terça-feira, junho 09, 2026

Por que Nunes Marques censura pesquisa velha? Copa nos EUA: nem nas Olimpíadas de Hitler! As manchetes erradas sobre suspensão da vacina



A Copa no Brasil em 2014 foi marcada por protestos de rua do “NÃO VAI TER COPA”, quando o País ameaçava a geopolítica dos EUA com Pré-Sal e Softpower alvo da Lava Jato. Hoje, quando a presidenta do México, Claudia Sheinbaum, desafia a intervenção de Trump em Cuba, a Copa no México é atingida pelos protestos “BOICOT AL MUNDIAL” nas ruas... ENTENDEU? OU QUER QUE DESENHE? Vamos discutir essa e outras notícias na Live Extra Cinegnose 360 #131, nessa quarta-feira (10/06/2026), no YouTube e Facebook. E depois das trepidante Conversas Aleatórias (onde você participa no Chat fazendo perguntas e comentários ao humilde blogueiro), a Crítica Midiática: EUA arrumam seu quintal nas eleições da Colômbia e Peru; a estratégia de saturação Alt-right: por que Nunes Marques suspendeu pesquisa eleitoral velha, do mês passado? O Feitiço do Tempo: agora, o “Não Vai Ter Copa” é no México; Governo abre crédito para moto de precarizados: de novo chocando o ovo da serpente? Copa do Mundo nos EUA: nem nas Olimpíadas da Berlim de Hitler foi assim! A suspensão da vacina da dengue do Butantan: grande mídia oportunisticamente dá as manchetes erradas.

sábado, junho 06, 2026

O protopunk 'New York Dolls'; a última chance de "Tariflávio"; urgência de think tank de inteligência semiótica; Parada LGBT e fim da agenda ESG



Finalmente, PCC e CV foram tipificados como grupos terroristas internacionais pelos EUA. Deixaram de ser uma questão policial de repressão ao narcotráfico para se tornarem alvos da CIA e Pentágono. Como problema de segurança nacional. O que, pela legislação norte-americana, permite a incursão de agentes secretos no Brasil, sem o conhecimento do Governo. Como ocorreu recentemente no México. Quem sabe, já não estavam infiltrados alguns “espiões” da CIA na Parada Orgulho LGBT+, nesse domingo... Venha discutir essa distopia na Live Cinegnose 360 #242, nesse domingo (07/06), às 18h, no YouTube e Facebook. Começando com o “New York Dolls”: o glam rock protopunk da liquefação de gêneros no Capitalismo Tardio. Depois, dois filmes para discutirmos: “Blackrooms – Um Não-Lugar” (espaços liminares e labirintos existenciais do século XXI); e “O Golpista do Ano” (a dialética da libertação). E na Crítica Midiática: São Paulo sobre um barril de pólvora após as privatizações do “Bandeirante Frankenstein” (aquele que foi sem nunca ter sido...); fora da ribalta, Zelensky faz tudo para chamar a atenção; Parada Orgulho LGBT+ perdeu 60% de patrocínio corporativo: a retração internacional da agenda ESG; grande mídia dá uma última chance para “Tariflávio”: foca na tipificação de terrorismo para PCC e CV; comunicação alt-right estaria entrando em estado de “hipertelia”?  A urgência de uma think tank de inteligência semiótica; Tucanos flertam com MBL e Renan Santos: PSDB tenta ressurreição com Terceira Via para o Capitalismo de Desastre?

quinta-feira, junho 04, 2026

'Backrooms - Um Não-Lugar': espaços liminares e o labirinto existencial do século XXI



Um labirinto infinito de paredes amarelas, carpetes úmidos e o zumbido incessante de luzes fluorescentes. O horror de “Backrooms – Um Não-Lugar” (Backrooms, 2026), novo thriller psicológico da A24 dirigido pelo jovem youtuber Kane Parsons, não nasce de monstros clássicos, mas sim da própria arquitetura do século XXI. Ao adaptar o fenômeno das creepypastas de espaços liminares para o cinema, o longa funciona como um sintoma do nosso zeitgeist: uma tradução gélida e perturbadora do conceito de "não-lugar" de Marc Augé, mostrando que o verdadeiro terror da hipermodernidade não é ficar preso em uma dimensão paralela, mas perceber que o mundo real já se transformou em um eterno vazio existencial. O filme transforma o isolamento, a padronização e o vazio da arquitetura hipermoderna em um labirinto de horror existencial e absoluto.

