viram desvios morais.
Na segunda-feira, Minutagem, Bibliografia e Discografia na Descrição do vídeo da Live Cinegnose 360 #244 no YouTube.
sexta-feira, junho 19, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Duas
mortes por dia. O trágico balanço do trânsito paulistano apresentado pelo telejornal da TV Globo "Bom
Dia SP" acendeu o alerta para o que a mídia convencionou chamar de
"violência no trânsito". Mas o que parece ser um endurecimento do
termo para chocar o espectador esconde, na verdade, uma sutil e perversa
armadilha linguística. Ao focar a busca por soluções no comportamento do
motorista ("o que cada um pode fazer?"), a narrativa esvazia a
responsabilidade histórica do planejamento urbano focado no automóvel e na
privatização do espaço pública. Trata-se da estetização de um fenômeno maior: a
onguização e a moralização da linguagem que, ao poupar o capital da culpa pela
miséria, pelo burnout e pela morte, entrega de bandeja o palanque perfeito para
o punitivismo e o pânico moral da extrema-direita.
quinta-feira, junho 18, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Enquanto
o Brasil estreava na Copa de 2026 contra Marrocos, os holofotes no MetLife
Stadium não buscavam a bola, mas sim o banco de reservas: lá estava Neymar,
convocado mesmo lesionado pelo técnico Carlo Ancelotti, mais atento aos
celulares das arquibancadas e ao seu rendimento semiótico de celebridade do que
ao jogo. Esse abismo entre o foco no extracampo e a bola rolando encontra um
espelho retrovisor incômodo na minissérie O2 Filmes/Netflix “Brasil 70: A Saga
do Tri”(2026). Ao recriar a histórica campanha do tricampeonato em meio ao
caldeirão político da ditadura militar, a produção escancara, por um violento
choque de contrastes, a decadência de um futebol que migrou da genialidade
orgânica e descentralizada para se tornar uma engrenagem corporativa engessada
e dependente de técnicos-CEOs.
terça-feira, junho 16, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Empaca aquela
que seria a “delação do fim do mundo” de Daniel Vorcaro. PGR rejeita segunda
proposta de delação premiada. Porque Vorcaro não apresentou “novidade” em
relação ao que a PF já está investigando. O que será essa “novidade” que
esperam que o banqueiro dê com a língua nos dentes? Nomes que cada vez mais se aproximem
do Palácio do Planalto? Até bater em Lula? Esse é o tema da capa da Live Extra
Cinegnose 360 #132, nessa quarta-feira (17/06), às 18h, no YouTube e Facebook. Quem
presenta o quadro “Conversas Aleatórias”, onde o participante pergunta e
comenta sobre qualquer assunto! E depois, a Crítica Midiática: o balé de Daniel
Vorcaaro: o que ele está esperando? Do empate na estreia da Copa do Mundo à
garota que morreu em um arremesso de “Rope Jump”, a culpa é, em última
instância, de Lula! O balão de ensaio chamado Renan Santos; de Moro a Xandão, a
grande mídia só acusa o segundo; Globo News joga Flávio no mar porque “o
mercado não gosta de quem mente”; os números das “pesquisas de feedback” da
agenda midiática disparam a favor de Lula; Bolsonaro: na prisão domiciliar e...
armado! E mais bombas semióticas. VENHA PARTICIPAR!
