sexta-feira, novembro 28, 2025
Em 'Quando o Céu se Engana", mais terrível que a danação eterna é a precarização moderna
sexta-feira, novembro 28, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
terça-feira, novembro 25, 2025
Dois fusíveis queimados disputam as manchetes; a inflação semântica da palavra "histórico" na mídia; Zelensky entre a espada e a privada de ouro
terça-feira, novembro 25, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Daniel Vorcaro, o banqueiro-prisioneiro do liquidado Banco Master, deve estar irritado! Narcisista e ostentador contumaz, deve estar indignado com a solda do Bolsonaro na tornozeleira ter roubado as manchetes da mídia que eram só suas. Paciência... é o que dá ser fusível a ser queimado para manter a integridade do sistema: Bolsonaro, manter íntegro o sistema político; Vorcaro, o sistema financeiro. Venha discutir esse e outros assuntos na Live Extra Cinegnose 360 #110, nessa quarta-feira (26/11), às 18h, no YouTube e Instagram. Começando com as Conversas Aleatórias, quando você pergunta sobre qualquer coisa para o humilde blogueiro. E também faz comentários e críticas no Chat. E na Crítica Midiática: a guerra oculta no País pelo controle da pauta midiática; do quê Bolsonaro estava rindo na Superintendência da Polícia Federal? Um flagrante de Inteligência Artificial preguiçosa no jornalismo; Por que a inflação semântica da palavra “histórica” no jornalismo corporativo? COP30 e a mídia esquecem que com petróleo não se faz apenas combustível; Zelensky: entre a espada de Putin e o escândalo da privada de ouro. Venha conspirar!
Banco Master e a tornozeleira danificada: a guerra oculta pelo controle da pauta midiática
terça-feira, novembro 25, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Entre a versão oficial de uma fuga frustrada e o relato surreal de vozes vindas da tornozeleira, o episódio da madrugada de sábado em que Jair Bolsonaro teria danificado o dispositivo eletrônico com um ferro de solda revela-se menos como um ato isolado e mais como um espetáculo midiático calculado. No embate entre dolo consciente, surto repentino ou encenação, emerge a hipótese de um “não-acontecimento” ou “pseudoevento”: uma operação semiótica destinada a deslocar o foco das manchetes, obscurecendo o verdadeiro terremoto político-financeiro que representa a liquidação do Banco Master: a ameaça de expor as ligações perigosas entre banqueiros, empresários e o sistema de poder brasileiro. Guerra semiótica pelo controle da agenda midiática que lembra a disputa pelo foco midiático em 2012 entre o escândalo das ligações perigosas do empresário contraventor Carlinhos Cachoeira e o julgamento do Mensalão.
sábado, novembro 22, 2025
Entrevista com Fausto Fawcett; contra a nitroglicerina pura do Banco Master, o alívio cômico da prisão de Bolsonaro; COP30 é fogo...
sábado, novembro 22, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
O timing não poderia ser melhor! Quando a liquidação extra-judicial do Banco Master (com a prisão do seu dono, Daniel Vorcaro, tentando fugir do País). ameaçava até expor os conflitos de interesses do banco com ministros do STF, eis que Bolsonaro retorna à ribalta midiática. Xandão manda prender Bozo, provocado por Flávio Bolsonaro que convocava uma “vigília” na frente da casa do pai. O fusível tem mais para queimar... Esse e outros temas vamos discutir na Live Cinegnose 360 #217, nesse domingo (23/11), às 18h, no YouTube e Instagram. Live ESPECIAL que começa com uma entrevista com o FILÓSOFO POP, CRONISTA URBANO, MÚSICO, CANTOR E COMPOSITOR-LETRISTA FAUSTO FAWCETT: da Copacabana Blade Runner a Favelost. E depois vamos discutir o filme brasileiro “O Agente Secreto”: do terror espetacular ao terror administrativo da Ditadura Militar. E na Crítica Midiática: Grande Mídia agradece o alívio cômico da prisão de Bolsonaro; Jornalismo corporativo começa a encaixar prisão de Bolsonaro na Semiótica Nam-Nem; Banco Master e os conflitos de interesses com o STF; o incêndio irônico da COP30; Trump surpreende jornalista da CNN: Flood the Zone! O jogo pesado da extrema direita: a farsa da carreta do Rodoanel de SP; Trump quer que Zelensky aceite acordo de rendição e não “Plano de Paz”.
