sábado, agosto 29, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
O que todos
esperavam da bancada do JN na entrevista com Lula? No mínimo, o Tribunal da
Santa Inquisição! Sem surpresas. Como também, sem surpresas a síndrome de Brian
da esquerda, sempre denunciando o óbvio. Tralli e Renata só obedeceram ao ponto
eletrônico. Surpresa mesmo foi o mesmo tom inquisitorial da dupla em cima de
Flávio Bolsonaro. O que nos leva a pensar que “o buraco é mais embaixo”. Vamos
discutir que “buraco” é esse na Live Cinegnose 360 #254, nesse domingo (30/08),
às 18h, no YouTube e Facebook. Que começa com o vinil da trilha de Mark
Knopfler composta para o filme “Local Hero”: qual seria o veredito de Theodor
Adorno? Depois dois filmes: “Acampamento Miasma – Adolescência, Sexo e Morte” (matança
é o delírio catártico do desejo) e “The Rocky Horror Picture Show” (o Woke
deveria assistir ao filme). E na Crítica Midiática: Síndrome de Brian da esquerda,
JN e o “buraco mais embaixo”; Venezuela e Trump: acordo ou rapinagem? Barretos:
Agro não é só pop, é Indústria Cultural; quem tem medo de Fernando Cerimedo? Catástrofe
no Nepal: jornalismo corporativo já quer polarizar! E outras bombinhas
semióticas.
sexta-feira, agosto 28, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
A morte do
ator Tim Curry nesta terça-feira, aos 80 anos, reacende o debate sobre o legado
inigualável do filme “The Rocky Horror Picture Show” (1975) e de seu mais
icônico — e estigmatizante — personagem: o alienígena pansexual Frank-N-Furter.
Mais do que uma reverência ao talento clássico do astro britânico, a despedida
convida a uma revisitação da obra que instituiu a interatividade do "cinema
acontecimento". Quase meio século depois, o clássico cult serve de lente
para explicar a crise do sistema de estúdios da Nova Hollywood e,
principalmente, para contrastar a anarquia sexual e amoral daquela época com a
atual e rígida taxonomia das políticas de identidade e gênero do movimento
Woke.
quinta-feira, agosto 27, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Está no ar a 16ª
edição do Clipando, o nosso clipping comentado da educação, que chega em um
momento muito especial para a nossa categoria: a celebração dos 82 anos de
história do Sinpro Santos e Região. Construído sobre o tripé fundamental de
mobilização, formação e serviços, o Clipando reafirma o compromisso do nosso
sindicato com a curadoria criteriosa da informação — um espaço pensado e
produzido de professor para professor, com a empatia, o olhar crítico e o
cuidado pedagógico que a nossa profissão exige.
quinta-feira, agosto 27, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Se os
clássicos filmes de terror slasher dos anos 1980 usavam assassinos mascarados
para punir o despertar sexual adolescente e impor uma moralidade conservadora,
o longa Acampamento Miasma – Adolescência, Sexo e Morte (2026) decide virar essa
lâmina contra o próprio gênero. Vencedor da Queer Palm no Festival de Cannes, o
metalinguístico e nostálgico filme de Jane Schoenbrun subverte as regras de
Hollywood: a matança deixa de ser um castigo puritano para se transformar em um
delírio catártico indispensável para a quebra da repressão e a verdadeira
libertação dos traumas, da identidade queer e do próprio Desejo.
terça-feira, agosto 25, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
“E caíram
sobre a terra granizo e fogo misturados com sangue... uma grande montanha
ardendo em chamas foi lançada no mar. A terça parte do mar transformou-se em
sangue”. Essa é uma passagem do livro bíblico do Apocalipse? Não! É o Brasil no
dia seguinte após o Ministro da Fazenda, Dario Durigan, anunciar aumento do
salário-mínimo para 2027. Pelo menos para a grande mídia, que vê o abismo se
abrir e a ira da responsabilidade fiscal cair sobre os ímpios! Vamos discutir
esse e outros temas na Live Extra Cinegnose 360 #142, nessa quarta-feira
(25/08), às 18h, no YouTube e Facebook. Começando com as sempre trepidantes “Conversas
Aleatórias” – uma conversa com o Chat sobre qualquer assunto. E em seguida, a “Crítica
Midiática”: Última pesquisa Quaest confirma: grande mídia quer eleições com “paridade
de armas”; Zema na Globo News confirma: é o “Forrest Gump” da extrema direita; Debate
na Band no domingo: a “terceira via” naufraga; Lula defende mais dinheiro para
militares: mas eles só pensam no “inimigo interno”; Campanha flopada de Flávio:
a neurologia de Oliver Sacks explica; e outras bombinhas semióticas.
