sábado, maio 02, 2026

Liza Minnelli: Berlim, EUA e o pop da destruição; Messias e a necessidade da comunicação disruptiva; Shakira é presente para trabalhador precarizado!



Os Cavaleiros do Apocalipse chegaram em Brasília, com Jorge Messias acompanhando: o cara errado, na hora errada e no lugar errado... será o fim da política conciliadora de Lula ao tentar um “terrivelmente evangélico” no STF? Depois dessa rejeição inédita de uma indicação do presidente ao Supremo, Lula abandonará a estratégia de comunicação celebrativa e defensiva e partirá para a ação disruptiva? Lula foi traído? E o que significaria o abraço do líder do Governo na Casa, Jacques Wagner, em Alcolumbre após a catástrofe? Essas são questões que serão discutidas na explosiva Live Cinegnose 360 #237, às 18h desse domingo (03/05), no YouTube e Facebook. Que começa com os Vinis e CDs: Liza Minnelli e “Cabaret”, de Bob Fosse: as conexões secretas entre a Berlim pré-nazismo e a cultura pop ocidental. Depois, vamos discutir os filmes “Up The Catalogue” (Televendas é a TV brutalmente honesta) e “O Drama” (hipervigilância irônica da geração Z, casamento e tiroteio). E na sessão dos livros do Humilde Blogueiro: “Dataclisma”. Crítica Midiática: A rejeição de Messias e a urgente necessidade da guinada na Comunicação; Como grande mídia cobriu o Dia do Trabalho? Shakira é o presente para o trabalhador precarizado! Demônio perdeu o controle: tem louvação por toda parte! Trump, mitomania midiacentrada e o ponteiro do velocímetro... e outras bombinhas semióticas que podem acontecer até as 18h.

sexta-feira, maio 01, 2026

'O Drama': hipervigilância irônica da geração Z, casamento e tiroteio


Entre o brilho de uma cerimônia de casamento "à moda antiga" e o trauma latente de um massacre escolar, o filme “O Drama” (The Drama, 2026) surge como uma autópsia definitiva da psique da Geração Z. Um casal jovem e inteligente está organizando o casamento perfeito, regado a rituais vintage e playlists autorais. Mas, sob a superfície do romance idealizado, reside uma revelação perturbadora que transforma o "felizes para sempre" em um thriller psicológico sobre quase-assassinos e traumas geracionais. “O Drama” coloca em rota de colisão a busca nostálgica por autenticidade com o que se convencionou chamar de "hipervigilância irônica", o cerne do psiquismo dessa geração: um estado mental onde o dia mais feliz da vida está sempre à beira do caos sistêmico. Mais do que um filme de gênero, é o reflexo de uma geração que aprendeu a mapear as saídas de emergência antes mesmo de brindar ao futuro.

Televendas é a televisão brutalmente honesta em 'Up The Catalogue'


Se a televisão tradicional é um sanduíche onde o entretenimento é o pão e a publicidade é o recheio, o que acontece quando decidimos servir apenas o recheio, puro e sem disfarces? Ao resgatar o conceito de “Grau Zero” de Roland Barthes — uma escrita despojada de ornamentos e puramente funcional —, descobrimos que os canais de televendas não são uma degeneração do meio, mas sua verdade mais honesta. É sob essa premissa de honestidade brutal que o filme "Up The Catalogue" (2024) mergulha em uma mescla de comédia sombria e sci-fi distópico, transformando o ato de vender em uma prisão existencial onde a apresentadora Hailey Cartin se torna o combustível humano de uma engrenagem que nunca desliga. Um estúdio de TV que é, ao mesmo tempo, um labirinto infinito, uma anomalia em loop tempo-espaço, e uma sentença de prisão.

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