sexta-feira, novembro 21, 2025
O terror administrativo da ditadura militar em 'O Agente Secreto'
sexta-feira, novembro 21, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Se a extensa filmografia brasileira do século XXI sobre a ditadura — de "Zuzu Angel" (2006) ao oscarizado "Ainda Estou Aqui" — mergulhou nos traumas dos "Anos de Chumbo" e da resistência, “O Agente Secreto” (2025) ousa trilhar um caminho distinto. Em vez do choque da tortura física, Kleber Mendonça Filho (“Bacurau”, “Retratos Fantasmas”) nos apresenta o horror do "terror administrativo". Situado no ano de 1977, o filme captura com precisão cirúrgica o momento em que a violência do regime deixou os porões escuros para se instalar, sob a luz fria e burocrática, nas repartições públicas, transformando carimbos, papéis e arquivos de aço em institutos de identificação policiais em armas tão letais quanto um fuzil. “O Agente secreto” nos traz um alerta urgente: o Brasil é um país que enterrou seus mortos sem fazer a autópsia completa da história.
terça-feira, novembro 18, 2025
Mídia normaliza Banco Master: "problema político"; COP30 e fala diversionista do chanceler alemão; apagão na Internet... menos na China
terça-feira, novembro 18, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Agora começamos a entender o porquê da urgência da extrema direita em se blindar contra a Polícia Federal: PF investiga esquema de fraude no Banco Master... que prende o dono do banco (o “Lobo da Faria Lima”) no aeroporto quando estava fugindo para a Europa... cujo banco terá um interventor que vai quebrar todos os sigilos bancário. Nitroglicerina pura! Que a grande mídia começa a normalizar como se tudo não passasse de “corrupção política”. Essa e outras notícias serão discutidas na Live Extra Cinegnose 360 #109, nessa quarta-feira (19/11), às 18h, no YouTube e Instagram. A liquidação do Banco Master: normalização e oportunismo da grande mídia para transformar tudo em defesa da autonomia do Banco Central; o “Lobo da Faria Lima” do Banco Master estava montando grupo de mídia; o caso da fala contra o Brasil do chanceler alemão e a estratégia semiótica de diversionismo da extrema direita; mototáxis retornam a SP e a construção semiótica do “Ricardo Nunes, o Sensato”; o mundo sofre outro apagão da Internet... menos a China; alunos avaliam professores na rede pública de SP: a antessala para a IA substituir professores; ultraprocessados e novo mapa da fome no Brasil... e outras bombinhas semióticas para terminar.
sábado, novembro 15, 2025
HOJE: Steve Vai; Bomba semiótica Forte Apache explode na COP30; Por que mídia elegeu a "segurança" como o tema decisivo da eleição 2026?
sábado, novembro 15, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
EXCEPCIONALMENTE, A LIVE DO DOMINGO ACONTECERÁ HOJE (17/11). DEPOIS QUE O TÉCNICO DE INFORMÁTICA DEU UM “REIKE” NO NOTEBOOK, ELE VOLTOU A FUNCIONAR... A bomba semiótica Forte Apache mais uma vez é detonada. Depois dos índios cercarem o Palácio do Planalto em 2014, em plena Guerra Híbrida pré-impeachment da Dilma, mais uma vez os índios atacam. Dessa vez a COP30, deixando a ONU alarmada! Uma bomba semiótica com os mesmos efeitos semióticos, midiáticos e políticos. Venha discutir esse e muitos outros temas na Live Cinegnose 360 #216, HOJE (17/11), às 18h, no YouTube e Instagram. Começando com os CDs e vinis de Steve Vai: entre o virtuosismo estéril e a inovação da guitarra. Depois, teremos os seguintes filmes para discutir: a série “Pluribus” (a positividade tóxica da cultura da felicidade) e “Bugonia” (o caos controlo das bolhas digitais). E depois dos trepidantes Comentários Aleatórios, vem a Crítica Midiática: COP30 e a bomba semiótica Forte Apache; depois da “pobreza menstrual”, agora vem “pobreza climática”; COP 30 é mais ameaçadora do que Trump no Caribe; por que Derrite, Eduardo Cunha e Arthur Lira jantaram juntos em Brasília? Grande mídia elege a “segurança pública” como o tema das eleições 2026... Por que será? Despachar palestinos de Gaza agora virou empreendedorismo em Israel! E muitas outras bombinhas semióticas.
sexta-feira, novembro 14, 2025
O caos controlado das bolhas digitais no filme 'Bugonia'
sexta-feira, novembro 14, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
O novo filme de Yorgos Lanthimos, “Bugonia” (2025), sobre teóricos da conspiração que sequestram uma CEO de uma multinacional farmacêutica acreditando que ela é uma alienígena, funciona como uma ilustração precisa do "efeito fliperama" da guerra híbrida. O filme demonstra como o ressentimento pessoal, alimentado por bolhas digitais, é transformado em um caos controlado que, paradoxalmente, serve para manter o status quo e desviar o foco da verdadeira classe dominante. Lanthimos vem assumindo uma espécie de misantropia esclarecida, como ficou claro nos filmes anteriores “Pobres Criaturas” e “Tipos de Gentileza”: somos criaturas pobres e miseráveis, mas temos a capacidade de sermos belos e tolos, assim como assassinos e terríveis.