sábado, junho 13, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Desde que os
bolsonaristas se apropriaram semioticamente da camiseta canarinho da seleção,
pela primeira vez a guerra semiótica reativa do PT tenta tomá-la de volta. Foi
preciso um empurrãozinho de Trump, para Lula retomar a agenda virtuosa da
defesa da Soberania e denunciar o uso indevido da “amarelinha” pelas forças
entreguistas dos bolsonaristas e do Centrão. Mas surge a pièce de résistance de
última hora: o ministro Nunes Marques, o “Kássio Conká”. Vamos começar discutindo
esse tema na Live Cinegnose 360 #243, nesse domingo (14/06), às 18h, no YouTube
e Facebook (enquanto o Zuckerberg não nos banir de novo...). “The Breeders” é a
banda da sessão dos vinis e CDs: o feminismo pós-grunge. Depois, vamos discutir
dois fimes: o polonês “A Última Fagulha de Esperança” (quando o fio da tomada
da IA vira questão de sobrevivência) e o mexicano “Tempo Compartilhado” (Marketing,
Publicidade e Capitalismo Pentecostal). E na Crítica Midiática: a guerra
semiótica pela camisa da seleção; Karina Gama: a mulher-bomba da República; Miguel Nicolelis
confirma a profecia de Paul Virilio: os data centers estão matando a
Democracia; banqueiro disse preferir a “previsibilidade” de Lula à incerteza de
Flávio: a Blackrock estava certa? Hipertelia e a implosão da comunicação alt-right:
Malafaia quer novo líder para a direita. E outras bombinhas semióticas!
sexta-feira, junho 12, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Seja no uso
do ChatGPT para desabafos emocionais ou no bloqueio acidental de um sistema de
segurança como o BitLocker em seu notebook, o ser humano contemporâneo vive
cercado pela ilusão de controle tecnológico — até que a lógica matemática e
binária da máquina falhe, e a única saída seja puxar o fio da tomada. O
problema é quando essa alternativa deixa de ser possível e o reset vira uma
questão literal de sobrevivência. É a premissa sufocante do filme polonês “A
Última Fagulha de Esperança” (W nich cała nadzieja, 2023), onde
a última humana na face da Terra se torna refém da programação binária do robô criado para
protegê-la, ilustrando a ironia trágica de sermos trancados do lado de fora da
nossa própria existência pelos algoritmos que criamos.
quinta-feira, junho 11, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
A extrema
direita digital pode estar morrendo pela boca de seus próprios algoritmos. No
início de mais uma corrida eleitoral, analistas repetem o pavor burocrático
diante do "apocalipse da IA" e das fake news, sem notar que o sistema
de desinformação da alt-right ficou gordo demais para andar. O diagnóstico
atende pelo conceito de "hipertelia", de Jean Baudrillard: o colapso
de um mecanismo pelo seu próprio excesso. Entre o ceticismo radical do público
que anulou o valor das imagens e manobras jurídicas inócuas no TSE para
estancar a queda de Flávio Bolsonaro nas pesquisas, a outrora ágil máquina de
memes de 2018 parece ter se transformado em uma burocracia barulhenta que, na
tentativa de inundar o debate, acabou por provocar um curto-circuito em si
mesma. Como Ourobouros, mordendo a si mesma.
quinta-feira, junho 11, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
O Sinpro Santos lançou nesta semana a 12ª edição do Clipando — O Clipping Comentado da Educação (editado e apresentado por esse humilde blogueiro) trazendo para professores e gestores da Baixada Santista uma análise crítica sobre os temas mais urgentes do cotidiano escolar. Disponível no canal do YouTube do sindicato, o novo episódio funciona como uma ferramenta de formação contínua, debatendo desde o uso pedagógico das Festas Juninas e da Copa do Mundo até dados alarmantes da OCDE sobre a indisciplina nas salas de aula brasileiras e o impacto da proibição dos celulares.
Já está no ar a 12ª edição do Clipando — O Clipping Comentado da Educação, uma iniciativa do Sinpro Santos voltada para a formação contínua, mobilização e reflexão de professoras, professores e gestores da nossa região.
Indo muito além da simples curadoria de notícias, o programa propõe uma análise crítica dos temas que estão impactando diretamente o cotidiano escolar, a pedagogia e a experiência prática dentro das salas de aula.
Nesta edição, mergulhamos em debates urgentes e trouxemos insights valiosos para o seu planejamento pedagógico. Confira os destaques:
O que você vai ver neste episódio:
Festas Juninas e Copa do Mundo: Como transformar esses dois grandes eventos em verdadeiras potências pedagógicas transdisciplinares, superando estereótipos e promovendo o resgate cultural, o raciocínio matemático e a consciência corporal.