sábado, agosto 22, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
A campanha de
Flávio Bolsonaro está flopando. Então, a grande mídia resolveu que tem que ter “paridade
de armas”: esquece de Vorcaro e Dark Horse e PAU NO LULINHA! Para isso, cria-se
um “Miasma Semiótico”, a matéria-prima para as bombas semióticas que virão da “Pesca
Probatória” da PF e Justiça. Esse é apenas um dos assuntos que vamos discutir
na Live Cinegnose 360 #253, nesse domingo (23/08), às 18h, no YouTube e
Facebook. Vamos começar com o trio pós-punk argentino “Mugre”: quando Karl Marx
vai atrair novamente os jovens? Depois, vamos discutir o filme “O Fim da Rua”
(a classe médiaa esperta no Jurassic Park da “Permacrise”). Na sessão dos
livros, vamos perguntar: “Quem hackeia quem?”. E na Crítica Midiática: por que a
campanha eleitoral fica cada vez mais curta? São as bombas semióticas,
estúpido! Paridade de armas: JN escala o lavajatista Vladimir Netto; a cortina
de fumaça da judicialização das Big Techs; Lula, os militares e o paroxismo da
defesa da Soberania; o outro lado da Soberania: o gargalo do projeto nuclear
brasileiro; editorial da Folha atira no que viu e acerta no que não viu; Diploma
de jornalismo e o caso Flávio Dino: novo ecossistema da informação.
sábado, agosto 22, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
A recente
onda de manchetes sobre o filho do presidente Lula expõe a engrenagem central
da comunicação política contemporânea no Brasil: a fabricação de "pânicos
morais" por meio de bombas semióticas. Favorecidas pelo encurtamento do
tempo de campanha eleitoral — reduzido de 90 para 45 dias desde a Reforma de
2015 —, essas operações trocam a persuasão programática pelo impacto afetivo
imediato, tirando proveito da aceleração algorítmica e da impossibilidade de
resposta racional em janelas temporais tão comprimidas. Por que a “Festa da
Democracia” ficou com um tempo tão reduzido? Para criar o ecossistema
informacional perfeito para repercutir a detonação das bombas semióticas.
sexta-feira, agosto 21, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Em “O Fim da
Rua” (The End of Oak Street, 2026), o diretor David Robert Mitchell arranca um
pacato subúrbio de 1982 do tempo e o arremessa direto para uma selva
pré-histórica: um subúrbio de classe média despertando no meio de um Jurassic
Park. Mas troca o otimismo técnico do cinema de Steven Spielberg por um retrato
implacável das angústias do século XXI. O longa usa a fúria dos dinossauros e a
estética oitentista nostálgica não apenas como diversão, mas para dar corpo à “permacrise”
— o estado de alerta constante e a sensação de colapso contínuo que assombram a
sociedade contemporânea. Ao fundir a estrutura de “chase movie”, o resgate do
casamento em meio à catástrofe e a fantasia do "reset" temporal,
Mitchell entrega uma alegoria sombria sobre uma era que tenta desesperadamente
se isolar do apocalipse doméstico enquanto busca no passado as saídas que não
consegue mais enxergar no futuro.
terça-feira, agosto 18, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
A dança do
presidente do Senado, Davi Alcolumbre, com Lula, saldando a “Soberania” com a
descoberta de petróleo na Costa do Amapá. Merval espalhando que o STF
chantageia o Centrão para não apoiar Flávio Bolsonaro. Que, por sua vez, posta nas
redes uma imagem de IA trajando sunga branca e faixa presidencial. Pega fogo a “Festa
da Democracia”. Mais curta, para nos poupar de tanta baixaria. Vamos discutir
baixarias e outras bombinhas semióticas na Live Extra Cinegnose 360 #141, nessa
quarta-feira (19/08), às 18h, no YouTube e Facebook. Que tem a tradicional
Crítica Midiática depois das trepidantes Conversas Aleatórias: Como no Pré-Sal,
petróleo é esperança e maldição: de Alcolumbre abrir as portas do Centrão para
Lula a ameaças veladas de um “Terceiro Turno”, se o presidente for reeleito;
Flávio, IA e sunga branca: o que Freud explicaria? Caio Junqueira da CNN e Merval
Pereira do O Globo: “colonistas” a todo vapor; Trump também dança... com Kim
Jong-un; “Trânsito violento” e bomba semiótica do pânico moral: acidentes de
moto crescem porque motoqueiros são “irresponsáveis”. E muito mais! Venha
participar!