quinta-feira, novembro 13, 2025
A positividade tóxica da cultura da felicidade na série 'Pluribus'
quinta-feira, novembro 13, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Vivemos sob o peso de uma contradição moderna: o mundo parece à beira do colapso, mas somos implacavelmente ordenados a "ser felizes". Entre o apocalipse climático e o imperativo da cultura coaching, essa busca frenética pela positividade ameaça nos tornar indiferentes e acríticos. É exatamente essa distopia da "adaptação feliz" que a nova série da Apple TV+, “Pluribus” (2025-), explora, transformando a felicidade compulsória em uma aterrorizante invasão alienígena. Após duas décadas imerso na angústia moral de Breaking Bad e Better Call Saul, Vince Gilligan retorna à TV com “Pluribus”, uma série que troca o crime pela ficção científica. No entanto, o verdadeiro terror não vem de monstros, mas da própria felicidade — uma "mente colmeia" de origem alienígena que pacifica a humanidade. A série funciona como uma crítica afiada ao nosso zeitgeist de positividade tóxica, questionando o que realmente significa ser humano quando a dor e o conflito são erradicados.
terça-feira, novembro 11, 2025
As aventuras semióticas da hiper normalização midiática; assim como Gaza, COP30 também tem "flotilha"; o sádico tema da redação do Enem
terça-feira, novembro 11, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
“Um profissional experiente”. É assim que os canais fechados de notícia tentam hiper normalizar a bizarra e desesperada estratégia da extrema direita de colocar Guilherme Derrite, secretário da Segurança de SP licenciado para ser relator da PL sobre facções criminosas. Um ex-tenente da ROTA, expulso da corporação pelo excesso de letalidade, colocado na Câmara para blindar as finanças do crime organizado contra a Polícia Federal... mas, ele é um “profissional experiente”... Venha discutir esse e outros temas na Live Extra Cinegnose 360 #108, nessa quarta-feira (12/11), às 18h, no YouTube e Instagram. Venha também fazer perguntas e comentários no quadro Conversas Aleatórias, trepidante sessão da Live em que você participa através do Chat. Em seguida, a Crítica Midiática: da “pobreza menstrual” ao “profissional experiente”, as aventuras semióticas da hiper normalização midiática; Tarcisão embarca na pós-meritocracia de Marçal com o “Campeonato de Cortes”; Também a COP30 tem sua flotilha... mas sem Greta Thunberg; Grande mídia cai sob o fascínio fetichista pelo “Big Stick” de Trump; a bolha das bets vira impulsionador da economia e do futebol brasileiro; o sádico tema da redação do Enem que cobra dos jovens soluções que os adultos não propõem... e outras bombinhas semióticas para terminar.
sábado, novembro 08, 2025
Bjork: do pós-punk ao otimismo global; COP30 e o novo salto mortal do Capitalismo; Tarcisão faz dança da chuva em SP; Trump e Venezuela
sábado, novembro 08, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Acompanhamos nas últimas semanas um desfile de siglas nas manchetes midiáticas: saiu o PCC da Carbono Oculto e metanol, entrou o CV do massacre de Cláudio Castro. Agora, o CV dá lugar ao show de empatia e generosidade planetária da COP30. Acompanhamos o último salto mortal do Capitalismo para superar suas contradições: o salto da transformação da Natureza em ativo financeiro. Esse é apenas um assunto que discutiremos na Live Cinegnose 360 #215, nesse domingo (09/11), às 18h, no YouTube e Instagram. E começamos com a cantora Bjork: da anarquia pós-punk ao otimismo global. Depois, vamos também discutir o filme romeno “Kontinental ‘25” (Capitalismo, Lei e Moral) e o japonês “O Mal Não Existe” (O Capitalismo não é bom nem mau, ele perversamente funciona). E depois dos indefectíveis Comentários Aleatórios, a Crítica Midiática: Grande mídia e pânico climático como abre-alas da COP 30; na COP30 agora é a vez da Natureza ser financeirizada, com empatia e generosidade! Por que o PCC foi substituído nas manchetes pelo Comando Vermelho? Tarcisão faz dança da chuva e conversa com Nizan Guanaes para a publicidade da Sabesp não o prejudicar; esquerda em pânico com ameaça de Trump invadir a Venezuela. E outras bombinhas semióticas!