O Impacto do Afeto no Ensino: Um olhar atento sobre pesquisas recentes que comprovam como o bem-estar emocional e o bom humor do docente são gatilhos essenciais para o sucesso escolar e o pensamento crítico dos alunos.
Celulares em Sala de Aula: Uma análise sobre a “primeira onda” de estudos globais a respeito da proibição dos smartphones. Os resultados são mesmo eficazes ou estamos diante de uma resposta ambígua?
Indisciplina e Dados da OCDE: O Brasil lidera o ranking de países que mais perdem tempo letivo tentando controlar a indisciplina. Como a “cultura da responsabilidade” e os acordos coletivos (inspirados em John Dewey e Maria Montessori) podem transformar o clima escolar?
Assista ao vídeo completo abaixo, com Referências, links das notícias citadas, Bibliografia e Minutagem detalhada.
inspire-se e use os comentários para compartilhar suas experiências com esses temas na sua escola!
REFERÊNCIAS:
1- Além da pipoca e da quadrilha: a Festa Junina como potência pedagógica nas escolas:
RIBEIRO, Darcy. O Povo Brasileiro: a formação e o sentido do Brasil, Global Editora, 2015.
MINUTAGEM:
[00:00] – Introdução e apresentação do objetivo do programa Clipando #12.
[02:03] – Visão geral dos três principais assuntos da edição: Festas Juninas/Copa do Mundo como potências pedagógicas, efeitos da proibição de celulares e a indisciplina no Brasil.
[04:53] – Bloco 1: A Festa Junina como potência pedagógica e o resgate cultural contra os estereótipos tradicionais.
[08:50] – Aplicação prática das Festas Juninas nas disciplinas (Matemática, Geografia, Ciências, Linguagem e Literatura) e a valorização da agricultura familiar.
[11:02] – A Festa Junina na Educação Infantil e a importância da experiência analógica/sensorial no mundo digital.
[15:03] – Como trabalhar a cultura popular em sala de aula de acordo com os segmentos (Infantil, Fundamental e Médio).
[19:41] – Bloco 2: A Copa do Mundo em sala de aula — 10 conteúdos e oportunidades interdisciplinares (Geometria, Educação Física, Literatura, Artes e Alfabetização).
[25:37] – Bloco 3: Análise do estudo sobre o impacto do bom humor e bem-estar emocional do professor no desempenho dos alunos.
[28:45] – Reflexão sobre o professor como modelo de identificação geracional e os desafios do prazer de ensinar.
[37:04] – Bloco 4: Análise do documento “Aprendizagem, bem-estar e desigualdade na primeira infância” (dados sobre literacia, numeracia e o impacto do uso de telas).
[43:42] – Bloco 5: O monitoramento global sobre os efeitos e a ambiguidade nos resultados da proibição do celular nas escolas.
[51:08] – Bloco 6: Dados da OCDE sobre indisciplina escolar (o Brasil como o país que mais perde tempo contendo bagunça) e como propor uma cultura de responsabilidade baseada em John Dewey e Maria Montessori.
[56:39] – Encerramento, agradecimentos e avisos institucionais do sindicato.
terça-feira, junho 09, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
A Copa no
Brasil em 2014 foi marcada por protestos de rua do “NÃO VAI TER COPA”, quando o
País ameaçava a geopolítica dos EUA com Pré-Sal e Softpower alvo da Lava Jato. Hoje,
quando a presidenta do México, Claudia Sheinbaum, desafia a intervenção de
Trump em Cuba, a Copa no México é atingida pelos protestos “BOICOT AL MUNDIAL” nas
ruas... ENTENDEU? OU QUER QUE DESENHE? Vamos discutir essa e outras notícias na
Live Extra Cinegnose 360 #131, nessa quarta-feira (10/06/2026), no YouTube e
Facebook. E depois das trepidante Conversas Aleatórias (onde você participa no
Chat fazendo perguntas e comentários ao humilde blogueiro), a Crítica
Midiática: EUA arrumam seu quintal nas eleições da Colômbia e Peru; a
estratégia de saturação Alt-right: por que Nunes Marques suspendeu pesquisa
eleitoral velha, do mês passado? O Feitiço do Tempo: agora, o “Não Vai Ter Copa”
é no México; Governo abre crédito para moto de precarizados: de novo chocando o
ovo da serpente? Copa do Mundo nos EUA: nem nas Olimpíadas da Berlim de Hitler
foi assim! A suspensão da vacina da dengue do Butantan: grande mídia
oportunisticamente dá as manchetes erradas.
