terça-feira, abril 07, 2026

Felca vira soft-pornô na Globo; Dia do Jornalista: "colonistas", influencers e precarização; José Dirceu: desconexão entre País e agenda política



Novo pacote de Lula contra aumento dos combustíveis prevê prisão contra abusos de preços... “Policiais federais nas ruas!”, gritavam em tom épico os telejornais na era da Lava Jato. Mais uma vez, PF vai se tornando protagonista. Será que Lula, inadvertidamente, choca o ovo da serpente da Lava Jato 2.0 em ano eleitoral? Essas e outras questões serão discutidas na Live Extra Cinegnose 360 #122, nessa quarta-feira (08/04), às 18h, no YouTube e Facebook. Coma os indefectíveis e trepidantes Comentários Aleatórios. Para depois começar a Crítica Midiática: Brasil acelera rota colonial: recorde de exportação de petróleo cru; “Fantástico” da Globo promove Felca a soft-pornô! Enel: como privatização se aproveita da judicialização para saquear ainda mais; José Dirceu na mosca: desconexão entre agenda política e o País; Trump de olho nos mercados: “vou acabar com uma civilização inteira”; Globo e jornalismo de “colonistas” e “influencers”: são as redes sociais, estúpido! “Flood the Zone”: com a guerra contra Irã, mídia não vê a aprovação da pena de morte para palestinos em Israel. E outras bombinha semióticas ao longo da Live.

sábado, abril 04, 2026

Jaco Pastorius; PIX: de novo Trump dá mãozinha para Lula; Neymar "tá de Chico" e agenda do Pânico Moral; "martírio" é bomba contra Ocidente



Tal como no filme “Dr. Fantástico”, de Kubrick, em que um piloto anticomunista da Força Aérea dos EUA cavalga a bomba atômica jogada do próprio avião, é tentador imaginar Trump numa mesma situação. Agora, cavalgando um foguete para salvar aa Lua dos chineses, nessa Guerra Fria 2.0. Projetos espaciais estadunidenses de um país essencialmente belicista é um dos assuntos que discutiremos na Live Cinegnose 360 #233, nesse domingo (05/04), às 18h, no YouTube e Facebook. Começando com o baixista Jaco Pastorius: a revolução das quatro cordas. Depois, temos o documentário “Por Dentro da Machosfera” (a ascensão do machismo zumbi) e o filme “Matar. Vingar. Repetir.” (o pesadelo da imortalidade quântica). E depois dos Comentários Aleatórios, a Crítica Midiática: algumas bombas semióticas nas capas dos jornais do domingo; quais as conexões entre a “Operação Mãos Limpas” (a “Lava Jato” da Itália) e a decadência do futebol italiano? “Acordou de Chico”: Neymar e a agenda midiática do Pânico Moral; Marcio Pochmann: jovens não têm mais confiança no futuro; “Não Olhe Para Cima”: numa foto, a estratégia “midiacêntrica” de Trump; Reflexões sobre a Paixão de Cristo: porquê o “martírio” islâmico é uma bomba contra o Ocidente; o caso do PIX ou como mais uma vez Trump está dando uma mãozinha para Lula.

sexta-feira, abril 03, 2026

'Matar. Vingar.Repetir': o pesadelo da imortalidade quântica



Diz o provérbio que passamos metade da vida cometendo erros e a outra tentando corrigi-los. No entanto, o novo suspense de ficção científica “Matar. Vingar. Repetir.” (Redux Redux, 2025) altera essa premissa para algo muito mais perturbador: passamos a vida sendo vítimas e as demais realidades buscando vingança. O filme utiliza a física quântica não como um artifício de aventura, mas como uma lupa sobre o determinismo do trauma. Através da jornada de Irene Kelly por universos paralelos onde a tragédia é um ponto fixo, os diretores Kevin e Matthew McManus entregam um "Thelma e Louise quântico" que reflete a angústia de uma era onde nem mesmo o infinito parece ser capaz de apagar a dor. Ao cruzar a “Interpretação de Muitos Mundos” de Hugh Everett com o conceito de imortalidade quântica de Max Tegmark, a obra apresenta uma anatomia visceral do luto, onde a jornada interdimensional não oferece uma nova vida, mas uma prisão existencial de vingança repetitiva.