sábado, agosto 15, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
E nossa
metáfora da raposa e do galinheiro continua atual! Diante do caso do suicídio
ao vivo na plataforma Discord, a empresa, escudada por seu indefectível corpo
jurídico, responde à ANPD cinicamente que “atua para garantir um ambiente
digital seguro e saudável”. Viu? É só regulamentar que as raposas big techs têm
todas as boas intenções para tomar conta do galinheiro... Vamos falar desse e
outros conceitos fetiche na Live Cinegnose 360 #252 nesse domingo (16/08), às
18h, no YouTube e Facebook. “She Wants Revenge” é a banda da sessão dos CDs e vinis:
a Dark Wave no século XXI. Temos também dois filmes: “Obsessão” (o amor em
tempos algorítmicos vira conto de horror) e a série “Stuart Não Consegue Salvar
o Universo” (e nem a série do pastiche da cultura mashup). Na Crítica
Midiática: Petrobrás acha petróleo na “Foz do Amazonas” ou “na Costa do Amapá”?
Para mídia corporativa Democracia faz mal à Economia; guerra assimétrica do Irã
faz suas vítimas em porta-aviões dos EUA; por que as classes médias são contra
a taxação das grandes fortunas; Por que as campanhas eleitorais no Brasil são
cada vez mais curtas? Jornalismo e os limites do sigilo de fonte; pesquisa
Genial/Quaest contratada pela Globo: o caso Filipe Nunes; e outras bombinhas
semióticas.
sábado, agosto 15, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Um spin-off
de “The Big Bang Theory”, focado no dono da loja de quadrinhos que viaja pelo
multiverso com seus amigos pode parecer apenas entretenimento descompromissado,
mas “Stuart Não Consegue Salvar o Universo” (2026) entrega uma radiografia da
crise cultural contemporânea. Ao transformar a narrativa em um feed de
referências e nostalgia reciclada, a nova atração da HBO Max encarna com
precisão a "cultura mashup" denunciada pelo cientista computacional
Jaron Lanier em seu clássico manifesto “Você Não É um Aplicativo” – a cultura
digital não está gerando inovação, mas nos aprisionando em uma reciclagem
infinita. Na era do mashup, onde o passado é fatiado e reagrupado
continuamente, a série surge como a metáfora audiovisual perfeita de uma
sociedade que trocou a criação genuína pela ilusão de novidade constante.
sexta-feira, agosto 14, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Ao migrar da criação de conteúdo no YouTube para o cinema de
gênero, Curry Barker trouxe na bagagem algo raro nas produções tradicionais: a
fluência nativa da linguagem digital. Em “Obsessão” (Obsession,2025), o
cineasta dobra a própria gramática audiovisual das redes para construir um alt-horror
visceral - um espelho cirúrgico das neuroses sociológicas e afetivas da Geração
Z. O que começa com o tom inocente de uma comédia romântica sobre a dor do amor
não correspondido desmorona rapidamente em um horror claustrofóbico quando o
protagonista recorre a um atalho sobrenatural para "programar" o
afeto de sua amiga de infância. Em “Obsessão”, a maldição mística é mero
pretexto: o verdadeiro horror reside na incapacidade de lidar com a
imprevisibilidade do outro e na tentativa desesperada de transformar
relacionamentos humanos em algoritmos previsíveis. Como num aplicativo de
relacionamentos.
terça-feira, agosto 11, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Milei dobra a aposta é diz que Lula é ladrão, corrupto e só está
solto por um erro processual. Mais uma vez, a apropriação semiótica da
comunicação alt-right: apropria-se de um fato (erro processual) para inferir
uma falácia: a suposta verdade do mérito. Invertendo a questão. Vamos discutir
esse e outros temas na Live Extra Cinegnose 360 #140, nessa quarta-feira (12/08),
às 18h, no YouTube e Facebook. Quem tem as nossas trepidantes “Conversas
Aleatórias”, quando o participante pergunta para o humilde blogueiro ou comenta
qualquer tema no chat. E depois, o quadro da Crítica Midiática: Depois de
proibir visitas do Dias dos Pais a Bolsonaro, Xandão continua dando pauta para
o bolsonarismo; Grande mídia racionaliza com “Jornalismo Engov” a disputa entre
André Mendonça e PF; Narrativa midiática vs. História: é a bomba semiótica do
pânico moral, estúpido! Discord e o fetiche da “regulamentação”; Governo vs.