A urgência da Inteligência Semiótica: da reação defensiva à estratégia proativa na guerra híbrida



A fabricação de narrativas de pânico moral e a simulação de ameaças políticas deixaram de ser meros boatos de internet para se tornarem armas centrais da guerra semiótica contemporânea. A engrenagem ficou evidente após a Jovem Pan News divulgar uma apuração sobre um suposto plano contra a vida de Flávio Bolsonaro, amarrando figuras midiáticas presas ao fantasma do crime organizado para desgastar a agenda de soberania do governo federal. Alertando para a fabricação da bomba semiótica da simulação de atentado contra o senador, modus operandi alt-right. Esse cenário de "inundação informacional" (flood the zone) expõe a obsolescência das notas oficiais e das checagens tardias. Para sobreviver ao massacre de narrativas da extrema-direita aliada ao trumpismo, o Estado brasileiro enfrenta o desafio urgente de institucionalizar um Grupo de Inteligência Semiótica, transformando a comunicação pública em uma barreira proativa de defesa e imunidade da própria democracia.

terça-feira, junho 02, 2026

Trump: o estrategista eleitoral de Lula; inteligência semiótica como vacina eleitoral; por que grande mídia enterrou a Lava Jato 2.0?



Vendilhões da Pátria”, “traidores”, “covardes”... Lula diz que filhos são piores do que o pai Bolsonaro. Lula está “ON”, “Full Pistola”. Enquanto Flávio, de novo, dá um tiro no pé: manda carta pra Marco Rubio, pedindo que poupe o Brasil de outro tarifaço. Terminando: “Deus abençoe a América, e que Deus abençoe o Brasil”... America First! A grande mídia enterra de vez a Lava Jato 2.0 e volta-se contra os Bolsonaros, enquanto Trump vira involuntário estrategista da campanha de Lula! Venha discutir esse e outros temas na Live Extra Cinegnose 360 #130, nessa quarta-feira (03/06), no YouTube e Facebook. Começando com as trepidantes “Conversas Aleatórias”. E depois, a Crítica Midiática: Nova “Fakeada”? Cientista político demonstra a importância da Inteligência Semiótica como vacina eleitoral; o escândalo dos wi-fis da prefeitura de SP e a ONG que produzia filme sobre Bolsonaro: caso explode no Congresso; Flagrante de construção semiótica da crise climática; “Pix é do Brasil”: as ironias da invenção do PIX; Balneário Camboriu sediará festa de Sugar Daddies ao estilo “De Olhos Bem Fechados” de Kubrick.

segunda-feira, junho 01, 2026

O Mercado Afetivo do Luxo: entre o Amor Líquido e o Machismo Zumbi



O que acontece quando o capitalismo de plataforma, a mercantilização absoluta do afeto e o reacionarismo estético se encontram no mesmo endereço icônico da extrema-direita, Balneário Camboriú? O release enviado para a imprensa sobre a "MP Party 2026" — festa exclusiva do site de relacionamentos MeuPatrocínio, com ingressos masculinos de até R$ 19.999 e localização secreta — funciona como uma perfeita bomba semiótica e sintoma psicossocial do nosso tempo. Sob o verniz do "luxo" e das máscaras venezianas, o evento materializa o ápice do "Amor Líquido" de Zygmunt Bauman e a sobrevida do "Machismo Zumbi" dentro do ecossistema urbano e político mais caro ao bolsonarismo.