O Capitalismo não é bom nem mau. Apenas perversamente funciona em 'O Mal Não Existe'
sábado, novembro 08, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
O que a eleição de Zohran Mamdani, o primeiro prefeito muçulmano de Nova York, rotulado de "socialista" por sua oposição a Trump, tem em comum com “O Mal Não Existe” (Aku wa sonzai shina, 2023, filme disponível na MUBI), o novo e perturbador filme do japonês Ryusuke Hamaguchi? Ambos os eventos, um político e um diretor de cinema, servem para expor a insuficiência da visão americana que reduz o capitalismo a um problema moral—uma luta entre ricos "bons" e ricos "maus". O filme de Hamaguchi, no entanto, leva essa discussão ao campo ecológico, dinamitando a ideia de "Bem vs. Mal" para sugerir que o verdadeiro perigo não está nas intenções dos agentes, mas na perturbação de sistemas que, como a natureza ou a economia, são fundamentalmente amorais e cegos. O que começa como uma parábola ecológica comum (um empreendimento para milionários que interfere numa idílica vila rural) termina mostrando que o Capitalismo não é bom e nem mau: ele apenas perversamente funciona.
sexta-feira, novembro 07, 2025
Por que as manchetes trocaram o PCC pelo Comando Vermelho?
sexta-feira, novembro 07, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
A Operação Carbono Oculto durou nas manchetes apenas o tempo das fotos icônicas de agentes da PF na Faria Lima. Assim que a investigação bilionária sobre o PCC no setor de combustíveis deixou a Faria Lima e começou a apontar para conexões políticas na oposição, a grande mídia trocou o PCC pelo Comando Vermelho na pauta. Essa trajetória expõe a "objetividade oportunista" da grande mídia: enquanto as imagens da Polícia Federal na Faria Lima renderam manchetes, a repercussão sobre os elos do PCC com a elite financeira e políticos da oposição foi rapidamente abandonada. Para evitar desgastes, o jornalismo corporativo trocou a complexa investigação financeira pela cobertura ostensiva da violência no Rio, reaquecendo a polarização e beneficiando narrativas da extrema direita. Transformando a Operação Contenção de Claudio castro numa bomba semiótica. Pelo menos as balas, bombas e porradas contra o CV não revelam tantas relações perigosas quanto uma investigação sobre o PCC.
quarta-feira, novembro 05, 2025
O dilema Lei vs. Moral da Justiça no fim do mundo em 'Kontinental '25'
quarta-feira, novembro 05, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Depois de explorar o apocalipse silencioso da precarização do trabalho em Não Espere Muito do Fim do Mundo (2023), o diretor romeno Radu Jude retorna ao tema em sua nova comédia de humor negro, Kontinental ’25 (2025). Desta vez, a sátira foca na normalização da gentrificação e da desigualdade na Romênia pós-socialista, acompanhando a crise moral de Orsolya, uma oficial de justiça que testemunha o suicídio de um homem durante uma ação de despejo que ela própria executava. O incidente lança a protagonista numa espiral de culpa, forçando-a a confrontar sua cumplicidade em um sistema difuso e sem rosto, fundado no dilema entre Lei e Moralidade.
terça-feira, novembro 04, 2025
Xandão e judicialização do massacre no Rio; a semiótica do Comando Vermelho; financeirização verde: novo salto mortal do capitalismo
terça-feira, novembro 04, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Depois de Xandão virar o salvador da Democracia brasileira, após a chacina de Cláudio Castro virar bomba semiótica, o paladino do STF pousa no Rio com pompa e circunstância. Para a esquerda, Xandão vai passar um pito e esfregar a boca de Cláudio Castro com sabão. Até uma chacina sangrenta cai na malha da judicialização... que dá mais um nó nas cordas que amarram a práxis política da esquerda. Esse e outros assuntos serão discutidos na Live Extra Cinegnose 360 #107, nessa quarta-feira (05/11), às 18h, no YouTube e Instagram. Para começar, teremos as Conversas Aleatórias: faça suas perguntas e comentários no Chat da Live. O humilde blogueiro promete respondê-las. Depois, a Crítica Midiática: Alexandre de Morais se reúne no Rio com Cláudio Castro – a Judicialização de uma bomba semiótica; Uma questão semiótica: por que o Comando Vermelho deixou o PCC para trás na pauta midiática? COP 30: um espetáculo para esconder a financeirização verde, o novo salto mortal do Capitalismo; PEC da Segurança não pode se transformar em outra oportunidade perdida; Um muçulmano prefeito de Nova York, mesmo depois dos atentados de 2001? Trump: a volta do terror nuclear?
sábado, novembro 01, 2025
Deee-Lite e a cultura clubber; Trump é o superego de Cláudio Castro; "Tropa de Elite" foi o início da crise; Bonner e JN: por que mídia ficou narcísica?