sábado, junho 06, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Finalmente, PCC e CV foram tipificados como grupos terroristas
internacionais pelos EUA. Deixaram de ser uma questão policial de repressão ao
narcotráfico para se tornarem alvos da CIA e Pentágono. Como problema de
segurança nacional. O que, pela legislação norte-americana, permite a incursão
de agentes secretos no Brasil, sem o conhecimento do Governo. Como ocorreu
recentemente no México. Quem sabe, já não estavam infiltrados alguns “espiões”
da CIA na Parada Orgulho LGBT+, nesse domingo... Venha discutir essa distopia
na Live Cinegnose 360 #242, nesse domingo (07/06), às 18h, no YouTube e Facebook.
Começando com o “New York Dolls”: o glam rock protopunk da liquefação de gêneros
no Capitalismo Tardio. Depois, dois filmes para discutirmos: “Blackrooms – Um Não-Lugar”
(espaços liminares e labirintos existenciais do século XXI); e “O Golpista do
Ano” (a dialética da libertação). E na Crítica Midiática: São Paulo sobre um
barril de pólvora após as privatizações do “Bandeirante Frankenstein” (aquele
que foi sem nunca ter sido...); fora da ribalta, Zelensky faz tudo para chamar
a atenção; Parada Orgulho LGBT+ perdeu 60% de patrocínio corporativo: a retração
internacional da agenda ESG; grande mídia dá uma última chance para “Tariflávio”:
foca na tipificação de terrorismo para PCC e CV; comunicação alt-right estaria
entrando em estado de “hipertelia”? A urgência
de uma think tank de inteligência semiótica; Tucanos flertam com MBL e Renan
Santos: PSDB tenta ressurreição com Terceira Via para o Capitalismo de Desastre?
quinta-feira, junho 04, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Um labirinto infinito de paredes amarelas, carpetes úmidos e o
zumbido incessante de luzes fluorescentes. O horror de “Backrooms – Um Não-Lugar”
(Backrooms, 2026), novo thriller psicológico da A24 dirigido pelo jovem youtuber
Kane Parsons, não nasce de monstros clássicos, mas sim da própria arquitetura
do século XXI. Ao adaptar o fenômeno das creepypastas de espaços liminares para
o cinema, o longa funciona como um sintoma do nosso zeitgeist: uma tradução
gélida e perturbadora do conceito de "não-lugar" de Marc Augé,
mostrando que o verdadeiro terror da hipermodernidade não é ficar preso em uma
dimensão paralela, mas perceber que o mundo real já se transformou em um eterno
vazio existencial. O filme transforma o isolamento, a padronização e o vazio da
arquitetura hipermoderna em um labirinto de horror existencial e absoluto.
quinta-feira, junho 04, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
A fabricação de narrativas de pânico moral e a simulação de
ameaças políticas deixaram de ser meros boatos de internet para se tornarem
armas centrais da guerra semiótica contemporânea. A engrenagem ficou evidente
após a Jovem Pan News divulgar uma apuração sobre um suposto plano contra a
vida de Flávio Bolsonaro, amarrando figuras midiáticas presas ao fantasma do
crime organizado para desgastar a agenda de soberania do governo federal. Alertando
para a fabricação da bomba semiótica da simulação de atentado contra o senador,
modus operandi alt-right. Esse cenário de "inundação informacional" (flood
the zone) expõe a obsolescência das notas oficiais e das checagens tardias.