sábado, maio 30, 2026

Gary Glitter: rock e crime; Trump, cabo eleitoral de Lula em jogo ganha-ganha; Zé Gotinha polariza Roland Garros; OTAN perde para Rússia em simulação


Os Bolsonaros acham que foram eles mesmos que convenceram Trump a tipificar PCC e CV como grupos terroristas. Devem também acreditar em Papai Noel e coelhinho da Páscoa... e a grande mídia também! Enquanto Trump faz Flávio Bolsonaro dar um tiro no pé, dando de bandeja, de novo, o discurso da defesa da Soberania para Lula. Venha discutir esse e outros temas na Live Cinegnose 360 #241, nesse domingo (31/05), às 18h, no YouTube e Facebook. Que começa com Gary Glitter: glam rock de arena e crimes. E na sessão do Cinema e Audiovisual: o cult “O Que Há Para Jantar” (como a hipocrisia adulta preparou o colapso cultural e geracional) e o documentário “Boa Noite, Oppy” (um curto-circuito cognitivo e ideológico). Nos Comentários Aleatórios, Paul Virilio e Edgard Morin. E na Crítica Midiática: PCC e CV Grupos Terroristas: de novo, Trump cabo eleitoral de Lula, num jogo ganha-ganha; Saem PCC e CV e entram as milícias; vitória de João Fonseca no tênis e a polarização Zé Gotinha Vs. Djokovic; Pânico Moral esconde a Política no armário enquanto ruas são colonizadas por cruzadas moralizantes; OTAN simula guerra contra Rússia... e perde!

O curto-circuito cognitivo e ideológico no documentário 'Boa Noite, Oppy'



Por que choramos por um amontoado de engrenagens em Marte enquanto normalizamos a desumanização na Terra? Por trás do verniz emocionante e da trilha sonora grandiloquente de Boa Noite, Oppy (2022, disponível na Prime Video), o documentário da NASA esconde um profundo sintoma social de uma civilização fetichista. Longe de ser apenas uma celebração da engenhosidade humana, a comoção global pela "morte" do rover Opportunity revela um duplo curto-circuito ideológico: a transformação de máquinas em seres sencientes enquanto as relações humanas são coisificadas, somada a um delírio escatológico que gasta bilhões caçando micróbios em um deserto planetário morto enquanto abandona o próprio Éden terrestre ao colapso climático.

sexta-feira, maio 29, 2026

'O Que Há Para Jantar?': como a hipocrisia adulta preparou o colapso cultural e geracional



Por trás dos comerciais de margarina e dos gramados impecáveis da América dos anos 1950, escondia-se a suspeita de um pesadelo canibal. Lançado em 1989, o clássico cult “O Que Há Para Jantar?” (Parents) usa o humor negro e o terror psicológico para implodir o idílio da família tradicional do pós-guerra. Através dos olhos aterrorizados de um garoto de dez anos que suspeita do cardápio sangrento de casa, o filme funciona como uma perturbadora metáfora psicanalítica e sociológica sobre a hipocrisia adulta, antecipando em plena tela o colapso cultural e a rebeldia jovem que ditariam o zeitgeist da contracultura dos anos 1960.

quinta-feira, maio 28, 2026

Em 1995, Paul Virilio anteviu o sufocamento da Democracia pelo tempo real das redes no século XXI


 

Em agosto de 1995, quando a internet comercial ainda dava seus primeiros passos e o otimismo tecnológico pintava a rede como a utopia definitiva da liberdade e da conexão global, o urbanista e filósofo francês Paul Virilio (1932–2018) publicou no Le Monde Diplomatique o ensaio "Velocidade e Informação: Cyberspace alarm!". Enquanto a maioria dos analistas celebrava o nascimento da "ciberdemocracia", Virilio — o pai da Dromologia, a ciência que estuda o impacto da velocidade na sociedade — emitiu um aviso de emergência que, lido hoje, impressiona por sua precisão cirúrgica e assustadora atualidade.