sábado, novembro 01, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Sai PL da Anistia, Bolsonaro, Tarifaço, Soberania e Democracia. Entra Segurança, bala, bomba e porrada! Com a ajuda na hipernormalização do jornalismo corporativo e “pesquisismo” do DataFolha e Atlas Intel, extrema direita vira o jogo semiótico e volta a dominar a pauta midiática com a retórica do Narcoterrorismo. A geopolítica do “Big Stick” de Trump agradece. Esses e muitos outros temas serão discutidos na Live Cinegnose 360 #214, nesse domingo (02/11), às 18h, no YouTube e Instagram. Com Deee-Lite e a subcultura “clubber” do “final da História” na Sessão dos Vinis e CDs. E em seguida, vamos analisar dois filmes: “Casa da Dinamite” (Hollywood normaliza a Guerra Fria 2.0) e “Sirât” (Raves e o deserto como zeitgeist do Século XXI). E depois dos Comentários Aleatórios, a Crítica Midiática: o Caos Semiótico do laboratório social e político do Rio de Janeiro; por que Cláudio Castro detonou uma bomba semiótica? Nietzsche e o Estado de Direito no pesquisismo midiático; Filme “Tropa de Elite” foi o ponto zero da crise da segurança; Chacina do Rio: o ardil da extrema direita e as respostas-clichê da esquerda; a despedida de Bonner do JN: por que mídia ficou tão autoindulgente? E outras bombinhas semióticas!
Já faz muito tempo que é o fim do mundo em 'Sirât'
sábado, novembro 01, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
“Já faz muito tempo que o mundo está acabando”, diz um personagem no filme “Sirât” (2025, Prêmio do Juri em Cannes e indicado pela Espanha ao Oscar de Filme Estrangeiro), de Oliver Laxer e produzido por Almodóvar, que transforma raves e desertos em uma travessia do fim: “Sirât” acompanha uma caravana de corpos e veículos pelo Marrocos em busca de uma última festa — e, talvez, de algo que ainda pareça futuro. Entre batidas eletrônicas, paisagens em Super 16 mm e notícias de uma guerra indeterminada no rádio, o road movie se desloca da aventura para uma meditação lenta sobre morte, perda e luto, onde a rave vira rito coletivo e o deserto, uma catedral vazia do século XXI. No centro da jornada, um pai e um filho procuram a filha desaparecida; ao redor, uma comunidade improvisada tenta dançar enquanto a ponte para o inferno se estreita.
sexta-feira, outubro 31, 2025
A bomba semiótica do caos com timing e sincronismo no Rio
sexta-feira, outubro 31, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Um ato falho ao vivo da Globo News revelou a verdadeira natureza da “Megaoperação” sangrenta no Rio: enquanto imagens de corpos enfileirados na Penha tomavam o ar, a âncora e a equipe tentavam sem êxito contatar o presidente Lula — incomunicável em voo pelo fato de o avião da FAB não dispor de Internet. A ansiedade do jornalismo corporativo só se equipara a do governador Claudio Castro que na primeira coletiva (com a Operação ainda em andamento) já botava a culpa no governo federal. Como se aguardasse o desfecho letal recorde da Operação. Afinal, o principal planejamento das ações policiais foi midiático – uma bomba semiótica, com timing e sincronismo: na ausência de Lula que voltava com uma vitória da Malásia, vésperas da pré-COP30 no Rio e a expressão “terrorismo” reforçada por três fetiches das imagens televisivas: drones-bomba, blindados e GLO. Essa é a nova guerra híbrida dos EUA: sai o lawfare, entra o “big stick” da “guerra ao terrorismo” no quintal geopolítico da América Latina.
terça-feira, outubro 28, 2025
GLO no Rio? Caos semiótico é tática bolsonarista para tomar pauta midiática ; nem grande mídia acreditava na ressurreição de Milei
terça-feira, outubro 28, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Peronistas, esquerdistas brasileiros, cientistas políticos, mídia alternativa e jornalismo corporativo, todos, perplexos com a ressurreição de Javier Milei na eleição parlamentar desse domingo na Argentina. Depois de Trump ter dado uma mãozinha involuntária a Lula, agora foi a vez de Milei. É o dólar, estúpido! Trump garantiu que não faltará dólar aos argentinos, que mandaram o peso às favas. Esse é apenas um spoiler do que discutiremos na Live Extra Cinegnose 360 #106, nessa quarta-feira (29/10), às 18h, no YouTube e Instagram. Que contará com o já tradicional quadro “Conversas Aleatórias”, um bate-papo livre através do chat com o humilde blogueiro. Sobre temas aleatórios. Em seguida, a Crítica Midiática: Claudio Castro e megaoperação contra Comando Vermelho no Rio: a obsessão bolsonarista pela GLO; a “objetividade oportunista” na cobertura do caos no Rio; nem a grande mídia acreditava na ressurreição eleitoral de Milei!; um livro sobre uma oportunidade perdida: A Guerra da TV Pública; Netanyahu acaba com acordo de paz de Trump: culpa do Hamas! Foto de Lula com Trump bate recorde de visualizações: engajamento nas redes é práxis política? E outras bombinhas semióticas!
