sábado, fevereiro 21, 2026
Jazz com Art Blakey e Marsalis; a blindagem terrivelmente evangélica do Masters; a demolição diária do Judiciário com a Lava Jato 2.0
sábado, fevereiro 21, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
sexta-feira, fevereiro 20, 2026
Da engrenagem à fermentação: o burnout e a metáfora do corpo colonizado em 'Kombucha'
sexta-feira, fevereiro 20, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Se no século XX o cinema nos alertava sobre o perigo de sermos esmagados pelas engrenagens industriais e corporativas do Capitalismo, o século XXI revela um horror muito mais íntimo e invasivo: a colonização da nossa própria biologia. O filme “Kombucha” (2025), de Jake Myers, eleva a metáfora da exploração corporativa ao limite do visceral, transformando o "bem-estar" do escritório em um pesadelo de body horror. Ao fundir a sátira ácida de “The Office” com a filosofia da "Sociedade do Cansaço" de Byung-Chul Han ao melhor estilo Cronenberguiano, o longa demonstra que, na era do desempenho, a empresa não quer apenas que você "vista a camisa" — ela quer fermentar a sua alma e transformar sua individualidade em uma cultura simbiótica a serviço do lucro.
terça-feira, fevereiro 17, 2026
Samba-enredo de Lula é abre-alas da Lava Jato 2.0? Desconstrução e diversionismo no vazamento de dados no STF; pós-meritocracia vira pop no carnaval
terça-feira, fevereiro 17, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Escola de samba que homenageou Lula recebeu verba pública da Embratur? Carmem Lúcia viu as “frestas na festa”? TCU vai achar a máquina pública por trás da Acadêmicos de Niterói? Homenagem a Lula foi um tiro no pé? Será que Dick Vigarista e Mutley estão por trás de toda armação? Não percam as respostas para essas e outras perguntas na Live Extra Cinegnose 360 #117, nessa quarta-feira (18/02), às 18h, no YouTube e Facebook. Faça as primeiras perguntas no quadro “Conversas Aleatórias”. E depois, a Crítica Midiática: pesquisa Quaest revela: redes sociais superam a TV como fonte de informação do brasileiro. Mas a grande mídia não fala nada; Pós-meritocracia: apresentador réu por golpe do Pix vira figura pop no carnaval; Geração Z consome menos cerveja no carnaval; Continua a desconstrução da judicialização e diversionismo contra o escândalo do Banco Master: o vazamento dos dados dos ministros do STF; Paulo Kliass: Povo não come PIB; Cargill X índios do Rio Tapajós: a hipocrisia climática numa economia de comodities; Lula no samba-enredo é abre-alas para a Lava Jato 2.0.
sábado, fevereiro 14, 2026
'Jenni Sex': por que revival Dark Wave? Lava Jato 2, a Missão: do massacre de Toffoli ao samba-enredo sobre Lula, a defesa midiática do legado
sábado, fevereiro 14, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Nesse domingo, a Live Cinegnose 360 será o túmulo do samba... o Carnaval está rolando, mas o jornalismo corporativo não para com a sua histérica defesa do legado da Lava Jato. Depois de dias batendo bumbo, a grande mídia conseguiu: tirou Dias Toffoli da relatoria do caso Banco Master, entregou para um ministro bolsonarista e, de quebra, começa aa mirar no Xandão... o cheiro de sangue faz a mídia esquecer que Xandão é o vingador da “trama golpista”! Vamos discutir esse e outros temas na Live Cinegnose 360 #226, nesse domingo (15/02), às 18h, no YouTube e Facebook. Que esquece do Carnaval com o trio paulistano Jenni Sex: o porquê do revival do pós-punk e dark wave no pop mundial e na cena alternativa brasileira. Depois, vamos discutir o filme “The Plague”: por que o presente se tornou tão tóxico? Em seguida, Comentários Aleatórios e o Livro do Humilde Blogueiro: a cápsula do tempo do livro “Digital Delirium” de Arthur Kroker. E na Crítica Midiática: o massacre midiático de Toffoli, sentindo o gosto do próprio veneno... Xandão é o próximo! Lava Jato 2, A Missão: Carmem Lúcia e o samba-enredo da Acadêmicos de Niterói; Cuba é a nova Gaza para Trump: é Marco Rubio presidente, estúpido! Bad Bunny, Mutantes e Guerra Híbrida; Grande mídia brasileira oculta protestos na Argentina. E outras bombas semióticas de Carnaval!