Pânico Moral esconde a Política no armário enquanto ruas são colonizadas por cruzadas moralizantes



Para além da música e da fé que arrastaram milhares de fiéis ao Centro do Rio no último sábado (23) durante a 19ª Marcha para Jesus, o megaevento — blindado como “Patrimônio Imaterial” e turbinado com R$ 6 milhões de dinheiro público — acendeu o estopim de um debate muito mais profundo do que a simples crítica ao "oportunismo eleitoral" de Silas Malafaia e seus pré-candidatos para 2026. O que o evento escancara é a consolidação da agenda do pânico moral, bomba semiótica que produz o novo centro de gravidade da esfera pública brasileira. Em uma inversão social sem precedentes, enquanto os projetos de país e o debate ideológico racional são empurrados para o armário do foro íntimo, as ruas e as instituições são colonizadas por uma cruzada moralizante e hiperbólica de costumes, transformando a arena política em um tribunal eclesiástico e o adversário em um inimigo a ser extirpado.

terça-feira, maio 26, 2026

Sincericídio do presidente do PL afunda mais Flávio Bolsonaro; Virgínia Fonseca beija macaco e vai para a Copa; ex-BBB defende Bolsa Família: pior do que Huck



O ex-sócio de casas noturnas e “ex-fazendeiro de bundas” no programa “H” da Band em 2000, Luciano Huck (agora promovido a palpiteiro de temas aleatórios neoliberais em eventos fechados corporativos), acusou o Bolsa Família de “ineficiente” e “preguiçoso”. Para ele é melhor subir na vida com “Familhão” e “Willimpíadas”, garoto de propaganda do Will Bank, braço do Grupo Master, do infame banqueiro Daniel Vorcaro. É sobre essas relações promíscuas e hipócritas entre mídia, Faria Lima, crime organizado e agenda neoliberal que também vamos discutir na Live Extra Cinegnose 360 #129, nessa quarta-feira (27/05), às 18h, no YouTube e Facebook. Dia de “Comentários Aleatórios”: você faz qualquer pergunta sobre qualquer tema para o humilde blogueiro. E depois, a Crítica Midiática: Waldemar Costa Neto comete sincericídio na Globo News... premeditado? Tão premeditado quanto o sincericídio na Jovem Pan News sobre o fim da escala 6X1? Polêmica Bolsa Família: ex-BBB faz defesa neoliberal! A dupla função de Cuba para Trump; CNJ aprova contracheque único para controlar salários de juízes: pauta moralista volta-se contra seus criadores; Virgínia Fonseca beija macaco e vai cobrir a Copa do Mundo: do infotenimento ao jornalismo-influencer; Para além da educação financeira: o endividamento estrutural... e outras bombinhas semióticas.

segunda-feira, maio 25, 2026

Clipando #11: Dia do Pedagogo, ensinar Ciência de verdade e aprender brincando



Já está no ar o Clipando #11, o clipping comentado da educação produzido e apresentado por esse humilde blogueiro  para o Sinpro Santos. Para apoiar e inspirar a formação continuada dos professores. Disponível no YouTube e no Spotify, esta edição traz debates urgentes para o dia a dia da sala de aula: os caminhos para ensinar Ciência de verdade e combater o negacionismo, reflexões sobre a pedagogia inclusiva no Dia do Pedagogo e a importância do brincar como o próprio ato de aprender. Confira abaixo o episódio completo, além da curadoria de referências, links e bibliografia que basearam o programa.

sábado, maio 23, 2026

Tina Turner; Deolane salva a cara da Faria Lima; Eleições: o problema não é Bolsonaro, é o antipetismo; Barbosa e o "representativismo"