Estado: Exército brasileiro envia militares para os EUA em meio a uma crise com
Trump; o que sobrou da Seleção brasileira depois da Copa?
segunda-feira, agosto 10, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
O distinto leitor já reparou em quem realmente segura a batuta da
política brasileira em ano de eleição? Não são os partidos, os programas de
governo ou o debate eleitoral, mas a engrenagem de um "Deep State" à brasileira. Da efêmera cobertura midiática sobre as conexões do PCC na Faria Lima ao
bombardeio diário de vazamentos seletivos envolvendo do filho de Lula ao clã
Bolsonaro, a burocracia do Estado deixou a neutralidade weberiana no papel para
assumir o controle do timing político do país. Através do uso estratégico de
operações policiais, timing judicial e uma simbiose calculada com a imprensa, o
estamento burocrático transformou-se no principal ator do jogo democrático. E a crise entre o ministro André Mendonça e o STF seria a confirmação empírica e um aprofundamento do conceito de Deep State brasileiro.
sábado, agosto 08, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Existe um “Deep State” brasileiro? Essa é a tese que discutiremos
na Live: PF e Receita Federal estão empilhando Operações em pleno ano eleitoral
(Operação Sem Desconto, Operação Compliance Zero, Operação Infiltrados etc.),
como se quisessem manter o cenário eleitoral com o cabresto bem apertado...
mantendo acesa a agenda do pânico moral. Enquanto a Operação Carbono Oculto, investigação
sobre como a Faria Lima lava dinheiro do Crime Organizado, foi esquecida. Vamos
discutir tudo isso na Live Cinegnose 360 #251, nesse domingo (09/08/2026), às
18h, no YouTube e Facebook. Que começa com a impagável banda fictícia “Massacration”:
a ironia devorada pela cultura da canastrice visual. E depois, dois filmes: “Three...
Extremes” (quando a vida moderna é mais assustadora do que fantasmas) e “Rinocerontes”
(a rinocerontite se alastra entre nós!). E na Crítica Midiática: a criatividade
semiótica da retórica do Pânico Climático; a crise entre André Mendonça e PF:
Deep State e controle do timming eleitoral e Agenda Setting; o pânico moral
contra a agenda virtuosa da Soberania; Nikolas Ferreira e o modus-operandi político-niilista...
e outras bombinhas semióticas.
sexta-feira, agosto 07, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Esqueça as maldições do J-Horror e os espectros do folclore local:
na antologia "Three... Extremes” (Saam gaang yi , 2004), os monstros têm
rosto, classe social e motivações assustadoramente terrenas. Através dos
olhares transgressores de Fruit Chan, Park Chan-wook e Takashi Miike, a
antologia símbolo do fenômeno chamado “Extreme Asia” disseca sem anestesia a
obsessão pela juventude, a inveja social e a culpa reprimida, revelando como a
violência e desigualdades do mundo moderno é mais aterrorizante do que qualquer
fantasma.
terça-feira, agosto 04, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Para Max Weber o Estado é a máquina permanente com o monopólio da
violência legítima, da força legal e da jurisdição. Enquanto o governo é
transitório e comanda essa máquina burocrática. Menos aqui no Brasil, em que o
governo Lula é refém da máquina do Estado que, nesse ano eleitoral, puxa os
cordões da política. O STF autoriza investigações contra Flávio, Lulinha, Marcola
enquanto PF cerca Jacques Wagner... Pau que bate em Chico... Para controlar a
temperatura política. Vamos discutir esse tema (e outros) na Live Extra Cinegnose
360 #139, nessa quarta-feira (05/08), às 18h, no YouTube e Facebook. Que tem as
Conversas Aleatórias do humilde blogueiro com o Chat. E depois, a Crítica
Midiática: Lulinha, Marcola, Flávio, Wagner... máquina do Estado virou uma “laranja
mecânica”; O espantalho do golpe continua: PF e a “Operação Rede Interrompida”;
Vão taxar PIX: fake news e letramento midiático; a bomba semiótica de Trump: cancelamento
de visto de embaixadora brasileira; Mídia tenta apagar segundo incêndio nos trens:
agora, a greve da CPTM; e outras bombinhas semióticas...