'Clipando #07': a 'Jornada do Herói' na educação, automutilação na adolescência e competências socioemocionais



Como transformar os desafios urgentes da educação contemporânea em oportunidades de aprendizado e conexão? Já está no ar o Clipando #07, o clipping comentado do Sinpro Santos, produzido e apresentado por esse humilde blogueiro, disponível no YouTube e no Spotify. Nesta edição, exploramos desde temas sensíveis como a automutilação na adolescência e o impacto dos algoritmos, passando pelo PNE e as competências socioemocionais, até o potencial pedagógico da "Jornada do Herói" de Joseph Campbell. Muito além de um monitoramento de mídia, este episódio oferece insights práticos e ferramentas de storytelling para fortalecer sua estratégia em sala de aula. Uma curadoria feita de professor para professor, pensada para inspirar novos projetos e ampliar o repertório pedagógico frente à cultura digital.

terça-feira, março 31, 2026

Caiado e o eterno retorno da política brasileira; Tarcisão atingido por media prank; Serasa e o País que ri de si mesmo; "Lula tem que fazer coletiva todo dia"



Há uma estranha sensação de eterno retorno ou déjà vu na política brasileira. Ameaça repetir-se na TV um debate com Lula e Caiado candidatos à presidência... como em 1989. Com uma diferença: hoje ele fala em “Democracia” e “Ciência”. Lá nos anos 80, presidente da UDR, falava em dar tiros em sem-terra... mas o sotaque não engana! Enquanto o jornalismo corporativo tenta ressignifica-lo como “terceira via”. Esse é um dos assuntos que vamos discutir na Live Extra Cinegnose 360 #121, nessa quarta-feira (01/04), às 18h, no YouTube e Facebook. Como sempre, começaremos com as Conversas Aleatórias, onde o chat é o canal para o espectador participar fazendo perguntas e comentários para esse humilde blogueiro. E depois, Crítica Midiática: piada pronta: Serasa faz pesquisa sobre saúde mental e problemas financeiros! Genoino e a mea culpa midiática do PT; Breno Altman vai ao ponto: “Lula tem que dar uma entrevista coletiva todo dia”; estudante trola Tarcisão e dá uma pequena amostra de “media prank”; Oriente Médio: Trump não faz geopolítica, faz negócios; Miriam Leitão chora o “Eduardo Leite derramado”. E outras bombinhas semióticas.

O Cadáver que Caminha: a ascensão do machismo zumbi em 'Por Dentro da Machosfera'


O documentário Netflix “Louis Theroux: Por dentro da Machosfera” (Louis Theroux: Inside the Manosphere, 2026), revela um ecossistema digital que é, ao mesmo tempo, um refúgio de ressentimento e um laboratório de novas formas de dominação. Para entender a profundidade desse fenômeno, a chave não está apenas no machismo clássico, mas em como ele se funde à pós-meritocracia do novo ecossistema digital neoliberal. Esqueça o patriarca conservador de eras vitorianas ou o "macho provedor" do século XX. O que habita as profundezas do ecossistema digital atual não é o velho machismo de nossos avós, mas uma mutação futurista, cínica e profundamente ressentida. No documentário, o jornalista britânico Louis Theroux mergulha em uma subcultura de influenciadores red pill e incels para revelar que a misoginia contemporânea é, na verdade, um "Machismo Zumbi".

sábado, março 28, 2026

O disco espacial de Moroder e Donna Summer; CPMI do INSS: derrota institucional e vitória narrativa; Genoino: a mea culpa midiática do PT