Em meio à tempestade e tormentas dos áudios do Intercept que jogaram Vorcaro diretamente para o seu colo, Flávio Bolsonaro arruma um alívio cômico: uma suposta agenda internacional que envolveria uma “reunião marcada” com Donald Trump. Será um simples cortina de fumaça para o distinto público? Ou um plano de fuga diante do boato de bloqueio de bens e apreensão do passaporte? Vamos discutir esse e outros assuntos na Live Cinegnose 360 #240, nesse domingo (24/05), às 18h, no YouTube e Facebook. Para começar, vamos ver os vinis de Tina Turner: do Blues ao Pop, no lugar certo e na hora certa. Depois, vamos discutir os filmes “Morra, Amor” (a semioticização do tesão) e “La Belle Époque” (o cinema como viagem no tempo). E Comentários Aleatórios Especial: A armadilha do Multiverso: imortalidade Quântica e Gnose. E na Crítica Midiática: Caso Banco Master: a Lava Jato 2.0 que não foi; Deolane e o documentário Globoplay “territórios: Sob o Domínio do Crime”: salvando a cara da Faria Lima; Eleições e endividamento estrutural: é a microeconomia, estúpido! Michelle ou Joaquim Barbosa para “Terceira Via”: façam suas apostas; DataFolha: Flávio Bolsonaro cai... mas, tão rápido? O problema não é Bolsonaro: é o antipetismo; o duplo papel de Cuba na mitomania mídia centrada de Trump.

A semioticização do tesão no filme 'Morra, Amor'



O tédio doméstico e o colapso do ideal conjugal estão longe de ser novidade no cinema, mas nada prepara o espectador para a violência sensorial de “Morra, Amor” (Die My Love, 2025, disponível no MUBI). Sob a direção cirúrgica de Lynne Ramsay, o longa vai muito além do drama tradicional sobre psicose pós-parto ao transformar o isolamento rural de uma jovem mãe (Jennifer Lawrence) em uma arena de batalha existencial. O longa esquiva-se do clichê da depressão pós-parto para realizar uma autópsia semiótica do casamento. O que se vê na tela é o "infarto do signo": o choque brutal entre a energia bruta do tesão extra-linguístico e uma estrutura social implacável que drena a força vital de uma geração que viu seus sonhos serem domesticados pela rotina.

quinta-feira, maio 21, 2026

A Armadilha do Multiverso: Imortalidade Quântica e a Complexidade da Gnose


O pior pesadelo dos antigos gnósticos acaba de ganhar uma equação matemática. A longa jornada da Cosmogonia — que enxerga o nosso universo material não como uma criação divina, mas como uma prisão traumática resultante de um acidente cósmico — sempre teve uma única rota de fuga: a Gnose, o autoconhecimento profundo capaz de quebrar o ciclo de reencarnações e nos reconectar com a Divindade original. Mas o que acontece quando as chaves dessa fechadura espiritual colidem com os paradoxos da física quântica? Através do conceito da imortalidade quântica, a ciência de fronteira sugere que a consciência é incapaz de registrar o próprio fim, sendo compelida a saltar para bifurcações infinitas onde a sobrevivência física prevalece. Ao transformar o "descarte do corpo" em um looping probabilístico estatístico, o multiverso revela-se a Matrix perfeita: um labirinto fractal onde o Demiurgo não precisa de sentinelas, pois o próprio espaço-tempo garante o confinamento. A seguir, entenda como a física moderna está redefinindo o conceito de despertar espiritual, transformando a transcendência em um desafio n-dimensional.

terça-feira, maio 19, 2026

"A Irmandade": Vorcaro, Bolsonaro etc... todos são "meu irmão"! DataFolha comete sincericídio; OMS "assustada" com Ebola: novo "circuit breaker" global?