A normalização da Guerra Fria 2.0 em 'Casa de Dinamite'
terça-feira, outubro 28, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Quando Kathryn Bigelow venceu o Oscar de Melhor Direção por Guerra ao Terror (2008), tornou-se não apenas a primeira mulher a conquistar o prêmio, mas também a cineasta que melhor traduziu os dilemas morais e operacionais da máquina de guerra americana. Para ingressar no campo propagandísticos da normalização ou justificação geopolíticas. Desde então, sua filmografia migrou dos filmes cult — com vampiros errantes, surfistas assaltantes e hackers sensoriais — para o coração do complexo militar-industrial hollywoodiano, onde o realismo técnico e o suspense geopolítico se entrelaçam. Na produção Netflix “Casa de Dinamite” (2025), Bigelow retorna ao campo que a consagrou: um míssil nuclear em rota para os EUA, 15 minutos para reagir, e uma cadeia de decisões que revela não apenas os inimigos externos, mas as rachaduras internas de um sistema de segurança à beira do colapso. Mais do que um filme-catástrofe, sua nova obra é um retrato tenso da “Guerra Fria 2.0” (saem terroristas islâmicos, entram mísseis nucleares) — e da própria diretora, que segue orbitando entre a crítica e a cumplicidade com os bastidores do poder.
sábado, outubro 25, 2025
O cavalo de Troia 'Okotô'; o ardil semiótico do "Big Stick" de Trump; o sincrônico erro de apostila escolar de SP; China de olho na negociação Lula/Trump
sábado, outubro 25, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Make America Great Again! Pelo menos, fazendo voltar o “Big Stick” de Roosevelt. Nem que seja como farsa. Trump tá mal na opinião pública? Então, ameaça invadir a América Latina para combater o “narcoterrorismo” ... Afinal, a mídia vai levar à sério mesmo... Esse é apenas um dos assuntos que vamos discutir na Live Cinegnose 360 #213, no YouTube e, agora, também no Instagram (o Cinegnose foi proscrito do Facebook por “induzir o ódio e a intolerância!”). Na sessão dos vinis e CDs continuamos no underground brasileiro, com o Okotô: o cavalo de Troia da Globalização brasileira. E no Cinema e Audiovisual, uma noite com os zumbis: “Nós Somos Zumbis” (o zumbi explorado e precarizado pelo Capitalismo) e “Juan de los Muertos” (agora, são os zumbis tentam invadir Cuba). Em seguida aos Comentários Aleatórios, vem a Crítica Midiática: o ardil semiótico do “Big Stick” de Trump na América Latina e dos protestos “No Kings”; traficante é vítima? Escorregão discursivo de Lula faz festa da Grande Mídia; um erro sincrônico em apostila escolar da secretaria de educação de SP; Polarização no STF: sintoma do passado ou projeto para a futuro? Ex-embaixador dos EUA confirma Cinegnose: Trump nunca quis saber de Bolsonaro... e outras bombinhas semióticas.
O ardil semiótico de Trump: o "Big Stick" como farsa, América Latina e "No Kings"
sábado, outubro 25, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Se no futebol brasileiro há o velho ditado de que, em tempos de crise na Seleção, basta chamar o Chile para levantar o moral, na política externa dos Estados Unidos sob governos republicanos parece haver uma máxima semelhante: quando a popularidade despenca, chama-se a América Latina. Com bravatas militares, ameaças de intervenção e o velho “big stick” de Roosevelt em punho, Donald Trump reedita a cartilha diversionista de seus antecessores — transformando crises internas em espetáculo geopolítico, enquanto jornalistas se perdem na encenação cinematográfica e o verdadeiro jogo de poder acontece nos bastidores. Enquanto os protestos “No Kings” nos EUA tentam salvar as aparências da “maior democracia do planeta” com o ardil semiótico de figurar Trump como um mero psicopata político que abduziu a “democracia”. E não um subproduto de um sistema eleitoral elitista.