Para sobreviver ao massacre de narrativas da extrema-direita aliada ao
trumpismo, o Estado brasileiro enfrenta o desafio urgente de institucionalizar
um Grupo de Inteligência Semiótica, transformando a comunicação pública em uma
barreira proativa de defesa e imunidade da própria democracia.
terça-feira, junho 02, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
“Vendilhões da Pátria”,
“traidores”, “covardes”... Lula diz que filhos são piores do que o pai Bolsonaro.
Lula está “ON”, “Full Pistola”. Enquanto Flávio, de novo, dá um tiro no pé:
manda carta pra Marco Rubio, pedindo que poupe o Brasil de outro tarifaço. Terminando:
“Deus abençoe a América, e que Deus abençoe o Brasil”... America First! A grande
mídia enterra de vez a Lava Jato 2.0 e volta-se contra os Bolsonaros, enquanto
Trump vira involuntário estrategista da campanha de Lula! Venha discutir esse e
outros temas na Live Extra Cinegnose 360 #130, nessa quarta-feira (03/06), no
YouTube e Facebook. Começando com as trepidantes “Conversas Aleatórias”. E
depois, a Crítica Midiática: Nova “Fakeada”? Cientista político demonstra a importância
da Inteligência Semiótica como vacina eleitoral; o escândalo dos wi-fis da
prefeitura de SP e a ONG que produzia filme sobre Bolsonaro: caso explode no
Congresso; Flagrante de construção semiótica da crise climática; “Pix é do
Brasil”: as ironias da invenção do PIX; Balneário Camboriu sediará festa de
Sugar Daddies ao estilo “De Olhos Bem Fechados” de Kubrick.
segunda-feira, junho 01, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
O que
acontece quando o capitalismo de plataforma, a mercantilização absoluta do
afeto e o reacionarismo estético se encontram no mesmo endereço icônico da
extrema-direita, Balneário Camboriú? O release enviado para a imprensa sobre a
"MP Party 2026" — festa exclusiva do site de relacionamentos
MeuPatrocínio, com ingressos masculinos de até R$ 19.999 e localização secreta
— funciona como uma perfeita bomba semiótica e sintoma psicossocial do nosso
tempo. Sob o verniz do "luxo" e das máscaras venezianas, o evento
materializa o ápice do "Amor Líquido" de Zygmunt Bauman e a sobrevida
do "Machismo Zumbi" dentro do ecossistema urbano e político mais caro
ao bolsonarismo.
sábado, maio 30, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Os Bolsonaros
acham que foram eles mesmos que convenceram Trump a tipificar PCC e CV como grupos
terroristas. Devem também acreditar em Papai Noel e coelhinho da Páscoa... e a grande
mídia também! Enquanto Trump faz Flávio Bolsonaro dar um tiro no pé, dando de
bandeja, de novo, o discurso da defesa da Soberania para Lula. Venha discutir
esse e outros temas na Live Cinegnose 360 #241, nesse domingo (31/05), às 18h,
no YouTube e Facebook. Que começa com Gary Glitter: glam rock de arena e
crimes. E na sessão do Cinema e Audiovisual: o cult “O Que Há Para Jantar” (como
a hipocrisia adulta preparou o colapso cultural e geracional) e o documentário “Boa
Noite, Oppy” (um curto-circuito cognitivo e ideológico). Nos Comentários
Aleatórios, Paul Virilio e Edgard Morin. E na Crítica Midiática: PCC e CV Grupos
Terroristas: de novo, Trump cabo eleitoral de Lula, num jogo ganha-ganha; Saem
PCC e CV e entram as milícias; vitória de João Fonseca no tênis e a polarização
Zé Gotinha Vs. Djokovic; Pânico Moral esconde a Política no armário enquanto
ruas são colonizadas por cruzadas moralizantes; OTAN simula guerra contra
Rússia... e perde!