Em meio ao terremoto político gerado pelos áudios publicados pelo Intercept envolvendo Vorcaro e o financiamento do filme biográfico de Bolsonaro, Flávio Bolsonaro tenta pegar carona na convocação de Neymar para a Seleção Brasileira na Copa desse ano. “Flávio é Neymar, Neymar é Flávio”, tenta lacrar nas redes sociais o pré-candidato à presidência. Com uma foto do bolsonarista Neymar sorridente posando ao lado de Flávio. Deu match! Será que teremos um filme sobre a vida do “Menino Ney” com “patrocínio sigiloso” de Daniel Vorcaro? Vamos falar sobre isso na Live Extra Cinegnose 360 #128, nessa quarta-feira (20/05), às 18h, no YouTube e Facebook. Que tem as “Conversas Aleatórias”, quadro da Live em que o chat pode fazer qualquer pergunta sobre qualquer assunto para o humilde blogueiro. E na Crítica Midiática: como o jornalismo corporativo tenta arrancar uma mais-valia semiótica do caso “Flávio Bolsonaro/Vorcaro”; DataFolha comete sincericídio: ninguém soube que Senado rejeitou Messias ao STF; de Pelé a Neymar: por que ídolos esportivos são atraídos pela extrema-direita? Deputado Mário Frias (PL-SP) também chama Vorcaro de “meu irmão”... próximo filme, “A Irmandade”! OMS “assustada” com surto de Ebola no Congo: novo “circuit breaker” global?

sábado, maio 16, 2026

Patti Smith; os Bolsonaros: entre "crime de narrativa" e "crime das ruas"; Mídia já faz feitiçarias semióticas buscando alternativa à direita



QUEIMOU O FILME! Duas lições podemos tirar dessa lambança da família Bolsonaro. Uma, semiótica: um “crime de narrativa” (macular o filme de um “herói”) foi mais desastroso politicamente do que o “crime das ruas” – as denúncias de anos de envolvimento dos Bolsonaros com milícias do RJ. Outra, midiática: a total burrice como os Bolsonaros lidaram com uma crise, revela que eles só cresceram na política com apoio/leniência do jornalismo corporativo. Esse é um dos assuntos da Live Cinegnose 360 #239, nesse domingo (17/05), às 18h, no YouTube e Facebook. Que começa com Patti Smith: Punk, literatura e misticismo. Depois, vamos discutir o filme “Secretária” (as perversões privadas se tornam virtudes profissionais no século XXI. E na Crítica Midiática: uma semana de guerra semiótica – da bomba semiótica do detergente à crise Bolsomaster; Analista da BlackRock crava: Lula é favorito para 2026... Coincidência? Flávio Bolsonaro já era: jornalismo corporativo já ativa feitiçarias semióticas para alternativa à direita; Trump celebra morte do no. 2 do Estado Islâmico: diversionismo e terras raras. E outras bombas semióticas que explodam até as 18h nesse mundo louco...

sexta-feira, maio 15, 2026

Vorcaro e o financiamento de 'Dark Horse': ironias midiáticas do "crime de narrativa"


O vazamento pelo The Intercept de um áudio em que o senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), cobra intimamente recursos do banqueiro Daniel Vorcaro para salvar o filme Black Horse detonou uma crise sistêmica que tornou natimorta sua campanha ao Planalto. O episódio escancara a maior ironia da política contemporânea: enquanto anos de graves denúncias sobre vínculos com o "crime de sangue" das milícias cariocas foram absorvidos pela opinião pública como mero ruído, bastou um escândalo estético sobre os bastidores da própria imagem para implodir o clã. É a prova definitiva de que, na era da Media Life, o "crime de narrativa" destrói muito mais do que a dura realidade dos fatos jurídicos.

As perversões privadas se tornam virtudes profissionais no século XXI em 'Secretária'



Se os pensadores do século XIX, de Freud a Durkheim, viajassem no tempo para o escritório de advocacia de E. Edward Grey, ficariam perplexos: o que antes era visto como uma patologia a ser curada tornou-se a engrenagem perfeita da produtividade. Enquanto a era vitoriana tentava domesticar a neurose para salvar a civilização, o capitalismo tardio descobriu que o distúrbio — quando bem alocado — é um combustível imbatível. Através de uma análise do filme “Secretária” (2002, disponível na Prime Video), mergulhamos na transição da "sociedade disciplinar" da repressão para a "sociedade do desempenho", onde a perversão não é o problema, mas a solução para uma eficiência absoluta.