sexta-feira, fevereiro 13, 2026
'The Plague': por que o presente se tornou tão tóxico? Freud talvez explique
sexta-feira, fevereiro 13, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Por que o presente se tornou tão tóxico? Em busca de respostas para os sintomas colaterais das redes sociais, o cinema recente tem promovido uma verdadeira autópsia do início do século XXI. No visceral “The Plague” (2025), o diretor Charlie Polinger utiliza o cenário de um acampamento de polo aquático em 2003 não como um refúgio nostálgico, mas como um laboratório freudiano. Ao transformar o bullying adolescente em um terror atmosférico, o filme revela que o "cancelamento" e o ostracismo digital não são subprodutos da tecnologia, mas heranças de uma mecânica primitiva de grupo que as Big Techs apenas aprenderam a monetizar. “The Plague” serve como um espelho sombrio: o problema nunca foi apenas a ferramenta digital, mas o que sempre fomos capazes de fazer uns com os outros quando o grupo exige um bode expiatório.
quinta-feira, fevereiro 12, 2026
Bananas, "haciendas", Mutantes e Bad Bunny na guerra híbrida
quinta-feira, fevereiro 12, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Entre o "Cantor de Mambo" dos Mutantes em 1972 e a apoteose de Bad Bunny no Super Bowl em 2026, a percepção crítica da intelectualidade brasileira parece ter sofrido uma curiosa involução. Enquanto a Tropicália identificava na estética das bananas e das "haciendas" uma paródia do controle geopolítico norte-americano, o progressismo atual celebra o espetáculo da indústria cultural como uma vitória política, ignorando que a cenografia do "quintal ideal" dos EUA continua intacta — apenas devidamente atualizada pelo verniz do empreendedorismo neoliberal. A performance de Bad Bunny, longe de ser um manifesto de ruptura, reafirma o fetiche da "hacienda" colonial e expõe uma esquerda carente de heróis, que hoje confunde a reafirmação de estereótipos com resistência política e soberania cultural.
terça-feira, fevereiro 10, 2026
Bananas e Haciendas no Superbowl: o quintal perfeito dos EUA; Epstein/Chomsky: a miséria da academia; Tarcisão, "o sensato", no Carnaval
terça-feira, fevereiro 10, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
“Parece até o Brasil!”, exclamou emblematicamente um locutor brasileiro enquanto narrava o “Halftime Show” do cantor porto-riquenho de reggaeton Bad Bunny, no Superbowl. Desfilando diante de uma cenografia de bananeiras, latifúndios de cana, “Haciendas” e quiosques vendendo “latinidade” para turistas. E tinha razão: estava ali a síntese do que os EUA imaginam como DEVE SER o seu quintal colonial latino-americano perfeito. Enquanto, da grande mídia à esquerda midiatizada brasileira, celebra-se a “coragem” do cantor desafiar Trump e o ICE... Esse é um dos principais temas da Live Extra Cinegnose 360 #116, nessa quarta-feira (11/02/2026), às 18h, no YouTube e Facebook. Com as trepidantes Conversas Aleatórias (pergunte e comente qualquer assunto no chat com o humilde blogueiro) e a Crítica Midiática: uma análise semiótico-política do “Halftime Show” de Bad Bunny; o Enigma Epstein/Chomsky: a miséria da intelectualidade acadêmica; As aventuras brasileiras no “Epstein Files”; Sequestro midiático do Governo: BC fecha contrato com Datena; Enquanto esquerda discute escala 6X1, STF liquida com a Justiça do Trabalho; Tumulto no carnaval de SP: a dobradinha Tarcisão/Ricardo Nunes, com grande mídia vendo “a boa notícia”; Banco Master é carta coringa para jornalismo corporativo. VENHA TAMBÉM PARTICIPAR!