É um truque tão velho a própria humanidade. Tem diversos nomes: “cortina de fumaça”. “diversionismo”, “desviar a atenção”, “tática de distração” etc.... Mas sempre dá certo! Principalmente quando conta com a pauta hegemônica do jornalismo corporativo. Sempre com arapucas semióticas para distrair o distinto público. Como o escândalo do Banco Master: bomba atômica que virou pó de traque... para a direita e o PCC (Primeiro Comando do Congresso). Esse é apenas um dos temas que discutiremos na Live Cinegnose 360 #232, nesse domingo (28/03), às 18h, no YouTube e Facebook. Um dos encontros mais felizes na história da música: Giorgio Moroder e Donna Summer. Esse é o tema da sessão dos vinis e CDs: Disco Music e o escapismo espacial. Depois, vamos discutir um filme clássico com temática marxista: “O Homem do Terno Branco”: uma série de cadáveres cobre a estrada das invenções. E depois dos trepidantes Comentários Aleatórios, a sessão dos livros: a importância dos “não lugares” na Geografia. E na Crítica Midiática: CPMI do INSS foi derrotada... mas foi campeã nas redes sociais; Genoino: "estamos pagando um preço alto por termos tido muita ilusão com a mídia golpista"; Pesquisa Atlas/Intel: Lula perde entre jovens... por quê? O tsunami da agenda midiática do Pânico Moral: o suposto estupro do relator da CPMI do INSS; Equipe econômica do governo comemora: Bets geram impostos milionários – vitória de Pirro! Donald “Flood the Zone” Trump: EUA ameaçam simultaneamente Cuba e Irã e Trump assina cédulas de dólar.

Clipando #06: Direito Escolar e gestores, Geografia e “não lugares”, Raio-X da adolescência

A sexta edição do programa "Clipando", produzido por esse humilde blogueiro para o Sinpro Santos, consolida-se como um espaço vital de formação e reflexão para educadores ao conectar os desafios jurídicos da gestão escolar com as complexas dinâmicas sociais da atualidade. O episódio mergulha em temas urgentes, que vão desde a "judicialização" do cotidiano escolar e a importância do acolhimento para o aprendizado, até uma análise crítica sobre o cyberbullying e a "amoralidade" das grandes empresas de tecnologia. Com base em dados recentes do IBGE sobre a saúde do escolar, o programa discute a equidade de gênero e encerra com uma proposta pedagógica inovadora: o uso do conceito geográfico de "não-lugar" para estimular o pensamento crítico de estudantes do ensino médio sobre a globalização e a identidade.

terça-feira, março 24, 2026

O ardil das "desculpas" e do "erro" da GloboNews; Xandão libera Bolsonaro para comitê eleitoral; Agenda Pânico Moral: misoginia vira crime racial


O suposto pedido de desculpas ou admissão do “erro” da jornalista Andreia Sadi para o powerpoint das conexões Vorcaro é o ápice do “colonismo”, modus operandi do atual jornalismo que transforma o “erro” numa retroalimentação semiótica para a extrema-direita – a parte do espectro político que restou para a grande mídia e Faria Lima em ano eleitoral. Esse é o principal tema da Live Extra Cinegnose 360 #120, nessa quarta-feira (25/03), às 18h, no YouTube e Facebook. Que tem as Conversas Aleatórias, nosso trepidante quadro em que você faz qualquer pergunta ou comentário sobre qualquer assunto para o humilde blogueiro. E na Crítica Midiática: Caso powerpoint GloboNews: como Globo transforma seus jornalistas em Kamikases semióticos; o ardil das desculpas de Andreia Sadi; a “saída Leão da Montanha” de Trump no Oriente Médio; Xandão libera Bolsonaro para comitê eleitoral do filho; Agenda Pânico Moral: feminicídio vira epidemia e misoginia vira crime racial; Cadê os correspondentes brasileiros ao vivo de Israel?

Jornalismo de "colonismo" pariu o Powerpoint da GloboNews



O autoelogio de “O Globo” ao reforçar seu time de colunistas para as eleições de 2026 acende um alerta sobre o modus operandi da grande mídia brasileira: a consolidação do "colonismo" como ferramenta de disputa de narrativa. Através de relações promíscuas com fontes em off e da estética da hiper-realidade, figuras como Andreia Sadi operam bombas semióticas que atingem a percepção do público antes mesmo que qualquer crítica racional possa ser formulada. Como o tosco powerpoint da GloboNews sobre as conexões de Vorcaro, emulando aqueles murais de investigação criminal comum na ficção policial das plataformas de streaming. O resultado é um cenário onde o erro técnico serve de álibi para a manutenção de um antipetismo latente, imune a desmentidos e profundamente eficaz na retroalimentação da extrema-direita.