terça-feira, maio 12, 2026

A bomba semiótica Ypê: dissonância cognitiva e psicologia reversa



Enquanto a infraestrutura de São Paulo literalmente explode sob o peso de concessões privatizadas e falhas de segurança, a cúpula política da capital se ocupa com frascos de detergente. O recente vídeo do vice-prefeito Ricardo Mello Araújo (PL) em defesa da marca Ypê — alvo de um recall da Anvisa — não é apenas um apoio isolado, mas o pavio de uma bomba semiótica meticulosamente calculada. Entre o risco sanitário de uma bactéria e o risco real de explosões urbanas, a estratégia bolsonarista aciona mecanismos de psicologia reversa e dissonância cognitiva para sequestrar o debate público, transformando um fato administrativo em uma trincheira ideológica de conveniência.

O detergente que virou bomba semiótica; o ardil midiático da PEC da Segurança Pública; a blindagem "explosiva" da Sabesp



Como transformar uma notícia da esfera da vigilância sanitária em um "corpo político"? É o caso Ypê, o detergente recolhido pela Anvisa por risco sanitário que se transformou numa bomba semiótica de psicologia reversa e dissonância cognitiva. Menos o Ministro Alexandre Padilha entendeu! Esse é um dos temas da Live Extra Cinegnose 360 #127, nessa quarta-feira (13/05), às 18h, no YouTube e Facebook. Como sempre, começando com as trepidantes “Conversas Aleatórias”: o chat faz perguntas sobre qualquer assunto (qualquer, mesmo!) para humilde blogueiro. E depois, a Crítica Midiática: Lula e a PEC da Segurança Pública e o ardil midiático; UE e a restrição à carne brasileira: mais um involuntário cabo eleitoral para Lula? “a “X” meses da eleição” vira mantra para “colonistas” do jornalismo corporativo; Concessão literalmente explosiva: mídia tenta relativizar responsabilidade da Sabesp; Renovação automática da CNH: é a precarização, estúpido! Trump: guerra contra Irã virou “O Feitiço do Tempo”. E outras bombinhas semióticas.

sábado, maio 09, 2026

New Wave pensante do "Television"; "dinâmico" Lula ganha dois cabos eleitorais: Trump e Ciro Nogueira; Pedro Cardoso desmascara jornalismo de "apuração"



O jornalismo corporativo tentou desidratar a visita de Lula a Trump, na Casa Branca. Mas nada pode fazer diante da retórica hiper adjetivada do republicano: “Dinâmico Presidente”, assim Trump se referiu a Lula após o encontro de três horas (para estupefação dos apresentadores da grande mídia). Talvez, dessa vez, a adjetivação de Trump esteja certa: só mesmo um presidente dinâmico e malabarista para equilibrar, ao mesmo tempo, tantos pratos giratórios: China, EUA, BRICS, UE, Rússia, Mercosul etc. Vamos começar com esse tema na Live Cinegnose 360 #238, nesse domingo (10/05), às 18h, no YouTube e Facebook. Na sessão dos vinis e CDs, a banda “Television”: a literatura simbolista francesa na New Wave. E depois, vamos discutir o filme “O Diabo Veste Prada 2” (O Crepúsculo dos deuses da Moda). Na sessão dos livros, uma cápsula do tempo sobre a utopia da Cibercultura. E na Crítica Midiática: a saia justa do Dia das Mães: comércio vs. pauta do pânico do endividamento; para jornalismo corporativo escândalo Ciro Nogueira e Vorcaro é “disputa narrativa”; Síndrome de Brian: Thiago Ávila vira “Herói da Humanidade”; Pedro Cardoso e a “apuração” fake da grande mídia; Trump e Ciro Nogueira: involuntários cabos eleitorais de Lula; o fetiche da regulamentação: YouTube virou 16+; Escala 6X1 ou 5X2: é a desindustrialização, estúpido!

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