sábado, fevereiro 07, 2026
'Portishead': trip-hop e zeitgeist; as traquitanas semióticas do novo powerpoint do Dallagnol; ligações perigosas: inflação semântica e taxa Selic
sábado, fevereiro 07, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
“Brasília vive um cenário pré Lava Jato!”, exclamou a “colonista” Andreia Sadi referindo-se ao escândalo do Banco Master. Num ano eleitoral, começou a montagem do novo Powerpoint do Dallagnol (lembram!). Dessa vez, um slide mostrando como todos os escândalos apontam para Lula. Agora tentam até criar uma contaminação metonímica de Epstein com ele... A maquinação dessa traquitana semiótica é um dos assuntos da Live Cinegnose 360 #225, nesse domingo (08/02), às 18h, no YouTube e Facebook. Que começa com a banda “Portishead”: trip-hop, zeitgeist e século XXI. Depois vamos discutir uma adaptação cinematográfica de conto de Neil Gaiman: “Como Falar com Garotas em Festas” (somos todos punks e alienígenas). E depois dos Comentários Aleatórios, os Livros do Humilde Blogueiro: Darcy Ribeiro e a utopia da Civilização Brasileira. E na Crítica Midiática: começa a montagem do novo Powerpoint do Dallagnol; qual a relação entre a inflação semântica do “histórico” no jornalismo e a taxa Selic? Caso Epstein e dissonância cognitiva; Cão Orelha e o vídeo racista de Trump: a política da cismogênese; Dragagem do Rio Tapajós: Mídia explora a esquizofrenia neocolonial brasileira; “Você ainda vai morar num Patriani”: a explosão da bolha imobiliária em SP... a bolha de IA é a próxima... e outras bombinhas semióticas.
sexta-feira, fevereiro 06, 2026
Inflação Semântica: Por que tudo no jornalismo brasileiro virou “histórico”?
sexta-feira, fevereiro 06, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Enquanto o Banco Central se ancora na taxa Selic para conter a inflação de demanda, uma outra variante inflacionária — muito mais silenciosa, porém onipresente — toma conta das redações brasileiras: a inflação semântica do adjetivo "histórico". De decisões do STF a recordes de temperatura, passando por eliminações de reality shows, o jornalismo parece ter abandonado a secura dos fatos para mergulhar em um "eterno presente" onde tudo é vendido como épico, inédito ou lendário. Neste texto, mergulhamos no abismo que separa o tempo da notícia do tempo da história e investigamos como o "Efeito Heisenberg" de Neil Gabler transformou a realidade em uma performance adjetivada para saciar a economia da atenção. Afinal, se tudo é proclamado histórico no grito da manchete, o que realmente restará para a História?
quinta-feira, fevereiro 05, 2026
Somos todos punks e alienígenas em 'Como Falar com Garotas em Festas'
quinta-feira, fevereiro 05, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Se em Quase Todo Mundo Morto (Shawn of Dead, 2004) a piada era a indiferença britânica que confundia zumbis com bêbados, em Como Falar com Garotas em Festas (How to Talk to Girls at Parties, 2017, disponível na Prime Video) essa "bizarra normalidade" ganha contornos cósmicos. Ao ambientar o encontro entre o movimento punk de 1977 e turistas intergalácticos no subúrbio de Croydon, o diretor John Cameron Mitchell transforma o desencontro adolescente em uma metáfora existencial. Mais do que uma comédia de ficção científica, o filme disseca a figura existencial gnóstica do "Estrangeiro" e a barreira intransponível da incomunicabilidade entre gêneros, revelando que, no vácuo entre o punk e o alienígena, a verdadeira distância galáctica está na dificuldade humana de se conectar.