sábado, agosto 01, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Há três dias muitos lugares ainda estão sem energia elétrica no
Rio de Janeiro. Enquanto em todos esses dias a mídia corporativa vem martelando
o mantra das “ventanias históricas” geradas pelos “fenômenos extremos”
produzidos pela “crise climática global”. Pobres concessionárias e serviços
públicos privatizados, vítimas do caos climático! Ou será tudo apenas uma bomba
semiótica do caos climático para hipernormalizar a precarização. Antropoceno ou
CAPITALOCENO? Esse é um dos temas da Live Cinegnose 360 #250, nesse domingo
(02/08), às 18h, no YouTube e Facebook. Começando com o duo belga “Vive La Fête”:
Moda, Nostalgia e Realismo Capitalista. Depois, vamos discutir dois filmes: “O
Invasores de Corpos” (a refilmagem que anteviu o futuro) e “Manual Prático de
Vingança Lucrativa (Pós-meritocracia e Luta de Classes). E na Crítica
Midiática: dúvidas justificáveis: os não-acontecimentos do tiroteio da polícia
com traficantes no aeroporto de Cumbica/SP e a invasão de imigrantes em Ceuta; André
Mendonça e os dois inquéritos contra Lulinha ou como manter Lula “na linha”; flagrante
de “agenda setting” de Folha, O Globo e Estadão; Antropoceno ou Capitaloceno: o
caos climático-semiótico.
sábado, agosto 01, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
De volta da férias com as energias renovadas para o novo semestre? Está no ar a 15ª edição do Clipando – O Clipping Comentado da Educação, projeto de curadoria pedagógica do Sinpro Santos apresentado e produzido por esse humilde blogueiro. Disponível no YouTube e no Spotify, o programa debate os temas de maior impacto para o chão da escola no segundo semestre, com os seguintes destaques: das estratégias de acolhimento na Educação Infantil às contribuições da neuroeducação, passando pelo uso crítico da Inteligência Artificial e a análise dos códigos culturais da Geração Z, como a expressão "farmar aura".
Está no ar o Clipando #15, o Clipping Comentado da Educação, no YouTube (clique aqui) e Spotify (clique aqui).
Uma curadoria das informações que mais impactam o nosso trabalho e reflexões sobre Educação, Escola e Pedagogia.
Voltando das férias e de volta às aulas com os seguintes destaques: planejamento e acolhimento na volta às aulas; um guia das formas mais eficientes de orientar uma turma; por que a IA não é um problema, mas uma oportunidade para a Escola; e uma reflexão sobre como a “cultura das mídias” por trás de expressões como “farmar aura” impacta a Educação.
Sejam bem-vindos, professoras e professores!
REFERÊNCIAS E LINKS
Volta às aulas: planejamento e acolhimento para promover novas aprendizagens:
Boas-vindas aos professores no retorno do recesso escolar.
Apresentação do professor e jornalista Wilson Ferreira e do projeto do Sinpro Santos.
Síntese dos principais assuntos abordados na 15ª edição do programa.
[00:04:15] Clipe 1: Volta às aulas, planejamento e acolhimento na Educação Infantil
Reflexão sobre a adaptação das crianças ao retorno da rotina escolar.
Práticas de escuta ativa e acolhimento: criação de caixas de memória, murais e rodas de conversa.
Conceito de "brinquedos de largo alcance" (objetos não estruturados) e conexão com as teorias do filósofo Walter Benjamin sobre a crítica ao "brinquedo réplica".
[00:14:11]Clipe 2: Nove formas mais eficientes de orientar a turma
Análise do artigo da plataforma Porvir focado na clareza de instruções em sala de aula.
Discussão sobre a "maldição do conhecimento" (a tendência do professor de achar óbvios conceitos que já domina).
Estratégias práticas para testar a compreensão real dos alunos em vez de apenas perguntar "todo mundo entendeu?".
[00:22:23] Clipe 3: Neuroeducação e as práticas escolares
Aproximação entre a neurociência e a educação.
Analogia entre o hardware (desenvolvimento cerebral e conexões sinápticas) e o software (o conteúdo ensinado).