segunda-feira, março 23, 2026

Nova régua da educação: SinproSP oferece curso sobre Letramento Midiático com Wilson Ferreira


Olhamos, mas não vemos; enxergamos, mas não entendemos. É a partir desse diagnóstico sobre o analfabetismo funcional midiático que a Escola de Professores do SinproSP inicia, nessa quinta-feira (26/03), o curso “Alfabetização Visual, Audiovisual e Letramento Midiático”, ministrado por esse humilde blogueiro, colunista do Jornal GGN e editor do Canal Cinegnose 360 do YouTube. Com aulas síncronas e assíncronas, o curso busca combater o fenômeno do analfabetismo funcional midiático (e suas consequências políticas e educacionais), discutindo desde a desinformação até os vieses algorítmicos. Antecipando-se à grande mudança global do PISA, que a partir de 2029 passará a avaliar o letramento midiático com o mesmo peso de disciplinas tradicionais da base curricular. Uma nova régua para a educação. As inscrições já estão abertas no site do sindicato, com gratuidade para professores associados.

sábado, março 21, 2026

Está no ar o Clipando #5: Letramento Midiático, ECA Digital e Adultização


Esse humilde blogueiro está editando e apresentando o programa "Clipando, o clipping comentado da educação", no canal YouTube do Sinpro Santos - Sindicato dos Professores de Santos e Região. O objetivo desse programa é ir para além de um clipping de notícias tradicional de assessoria de imprensa: fazer um monitoramento e seleção de notícias relativas à área de atuação profissional. Além disso, o Clipando pretende fazer uma reflexão buscando conexões entre as notícias e repercussões interdisciplinares. Principalmente no espaço de atuação das professoras e professores: a sala de aula. 

Cornell Dupree; o powerpoint canastrão da GloboNews; Lollapalooza e capitalismo de choque; a reversão irônica da delação de Vorcaro



O infame Powerpoint do Dallagnol acabou entrando no folclore político e no inconsciente coletivo dos brasileiros... Por isso, no atual cenário de Lava Jato 2.0 com o “Escândalo Master” (sem a palavra “banco”, por favor!) só teria que ter um Powerpoint do Dallagnol 2.0... Agora vintage, com barbantes e canastrice: emula os filmes policiais de detetives do Netflix. Esse é um dos assuntos do tijolaço do domingo, a Live Cinegnose #231, nesse domingo (22/03), às 18h, no YouTube e Facebook. Com Cornell Dupree na sessão dos vinis e CDs: um herói esquecido do blues ao fusion. Depois, vamos discutir o filme “A Noiva!” (o fantasma da ressignificação pós-moderna) e “S1mone” (IA e a agenda Hollywood). E quando os Comentários Aleatórios acabarem, entra a Crítica Midiática: diante da Lava Jato 2.0, Governo repete a velha inércia da comunicação petista; Vorcaro e a estratégia semiótica alt-right da reversão irônica; o fetiche da regulamentação: ECA Digital, SUS e viciados em Bets; Lollapalooza e o Capitalismo de Choque; Cuba é a piece de resistance de Trump; Coronel Farinazzo: como a esquerda deve falar com militares... e outras bombinhas semióticas.

sexta-feira, março 20, 2026

O fantasma de Mary Shelley ressignificada assombra o século XXI em "A Noiva!"

 

Se o pós-modernismo do século XX foi uma "colcha de retalhos" de referências estéticas, o século XXI inaugurou a era da ressignificação profunda: o passado agora não é apenas citado, mas recrutado para dar voz às urgências do presente. Como a figura do monstro de Frankenstein em "A Noiva!" (The Bride! 2026). A direção de Maggie Gyllenhaal abraça essa obsessão contemporânea ao transformar a icônica e silenciosa criatura de 1935 ("A Noiva de Frankenstein") em um manifesto punk e visceral sobre autonomia. Entre o fantasma de Mary Shelley e uma Chicago dominada por gângsteres, o longa abandona o papel da "noiva-recompensa" para projetar temas como o burnout da perfeição e a soberania corporal, provando que, na filmografia atual, o clássico de 1818 tornou-se a antessala definitiva para as ansiedades de gênero da nossa era.

quarta-feira, março 18, 2026

Cadê o "banco" que estava aqui? Oriente Médio e Banco Master viram bomba semiótica de ano eleitoral; Tá ruim na guerra? Então, bomba no Líbano!