terça-feira, fevereiro 03, 2026
Indignação seletiva e dissonância cognitiva para exorcizar Epstein, Vorcaro e Tony Garcia; Mulheres no governo Trump viram "Mar-a-Lago Face"
terça-feira, fevereiro 03, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Três fantasmas, vivos ou mortos, rondam o noticiário nesse início de ano: Vorcaro, Tony Garcia e Epstein! Eles sabem o que, respectivamente, fizeram no verão passado Roberto Campos Neto, Sérgio Moro e Trump. Mas essas figuras assombradas pelo passado insepulto esperam da mídia duas coisas: indignação seletiva e criação de dissonâncias cognitivas no distinto público. Vamos discutir esses dispositivos semióticos e midiáticos na Live Extra Cinegnose 360, nessa quarta-feira (04/02), às 18h, no YouTube e Facebook. Que começa com as Conversas Aleatórias, onde o chat faz comentários e perguntas sobre qualquer assunto para esse humilde blogueiro. Para depois entrarmos no quadro “Crítica Midiática”: Epstein: o gigolô das elites empresariais, políticas e acadêmicas; por que Fachin decide fazer Código de Ética no STF depois que o Tony Garcia apareceu? A esperança de Vorcaro: transformar Banco Master em nova Lava Jato; a sinuca de bico de Trump no Irã; Wolkeismo: mulheres do governo Trump não são mulheres - são “Barbies” e “Mar-a-Lago Face”; São Paulo pode repetir a “Guerra da Água” de Cochabamba, que estourou em 2000? Ministério Público Militar queima os fusíveis Bolsonaro e Braga Neto; Kassab é Mentor na “Jornada do Herói” de Tarcísio?
sábado, janeiro 31, 2026
'Goldfrapp': o electro-pop de vanguarda; vírus Nipah: biopolítica contra BRICS? Surto do MBL e "Jornada do Herói" de Tarcisão; o déjà vu de Haddad
sábado, janeiro 31, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Depois de passar quatro anos sendo enquadrado pelo mercado, agora Fernando Haddad é enquadrado pelo Governo: Gleise convoca-o a “vestir aa camisa” e disputar a eleição em SP (seja para governador ou senador)... para manter a tradição de andar com o “freio de mão puxado” eleitoralmente em São Paulo. Lembram de Genoíno, José Marinho, Padilha etc. candidatos? Historicamente o PT parece ter desistido de SP. Desde os tempos do “tucanistão”. Esse e muitas outras notícias vamos debater na Live Cinegnose 360 #224, nesse domingo (01/02), às 18h, no YouTube e Facebook. Na sessão dos Vinis e Cds vamos ver “Goldfrapp”: o electro-pop com uma camada de intelectualidade e vanguarda. Depois, discutiremos um filme indicado ao Oscar 2026: “Frankenstein” de Gillermo del Toro, um drama necropolítico e gnóstico. Depois, o nosso amplo presente na sessão dos Livros do Humilde Blogueiro. E na Crítica Midiática: O déjà vu de Haddad; Taxa de desemprego chega ao menor patamar: por que a informalidade virou um problema para a mídia? Tal como o PCC, Bolsonaro virou organização que atua dentro e fora do presídio; Datena na EBC: Lula rende-se à pauta midiática; jornalistas que trabalham sentados e o crescente cinismo das autoridades em redes sociais; o surto do MBL e a “jornada do Herói” do Tarcisão; crescem notícias de feminicídios e maus tratos de animais: qual a relação? Vírus Nipah: biopolítica contra BRICS? E também muitas outras bombinhas semióticas.
sexta-feira, janeiro 30, 2026
'Frankenstein' de Guillermo del Toro: um drama necropolítico e gnóstico
sexta-feira, janeiro 30, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Se no século XIX o horror literário de “Frankenstein”, de Mary Shelley, residia na audácia de desafiar a Deus através da eletricidade, na visão de Guillermo del Toro para o século XXI em "Frankenstein" (2025, indicado ao Oscar de Melhor Filme), o verdadeiro terror é a negligência afetiva. Ao traçar um paralelo entre a desilusão da Criatura e o niilismo de filmes como “Prometheus” (2012), del Toro transita do 'conhecimento proibido' para a 'paternidade tóxica'. Nesta nova adaptação, o mito de Shelley é despido de seu caráter puramente científico para revelar uma parábola visceral sobre traumas herdados, necropolítica e a busca por propósito em um mundo que nos cria, mas se recusa a nos amar. Dessa maneira, a releitura de del Toro mantém o drama existencial gnóstico mais amplo da própria humanidade: fomos jogados nesse cosmos em uma situação frágil e vulnerável e sob os desígnios arbitrários do Criador tentamos encontrar algum propósito na existência.