Impactos positivos da atividade física no cérebro e a importância da escrita manuscrita/cursiva no estímulo cognitivo.
[00:28:39] Clipe 4: Professor cria "armadilha" para identificar uso de Inteligência Artificial
Comentários sobre a notícia de um professor nos EUA que utilizou um comando oculto (em fonte branca) em uma prova para flagrar redações geradas por IA.
Reflexão sobre a prática do "copiar e colar" sem revisão por parte dos estudantes.
[00:35:40] Clipe 5: Por que apenas trocar de software não salva uma EAD em crise?
Análise de por que a Inteligência Artificial não deve ser vista como o problema principal, mas como um revelador de práticas pedagógicas obsoletas baseadas em mera reprodução.
A importância de propor atividades que exijam autoria, reflexão crítica e argumentação.
Histórico de integração de novas mídias na escola (histórias em quadrinhos, TV, celular e IA) em vez do uso de proibição ou repressão.
[00:43:36] Clipe 6: Geração Z e a cultura mediática ("Farmar aura")
Discussão sobre o significado de gírias da Geração Z, como "farmar aura" (acumular estilo/carisma).
Análise crítica da cultura dos influenciadores digitais e do conceito de "pós-meritocracia".
Diferença entre a evolução das mídias (ferramentas pedagógicas) e a cultura gerada pelas mídias (que exige visão crítica).
quinta-feira, julho 30, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
A
previsão do tempo deixou de ser um aviso cotidiano sobre levar ou não o
guarda-chuva para se converter em um boletim de sobrevivência saturado de
alertas vermelhos. No entanto, por trás do espetáculo diário das tempestades e
vendavais na grande mídia, opera uma sutil substituição de causalidade: a troca
do “Capitaloceno” pelo “Antropoceno”. Ao enquadrar a crise como fruto do Antropoceno
— uma narrativa de "culpa coletiva" que responsabiliza genericamente
a espécie humana —, a bomba semiótica do pânico climático transforma o colapso
em fatalidade e oculta a verdadeira engrenagem do problema. Trata-se da lógica
do Capitaloceno na periferia global: um modelo socioeconômico extrativista primário-exportador movido
pela expansão do agronegócio sobre o Cerrado e a Amazônia, pela mercantilização
do solo e pela entrega de serviços urbanos essenciais ao lucro privado.
terça-feira, julho 28, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Depois
que Milei proferiu ofensas a Lula e Xandão em pleno território brasileiro, além
do PL violar o Código Eleitoral ao colocar um líder estrangeiro em atividade
política-eleitoral, vai começar a temporada de intermináveis debates sobre
jurisprudências com advogados e juristas na Mídia. Enquanto Xandão e Kássio “Conká”
(STE) seguem o oportuno ritmo processual do “acho que vi um gatinho”. Vamos
debater esse e outros temas na Live Extra Cinegnose 360 #137, nessa quarta-feira
(29/07), às 18h, no YouTube e Facebook. Que começa com os sempre trepidantes “Conversas
Aleatórias”, nas quais o espectador participa no chat perguntando e comentando como
humilde blogueiro. Depois, a Crítica Midiática: Milei xingando, IA de Bolsonaro...
como a comunicação alt-right cria o “Efeito Firehose”; apropriação semiótica: Kássio
Conká cria “teorias conspiratórias” contra pesquisas; Havan em modo sci-fi: robôs
em escala 7X0; Tarcisão e pedágio free-flow em ano eleitoral: deu ruim! Mídia
ignora danos ambientais da costa brasileira com “engorda” das praias: é o
modelo extrativista, estúpido!
terça-feira, julho 28, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Em um
mundo onde trabalhar duro não garante ascensão social e os novos bilionários
acumulam fortunas por herança e não por mérito, a juventude se depara com a era
da "pós-meritocracia": quando as regras do jogo estão viciadas, o
sucesso passa a exigir audácia, risco e a quebra de limites morais. É
exatamente nessa ferida da luta de classes do século XXI que o diretor John
Patton Ford toca em “Manual Prático de Vingança Lucrativa” (How to Make a
Killing, 2026, disponível na Prime Video). Ao cruzar a estrutura dos contos morais de Charles Dickens com
a célebre máxima de Balzac — de que toda grande fortuna esconde um crime —, o
filme transforma a linha de sucessão de uma dinastia bilionária em um hilário e
sangrento plano de otimização corporativa: cortar os galhos da árvore
genealógica da Dinastia.