Sabemos que o capitalismo financeiro é muito cônscio da sua imagem diante da sociedade. Então, será que acompanhamos uma estratégia semiótica de poupar a imagem da Faria Lima sumindo com a palavra “banco” de muitas manchetes? “Caso Master”, “Escândalo Master”... Cadê a palavra “banco”? Esse é um dos temas da Live Extra Cinegnose 360 #119, nessa quarta-feira (18/03), às 18h, no YouTube e Facebook. Que inicia com os trepidantes Comentários Aleatórios. Para depois, a Crítica Midiática: Escândalo Banco Master vira bomba semiótica das maldades eleitorais: da dissonância cognitiva ao material condutor para o Planalto: o “filho do rapaz”, Lulinha; Netanyahu e Trump dão uma mãozinha para a alt-right brasileira: o aumento do diesel e a possível greve dos caminhoneiros; de laranja do narcotráfico à lavagem de dinheiro: o que a supressão da palavra “banco” nas manchetes quer esconder; Pedagogia do medo em ação: militares se aproveitam da crise do STF; Guerra no Oriente Médio tá ruim para EUA e Israel? Então, bombardeia o Líbano para dar boas imagens midiáticas... e outras bombinhas semióticas!

sábado, março 14, 2026

O Math Rock de 'Angine de Poitrine'; bomba semiótica do pesquisismo chega ao Banco Master; Globo e Vorcaro: tudo a ver; manipulações gestálticas no Oriente Médio



O “pesquisismo” que agora chega ao escândalo financeiro de Daniel Vorcaro explica porque um banco de terceira grandeza no mercado como o Master tomou a agenda midiática, superando até o conflito no Oriente Médio: contaminar Lula e desconstruir o Judiciário num ano eleitoral que promete ser cheio de maldades. Esse é um dos temas que discutiremos no tradicional “tijolaço de domingo”, a Live Cinegnose 360 #230, nesse domingo (15/03), às 18h, no YouTube e Facebook. Começamos diretamente de Quebéc, Canadá, com o “Math Rock” do duo “Angine de Poitrine”, nos Vinis e CDs: uma das representações mais viscerais do zeitgeist do século XXI. Depois, vamos conversar sobre um clássico de Roman Polanski ignorado pela crítica: o filme “Lua de Fel”. Medo e Esperança na sessão dos Livros, com o filósofo Byung-Chul Han. E na Crítica Midiática: qual as conexões entre “O Agente Secreto” no Oscar, Marco Rubio e PCC, a visita do assessor de Trump a Bolsonaro e uma entrevista com o ministro Haddad? Pesquisismo chega ao escândalo do Banco Master: é ano eleitoral, estúpido! O velho roteiro da corrupção está de volta, surpreendendo esse humilde blogueiro; Jornalismo corporativo que transformar Vorcaro numa grande dissonância cognitiva; Como a Globo turbinou os negócios de Vorcaro; manipulações gestálticas na cobertura da guerra no Oriente Médio; Trump cai na armadilha iraniana da guerra de desgaste assimétrica.

sábado, março 07, 2026

Nina Hagen: a fissura na Guerra Fria; como os áudios de um falastrão deram tração à Lava Jato 2.0; Trump vai por botas americanas no Irã?


Quem ainda duvidava que a política brasileira parecia coisa de filme, deixou de duvidar. Os documentos e gravações de trocas de mensagens vazadas da PF revelam um Daniel Vorcaro falastrão, que se gabava de ser íntimo do poder com a namorada e que dizia ter um “Sicário” que supostamente monitorava informações de desafetos na PF e até FBI. E que iria “quebrar todos os dentes” do “colonista” Lauro Jardim de O Globo...  Pois é...  áudios de um tagarela que queria impressionar a namorada influencer viraram o start da nova Lava Jato. Para atingir em cheio o STF e respingar o sangue em Lula. Bem-vindo a esse thriller que discutiremos na Live Cinegnose #229, nesse domingo (08/03), às 18h, no YouTube e Facebook. Que começa com uma fissura na Guerra Fria dos anos 1980: Nina Hagen, a “Madrinha do Punk”. Em seguida, vamos revisitar a série “Breaking Bad” (a jornada alquímica de redenção no submundo do narcotráfico). E depois dos trepidantes Comentários Aleatórios, os Livros do Humilde blogueiro: Huizinga e Sennett: o que o brincar na infância tem a ver com a esfera pública adulta? E na Crítica Midiática: Sicário, ou como a realidade copia a ficção; Trump colocará botas de soldados americanos no Irã? O desespero midiático de colar um escândalo no Lula; Datafolha: Flávio se consolida e empata com Lula no 2º turno: é o tautismo midiático, estúpido! E outras bombinhas semióticas.