terça-feira, janeiro 27, 2026
Ano eleitoral de maldades: como transformar Banco Master em bomba semiótica e CNH em objeto de desejo neoliberal?
terça-feira, janeiro 27, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
sábado, janeiro 24, 2026
'Bidê ou Balde': o sci-fi do cotidiano; Entrevista com o prof. Francisco Ladeira; Lula, o 'Ghostbuster'; Nikolas Ferreira, o 'Forrest Gump' brasileiro
sábado, janeiro 24, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
sexta-feira, janeiro 23, 2026
Trump e o fenômeno do "Loop de Feedback da Hiper-realidade"
sexta-feira, janeiro 23, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Donald Trump em Davos: presidente ou comediante de stand-up? O comportamento bizarro do líder norte-americano diante dos aliados europeus levanta uma questão central para a comunicação moderna: quem imita quem? Da paródia no programa Saturday Night Live ao "mimetismo reverso", exploramos como a política contemporânea se tornou um reflexo circular de simulacros, onde a verossimilhança é ditada pela ficção e o poder é exercido através de um estranho, porém eficaz, efeito de realidade. A performance de Donald Trump subverte a diplomacia tradicional para instaurar a era da "canastrice política". Entre o mimetismo reverso das paródias do SNL e a construção ficcional de líderes como Zelensky, o que vemos não é mais a política dos fatos, mas o triunfo do simulacro. Neste texto, analisamos como o stand-up de Trump fecha o “Loop de Feedback da Hiper-realidade”, onde a autenticidade não reside na verdade factual, mas na fidelidade absoluta do líder à sua própria caricatura.
quinta-feira, janeiro 22, 2026
A barbárie higienizada da eliminação do envelhecimento em 'Plano 75'
quinta-feira, janeiro 22, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
O que acontece quando uma cultura milenar que reverenciava a sabedoria dos mais velhos é engolida pelo culto ocidental à novidade e pela performance ininterrupta? No sensível e perturbador “Plano 75” (Plan 75, 2022, disponível na Prime Video), a diretora Chie Hayakawa explora as cicatrizes de um Japão que transformou o envelhecimento em um 'erro de sistema'. Analisando o filme sob a ótica da 'Sociedade do Cansaço' de Byung-Chul Han, percebemos como a quebra do elo geracional e o conceito japonês de “meiwaku” criaram o cenário perfeito para uma barbárie higienizada: o momento em que a eutanásia estatal passa a ser aceita como a solução lógica para quem já não consegue mais acompanhar o ritmo da produção e performance do eu.
terça-feira, janeiro 20, 2026
Trump é o "Grande Reset Global" de Davos; Janja e a previsão de Korybko; o que 'O Agente Secreto' tem a ver com o acordo Mercosul-UE?