sábado, julho 25, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
“Hermanos”
foi sempre como a mídia brasileira se referia, ironicamente, aos nossos
vizinhos argentinos. Até a seleção brasileira dar o adeus precoce na Copa e a
Argentina demonstrar resiliência e chegar à final. De repente, descobriram que
dos “Hermanos” eram racistas, conspiravam com a FIFA de Infantino e Trump, além
de sionistas e corruptos. A quem interessa: (a) desviar do assunto do porquê do
fracasso da CBF e (b) criar uma cismogênese na América do Sul? Vamos discutir essa
“Xenofobia do Bem” na Live Cinegnose 360 #249, nesse domingo (26/07), às 18h, no
YouTube e Facebook. Para discutir esse tema, vamos entrevistar o professor e
jornalista Francisco Ladeira para falarmos sobre Copa do Mundo e Geopolítica. Mas
antes, vamos começar com o “budget rock” do The Mummies, os ludistas do rock. E,
depois dos Comentários Aleatórios, a Crítica Midiática: os brasileiros e a “Ucrânia
Inc.”; no miasma neoliberal do PL, as sombras do pai Bolsonaro e Milei; Trens privatizados
pegam fogo em SP: e periga de Tarcisão indenizar! Há método no caos de Trump? Para
Marina Silva, mulheres não têm partido; a polissêmica pesquisa DataFolha... e
outras bombinhas semióticas para terminar.
Cinegnose participa do programa Poros da Comunicação na FAPCOM
Este humilde blogueiro participou da edição de número seis do programa “Poros da Comunicação” no canal do YouTube TV FAPCOM, cujo tema foi “Tecnologia e o Sagrado: um novo obscurantismo?
Esse humilde blogueiro participou da 9a. Fatecnologia na Faculdade de Tecnologia de São Caetano do Sul (SP) em 11/05 onde discutiu os seguintes temas: cinema gnóstico; Gnosticismo nas ciências e nos jogos digitais; As mito-narrativas gnósticas e as transformações da Jornada do Herói nas HQs e no Cinema; As semióticas das narrativas como ferramentas de produção de roteiros.
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Coleção Curtas da Semana
Lista semanalmente atualizada com curtas que celebram o Gnóstico, o Estranho e o Surreal
Após cinco temporadas, a premiada série televisiva de dramas, crimes e thriller “Breaking Bad” (2008-2013) ingressou na lista de filmes d...
Bem Vindo
"Cinema Secreto: Cinegnose" é um Blog dedicado à divulgação e discussões sobre pesquisas e insights em torno das relações entre Gnosticismo, Sincromisticismo, Semiótica e Psicanálise com Cinema e cultura pop.
A lista atualizada dos filmes gnósticos do Blog
No Oitavo Aniversário o Cinegnose atualiza lista com 101 filmes: CosmoGnósticos, PsicoGnósticos, TecnoGnósticos, AstroGnósticos e CronoGnósticos.
Esse humilde blogueiro participou do Hangout Gnóstico da Sociedade Gnóstica Internacional de Curitiba (PR) em 03/03 desse ano onde pude descrever a trajetória do blog "Cinema Secreto: Cinegnose" e a sua contribuição no campo da pesquisa das conexões entre Cinema e Gnosticismo.
Mestre em Comunição Contemporânea (Análises em Imagem e Som) pela Universidade Anhembi Morumbi.Doutorando em Meios e Processos Audiovisuais na ECA/USP. Jornalista e professor na Universidade Anhembi Morumbi nas áreas de Estudos da Semiótica e Comunicação Visual. Pesquisador e escritor, autor de verbetes no "Dicionário de Comunicação" pela editora Paulus, organizado pelo Prof. Dr. Ciro Marcondes Filho e dos livros "O Caos Semiótico" e "Cinegnose" pela Editora Livrus.
Neste trabalho analiso a produção cinematográfica norte-americana (1995 a 2005) onde é marcante a recorrência de elementos temáticos inspirados nas narrativas míticas do Gnosticismo.>>> Leia mais>>>
"O Caos Semiótico"
Composto por seis capítulos, o livro é estruturado em duas partes distintas: a primeira parte a “Psicanálise da Comunicação” e, a segunda, “Da Semiótica ao Pós-Moderno >>>>> Leia mais>>>