sábado, fevereiro 28, 2026

Monty Alexander: o "Bad Bunny" do Jazz; a Terceira Guerra Mundial está logo ali; bombas semióticas: a do Pânico Moral e da Marielle Franco



Começou a Terceira Guerra Mundial? Depois de perderem a Venezuela, Rússia e China aceitarão também perder o Irã no xadrez geopolítico? Irã resistirá, iniciando uma guerra de desgaste para Trump e Netanyahu? Será que os aiatolás detonarão a economia global numa retaliação fechando o Estreito de Ormuz e bombardeando bases americanas da região? Vamos responder a essas e outras questões na Live Cinegnose 360 #228, nesse domingo (01/03), às 18h, no YouTube e Facebook. Que começa com mais jazz: Monty Alexander – o “Bad Bunny” do jazz da Era Reagan. Na sessão do cinema e audiovisual, o sci-fi ucraniano “Você é o Universo” (o cosmos vira cenário para a angústia existencial) e a esquecida série de TV dos anos 1970 “The Ghost Busters” no qual se baseou o blockbuster de 1984“Ghostbusters”. E mais Comentários Aleatórios. E na Crítica Midiática: a quebra de sigilo do filho de Lula, o “Lulinha”, e o ápice da agenda midiática do Pânico Moral; Irã X Trump: num ano eleitoral, a Terceira Guerra Mundial vai sobrar para Lula? Trump ataca Irã de olho na China; Fim da escala 6 X 1 é bomba semiótica diversionista; como é morar perto de um Data Center? A bomba semiótica da condenação dos mandantes da execução de Marielle Franco. E mais bombas semióticas!

Agenda midiática do Pânico Moral vai canibalizar ano eleitoral



O ano de 2026 mal começou e a 'Guerra de Narrativas' já atingiu o volume máximo. Entre a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva e o barulho em torno de verbas públicas para o Carnaval, emerge uma estratégia clara: a consolidação de uma agenda de Pânico Moral. Ao 'empilhar' notícias sobre feminicídios, falhas judiciais sobre condenados de estupro, assédios, insegurança pública e escândalos de corrupção, a grande mídia não apenas informa, mas molda o campo de batalha eleitoral, trocando o debate econômico pelo medo visceral — um terreno onde a extrema direita joga em casa. Esqueça o PIB ou a inflação; em 2026, o cardápio servido pelo jornalismo corporativo é regado a escândalos morais, crimes bárbaros e manobras parlamentares duvidosas. A pauta do Pânico Moral canibaliza a realidade econômica e o medo e ódio voltam a ser a principal moeda política.

sexta-feira, fevereiro 27, 2026

'Você é o Universo': no século XXI, o cosmos vira cenário da angústia existencial



Se no auge da Guerra Fria o espaço era o território da conquista e do triunfo da engenhosidade humana, o cinema do século XXI parece ter transformado o cosmos no cenário definitivo da angústia existencial. Entre o vazio do Universo infinito e a liberdade aterradora do indivíduo finito descrita pelo filósofo Kierkegaard, surge o filme ucraniano “Você é o Universo” (Ty – Kosmos, 2024). Mais do que uma ficção científica de baixo orçamento, a obra de Pavlo Ostrikov utiliza a explosão literal da Terra para espelhar as cicatrizes reais de uma Ucrânia em guerra e a solidão hiperconectada da era pós-pandêmica, provando que a busca pelo 'outro' é a única bússola possível diante do abismo.