sexta-feira, outubro 24, 2025
O zumbi precarizado e explorado pelo Capitalismo Tardio em 'Nós Somos Zumbis'
sexta-feira, outubro 24, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Em um mundo onde os mortos-vivos já não devoram cérebros dos vivos, mas são tratados como mão de obra descartável em trabalhos precarizados (são chamados de “deficientes vivos”), “Nós Somos Zumbis” (We Are Zombies, 2023), produção franco-canadense dirigida pelo trio canadense François Simard, Anouk Whissell e Yoann-Karl Whissell (os mesmos de Turbo Kid), transforma o apocalipse em sátira social. Uma comédia ácida que reinventa a mitologia zumbi ao retratar uma sociedade que normalizou a presença dos “não-mortos”, expondo com humor e irreverência o zeitgeist do século XXI — da precarização do trabalho à indiferença diante da crise permanente. Um trio de geeks perdedores hackeiam os serviços da Coleman Co. – uma empresa especializada em “aposentar” zumbis, retirando-os das famílias para os colocar em asilos. Mas os planos são outros, mais perversos. O zumbi deixa de ser metáfora do apocalipse e passa a simbolizar populações descartáveis, invisíveis ou exploradas pelo capitalismo tardio.
terça-feira, outubro 21, 2025
A bomba semiótica do Ibama; "In Fux We Trust!"; recorde de empregos no Brasil... pela cartilha neoliberal; Bocardi confirma crítica do Cinegnose
terça-feira, outubro 21, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Depois de um processo de cinco anos, com idas e vindas, o Ibama decidiu AGORA, às vésperas da COP 30, conceder licença ambiental para a Petrobrás pesquisar petróleo na Margem Equatorial brasileira. Se tem timing e sincronismo, é uma BOMBA SEMIÓTICA! Mais uma para tentar reverter o ciclo virtuoso de notícias positivas do Governo Lula. Venha discutir esse e outros assuntos na Live Extra Cinegnose 360 # 105, nessa quarta-feira (22/10/2025), às 18h, no YouTube e agora no Instagram. Vamos começar nossas discussões nas Conversas Aleatórias – o participante pode perguntar e opinar sobre temas aleatórios no Chat. E depois, a Crítica Midiática: A licença ambiental do Ibama à Petrobrás é uma bomba semiótica para constranger Lula na COP 30? Depois de Daniela Lima, é a vez de Rodrigo Bocardi confirmar, em entrevista a podcast, crítica midiática do Cinegnose; o ocaso da Semiótica Nen-Nem: pedágios em SP derretem Tarcisão; China de olho nas negociações do Brasil das suas terras raras com Trump; recorde histórico de empregos no Brasil... mas, seguindo a cartilha neoliberal; o apagão da nuvem da Amazon ameaça também deixar às escuras soberania digital brasileira; “In Fux We Trust”: a estratégia do magistrado para empurrar prisão de Bolsonaro para 2026.
sábado, outubro 18, 2025
'Akira S e As Garotas Que Erraram'; Angélica e a Bomba Semiótica de Barroso; Lula e evangélicos: um milagre? Ninguém matou Odete Roitman
sábado, outubro 18, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Lula fala que é a esquerda que não sabe se comunicar com os “evangélicos”... Será que os neopentecostais da Teologia do Domínio concordam? Ou será que, depois de encontrar uma conexão “química” com Trump, Lula conseguirá o mesmo com o inferno inteiro? Esse e muitos outros assuntos vamos discutir na Live Cinegnose 360 #212, nesse domingo (19/10), às 18h, no YouTube e Facebook. Começando com “Akira S. e As Garotas Que Erraram”: a tecnologia como via underground. E em seguida, vamos discutir/analisar o filme “Mr. K.” (o Hotel como um microcosmo gnóstico e kafkiano). E depois dos Comentários Aleatórios, os Livros do Humilde Blogueiro: Adorno, Jazz, Lazer e cimento social. E na Crítica Midiática: Angélica e a bomba semiótica do ministro Barroso; Depois dos patrões e Congresso, Lula conseguirá negociar com evangélicos? O evangélico preferido de Lula para o STF; Rombo dos Correios e o Reset do Capitalismo; Trump e a crise no Caribe: qual o novo balcão de negócios? Gaza: o gato subiu no telhado.
O ardil da bomba semiótica de Barroso e as viúvas carpideiras do jornalismo corporativo
sábado, outubro 18, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
sexta-feira, outubro 17, 2025
O hotel como um microcosmo kafkiano e gnóstico em 'Mr. K'
sexta-feira, outubro 17, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Desde o Bates Motel do vilão Norman bates no filme "Psicose" de Hitchcock, os hotéis renderam uma longa filmografia do terror ao drama e humor negro – lugares misteriosos, decadentes, habitado por fantasmas, assassinos, golpistas etc. Isso porque os hotéis parecem espaços inerentemente estranhos: um lugar que podemos chamar de lar por um tempo limitado. Mas, mesmo assim, compartilhamos nossa experiência com pessoas que nunca conheceremos. “Mr. K” (2024, disponível na Apple TV), produção europeia dirigida por Talluah Hazekamp Schwab, dá continuidade a esse imaginário com uma interessante combinação entre referências literárias a Kafka e a antiga mitologia gnóstica. A jornada labiríntica e surreal de seu protagonista, um mágico aprisionado em um hotel bizarro e inescapável, serve como uma poderosa alegoria gnóstica. Através de sua atmosfera kafkiana e de seus temas de aprisionamento, busca por conhecimento e a natureza ilusória da realidade, o filme espelha os princípios fundamentais do Gnosticismo.