sábado, maio 30, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Por que
choramos por um amontoado de engrenagens em Marte enquanto normalizamos a
desumanização na Terra? Por trás do verniz emocionante e da trilha sonora
grandiloquente de Boa Noite, Oppy (2022, disponível na Prime Video), o
documentário da NASA esconde um profundo sintoma social de uma civilização
fetichista. Longe de ser apenas uma celebração da engenhosidade humana, a
comoção global pela "morte" do rover Opportunity revela um duplo
curto-circuito ideológico: a transformação de máquinas em seres sencientes
enquanto as relações humanas são coisificadas, somada a um delírio escatológico
que gasta bilhões caçando micróbios em um deserto planetário morto enquanto
abandona o próprio Éden terrestre ao colapso climático.
sexta-feira, maio 29, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Por trás dos
comerciais de margarina e dos gramados impecáveis da América dos anos 1950,
escondia-se a suspeita de um pesadelo canibal. Lançado em 1989, o clássico cult “O Que Há Para Jantar?” (Parents) usa o humor negro e o terror
psicológico para implodir o idílio da família tradicional do pós-guerra.
Através dos olhos aterrorizados de um garoto de dez anos que suspeita do
cardápio sangrento de casa, o filme funciona como uma perturbadora metáfora psicanalítica
e sociológica sobre a hipocrisia adulta, antecipando em plena tela o colapso
cultural e a rebeldia jovem que ditariam o zeitgeist da contracultura dos anos
1960.
Cinegnose participa do programa Poros da Comunicação na FAPCOM
Este humilde blogueiro participou da edição de número seis do programa “Poros da Comunicação” no canal do YouTube TV FAPCOM, cujo tema foi “Tecnologia e o Sagrado: um novo obscurantismo?
Esse humilde blogueiro participou da 9a. Fatecnologia na Faculdade de Tecnologia de São Caetano do Sul (SP) em 11/05 onde discutiu os seguintes temas: cinema gnóstico; Gnosticismo nas ciências e nos jogos digitais; As mito-narrativas gnósticas e as transformações da Jornada do Herói nas HQs e no Cinema; As semióticas das narrativas como ferramentas de produção de roteiros.
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Coleção Curtas da Semana
Lista semanalmente atualizada com curtas que celebram o Gnóstico, o Estranho e o Surreal
Após cinco temporadas, a premiada série televisiva de dramas, crimes e thriller “Breaking Bad” (2008-2013) ingressou na lista de filmes d...
Bem Vindo
"Cinema Secreto: Cinegnose" é um Blog dedicado à divulgação e discussões sobre pesquisas e insights em torno das relações entre Gnosticismo, Sincromisticismo, Semiótica e Psicanálise com Cinema e cultura pop.
A lista atualizada dos filmes gnósticos do Blog
No Oitavo Aniversário o Cinegnose atualiza lista com 101 filmes: CosmoGnósticos, PsicoGnósticos, TecnoGnósticos, AstroGnósticos e CronoGnósticos.
Esse humilde blogueiro participou do Hangout Gnóstico da Sociedade Gnóstica Internacional de Curitiba (PR) em 03/03 desse ano onde pude descrever a trajetória do blog "Cinema Secreto: Cinegnose" e a sua contribuição no campo da pesquisa das conexões entre Cinema e Gnosticismo.
Mestre em Comunição Contemporânea (Análises em Imagem e Som) pela Universidade Anhembi Morumbi.Doutorando em Meios e Processos Audiovisuais na ECA/USP. Jornalista e professor na Universidade Anhembi Morumbi nas áreas de Estudos da Semiótica e Comunicação Visual. Pesquisador e escritor, autor de verbetes no "Dicionário de Comunicação" pela editora Paulus, organizado pelo Prof. Dr. Ciro Marcondes Filho e dos livros "O Caos Semiótico" e "Cinegnose" pela Editora Livrus.
Neste trabalho analiso a produção cinematográfica norte-americana (1995 a 2005) onde é marcante a recorrência de elementos temáticos inspirados nas narrativas míticas do Gnosticismo.>>> Leia mais>>>
"O Caos Semiótico"
Composto por seis capítulos, o livro é estruturado em duas partes distintas: a primeira parte a “Psicanálise da Comunicação” e, a segunda, “Da Semiótica ao Pós-Moderno >>>>> Leia mais>>>