terça-feira, fevereiro 24, 2026

Quem ganha com a agenda midiática do Pânico Moral? Vão prender a Malu Gaspar? O timing geopolítico da violência do narcotráfico no México


O jornalismo corporativo começou o ano empilhando notícias sobre feminicídios, assédio, especialistas discutindo relações conjugais tóxicas e magistrados que punem e absolvem condenados por estupros. Sem falar de notícias sobre maus tratos de animais... Até a cobertura internacional é influenciada por essa agenda. A AGENDA DO PÂNICO MORAL. Que se junta a outros temas recorrentes, formando um tripé midiático: corrupção e o tema da ética na desconstrução do Judiciário. Por quê? Em ano eleitoral isso dá no que discutir. Então, vamos discutir juntos na Live Extra Cinegnose 360 #118, nessa quarta-feira (25/02), às 18h, no YouTube e Facebook. Como sempre, começando com as trepidantes Conversas Aleatórias. E na Crítica Midiática: quem ganha com a Agenda do Pânico Moral? A “colonista” Malu Gaspar pode ser presa? Flávio Bolsonaro: não tem tu, vai tu mesmo! Timing: EUA ajudam a matar líder do narcotráfico e criam onda de violência no México quando Sheinbaum promete ponte humanitária a Cuba; Jornalismo da Globo toma mais chineladas de entrevistados; CEO da Enel diz que “só Jesus” para resolver apagões de SP... e outras bombinhas semióticas.

sábado, fevereiro 21, 2026

Jazz com Art Blakey e Marsalis; a blindagem terrivelmente evangélica do Masters; a demolição diária do Judiciário com a Lava Jato 2.0



Assistimos ao vivo, na TV e redes sociais, o processo rápido de demolição do STF e da judicialização que já deu!... foi útil no Mensalão, Lava Jato e para envernizar o golpe militar híbrido com Bolsonaro presidente. Mas agora, a grande mídia prepara-se para a Lava Jato 2.0, evitando que o caso Banco Master crie uma metástase na República, com o modus operandi que conhecemos: muita indignação seletiva e dissonâncias cognitivas. Venha discutir esse e outros temas na Live Cinegnose 360 #227 desse domingo (22/02), às 18h, no YouTube e Facebook. Na sessão dos vinis e CDs voltamos ao jazz com Art Blakey e Wynton Marsalis: como a cultura Yuppie ressignificou a crise do Jazz. Depois, vamos discutir o filme “Kombucha”: o burnout e a metáfora do corpo colonizado. Passando pelos Comentários Aleatórios, chegamos à sessão dos livros: “Tecnoconservadorismo e o Brasil Paralelo”. E na Crítica Midiática: Agora grande mídia blinda a blindagem de Mendonça ao caso Banco Master; a demolição diária do Judiciário ao vivo na mídia; Epstein Files e o ex-príncipe Andrew: como se livrar da laranja podre para manter o cesto; Argentina e Brasil: lá e cá, a destruição dos direitos trabalhistas... mas só falta uma coisa; Bad Bunny no Brasil virou o embaixador do Império; Trump ameaça Irã... mas Irã fala apenas em apresentar esboço de acordo nuclear aos EUA em ‘dois ou três dias’: por que a calma dos aiatolás?

sexta-feira, fevereiro 20, 2026

Da engrenagem à fermentação: o burnout e a metáfora do corpo colonizado em 'Kombucha'



Se no século XX o cinema nos alertava sobre o perigo de sermos esmagados pelas engrenagens industriais e corporativas do Capitalismo, o século XXI revela um horror muito mais íntimo e invasivo: a colonização da nossa própria biologia. O filme “Kombucha” (2025), de Jake Myers, eleva a metáfora da exploração corporativa ao limite do visceral, transformando o "bem-estar" do escritório em um pesadelo de body horror. Ao fundir a sátira ácida de “The Office” com a filosofia da "Sociedade do Cansaço" de Byung-Chul Han ao melhor estilo Cronenberguiano, o longa demonstra que, na era do desempenho, a empresa não quer apenas que você "vista a camisa" — ela quer fermentar a sua alma e transformar sua individualidade em uma cultura simbiótica a serviço do lucro.

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