terça-feira, janeiro 20, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
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sábado, janeiro 17, 2026
'Autoramas' previu zeitgeist do séc. XXI; BBB26: ano de maldades começou! Os 'cases' sociológicos Toffoli X Vorcaro e Smart Sampa X PCC
sábado, janeiro 17, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Terminamos o ano passado repetindo o bordão: “2026 será o ano de maldades!”... E começou cedo: na TV aberta, o BBB26 viralizando pela enésima vez o clichê bolsonarista de que o Bolsa Família desestimula os estudos e de que o Governo vai criar um imposto para o PIX... ou foi o Nikolas Ferreira, de novo? Pouco importa a diferença, já que para o jornalismo corporativo o importante é criar uma oposição, seja quem ou como for! O mais importante é que O TIJOLAÇO DE DOMINGO VOLTOU: Live Cinegnose 360 #222, nesse domingo (18/01), às 18h, no YouTube e Instagram. Que vai começar com a banda brasileira “Autoramas”: eles previram a “Sociedade do Cansaço” do século XXI? Depois, vamos discutir os filmes “Valor Sentimental” (encenação, angústia e a dor escandinava) e “A Última Noite” (uma “Necrospectiva de Natal”). E na Crítica Midiática: Um Raio X sociológico da república brasileira – Dias Toffoli e Banco Master; a irmã do prefeito de SP presa pelo Smart Sampa e a delegada da Polícia Civil/SP presa por envolvimento com PCC; o colonialismo 2.0 do acordo Mercosul/EU; Nem o jornalismo corporativo aguenta mais a Corina Machado; para grande mídia, protestos no Irã são contra “costumes”; as não-notícias de Bolsonaro... e outras bombinhas semióticas.
terça-feira, janeiro 13, 2026
Uma "necrospectiva" de Natal em 'A Última Noite'
terça-feira, janeiro 13, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
sábado, janeiro 10, 2026
Plantão Drops News: entrevista com Nildo Ouriques, ao pé do canhão na Venezuela! Começa o ano de maldades de 2026
sábado, janeiro 10, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Depois de extrair Nicolás Maduro da Venezuela e reviver o imaginário hollywoodiano do filme “Comando Delta” de 1986, com o Chuck Norris e Lee Marvin, agora Trump mira na Groelândia - suas terras raras e passagens marítimas no Ártico já repletas de navios mercantis russos e chineses. Trump é um narcisista com "demência fronto temporal” como esperneia a grande mídia? Ou Trump apenas representa uma mudança na cadeia de produção do valor do Capitalismo, agora focada na expropriação pura e simples? Esse é um dos assuntos que discutiremos com o professor do Departamento de Economia e Relações Internacionais, NILDO OURIQUES na ENTREVISTA do Plantão Drops News Cinegnose 360, nesse domingo (11/01), às 18h, no YouTube e Instagram. E depois teremos a Crítica Midiática: A saia justa semiótica e semântica do jornalismo corporativo na cobertura da Venezuela; Por que grande mídia precisa manter Bolsonaro em pé? A milícia digital para proteger Volcaro e o jogo midiático subliminar na liquidação do Banco Master; Ano de Maldades 2026: três anos depois do 8 de janeiro em um cenário pós-judicialização e... outras bombinha semióticas para terminar.
sexta-feira, janeiro 09, 2026
Mídia veste a saia justa semiótica na "extração" de Nicolás Maduro da Venezuela
sexta-feira, janeiro 09, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Nem derrubado, nem preso: Nicolás Maduro foi "extraído" da Venezuela como um boneco em uma máquina de garra de shopping. Entre o entusiasmo e a perplexidade, o jornalismo brasileiro — do corporativo ao progressista — parece ter perdido o dicionário diante da "extração" de Maduro. Enquanto as redações se equilibram em saias justas semânticas para diferenciar "autocratas" de "ditadores", a realidade geopolítica de Donald Trump atropela narrativas estabelecidas: em vez de ungir a oposição tradicional, o magnata americano aposta em um "chavismo sem Maduro" sob o comando de Delcy Rodriguez. Diante de uma transgressão que "caminha de andador", a mídia se vê atônita, tentando conceituar um fluxo de eventos que seu antigo arcabouço já não alcança. O que resta é uma curiosa salada semiótica onde o jornalismo tenta esconder o fato de que a nova ordem mundial não segue roteiros de Hollywood, mas a lógica crua dos negócios.
quarta-feira, janeiro 07, 2026
Encenação, angústia e a dor escandinava em 'Valor Sentimental'
quarta-feira, janeiro 07, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira
























![Bombas Semióticas na Guerra Híbrida Brasileira (2013-2016): Por que aquilo deu nisso? por [Wilson Roberto Vieira Ferreira]](https://m.media-amazon.com/images/I/41OVdKuGcML.jpg)