terça-feira, outubro 14, 2025
A bomba semiótica do STF para Lula; para mídia "Trump costurou acordo de paz"! Sionistas vão demitir mais gente na Globo News?
terça-feira, outubro 14, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Por que o Ministro Luís Roberto Barroso criou uma bomba semiótica para Lula? As viúvas carpideiras do wokeismo da Era Biden na grande mídia despertaram e cobram “representatividade” para nova indicação do presidente Lula ao STF. Depois da estranha aposentadoria antecipada do ministro Barroso. Vamos entender essa nova bomba semiótica pré-eleitoral jogada na opinião pública na Live Extra Cinegnose 360 #104, às 18h, no YouTube e Facebook. Como de hábito, começamos com as Conversas Aleatórias: você participa na Live pelo chat, perguntando ou criticando o humilde blogueiro. Em seguida, a Crítica Midiática: A bomba semiótica do STF: por que essa pressão midiática identitária e de gênero na indicação de Lula ao STF? Vídeo vazado da Globo News: Mônica Waldvogel é o próximo jornalista a ser demitido pelo sionismo? Eleição 2026: é a classe média, estúpido! Contagem regressiva para a guerra mundial: Europa quer confiscar ativos russos para financiar Zelensky! Para o jornalismo corporativo, Trump “costurou um acordo de paz”... “Stablecoin”: a moeda digital para substituir o dólar: Plano Mar-a-Lago; Apagão em oito Estados: até grande mídia admite a contradição das “energias renováveis” no sistema.
sábado, outubro 11, 2025
George Harrison; a paz dos cemitérios de Gaza; o jogo autoindulgente da aposentadoria de Barroso; pesquisismo e a desesperada despolarização
sábado, outubro 11, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
E fez-se a “paz” sobre o canteiro de demolição em que se transformou a Faixa de Gaza. A paz dos cemitérios... Com Gaza “pacificada” e Corina Machado, a “Guaidó de saias”, ganhando o Nobel da Paz (seriamente competindo com Trump!) fecha-se o quadro surreal. Mas com a lógica racional do balcão de negócios em que se transformou a geopolítica norte-americana. Venha discutir esse e outros assuntos na Live Cinegnose 360 # 211, às 18h, no YouTube e Facebook. O tradicional Tijolaço do Domingo. Começando com os CDs e Vinis do Humilde Blogueiro: George Harrison, evolução e ocaso de um beatle silencioso. E depois, vamos analisar o filme “Goat”: o protofascismo do futebol americano se transforma em conto de terror. E após os Comentários Aleatórios, a sessão dos Livros: Junho de 2013 foi uma “Rebelião Fantasma”? E na Crítica Midiática: Gaza, o exato significado da expressão militar “pacificar”; Depois de Gaza, Brasil é o mais novo balcão de negócios de Trump; derrubada da MP do IOF no Congresso reacende a Semiótica Nem-Nem na grande mídia; Pesquisismo ou como os institutos de pesquisas testam candidatos à “Terceira Via”; PEC da Bomba Atômica de Kim Kataguiri e a lógica da apropriação semiótica alt-right; autoindulgência e guerra semiótica da aposentadoria do Ministro Barroso no STF; caiu tarde a ficha de Derrite sobre a PsyOp da crise do metanol... e outras bombinhas semióticas.
Filme 'Goat' transforma protofascismo do futebol americano em conto de terror
sábado, outubro 11, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Um jovem e promissor jogador de futebol americano enfrenta uma semana intensa de treinamentos sob a orientação de seu ídolo, um carismático quarterback que está perto de se aposentar. É possível retirar um conto de terror dessa sinopse? O filme “Goat” (Him, 2025), de Justin Tipping, consegue. Jordan Peele se interessou em produzir esse projeto pela existência de uma lacuna cinematográfica sobre a temática do terror em esportes profissionais. E Peele e Tipping compartilham de uma visão ultracrítica sobre o futebol americano. O slogan promocional de “Goat” (“A Grandeza Exige Sacrifício”) revela a ironia crítica: a conversão do esporte como entretenimento pedagógico para as massas: a celebração da educação pela dor como princípio de uma concepção fascista de vida. Apesar do filme tender para um terror gonzo e slasher que lembra “A Substância”, o filme didaticamente revela os nove traços da personalidade fascista que Theodor Adorno descreveu nos “Estudos Sobre a Personalidade Autoritária”.
quinta-feira, outubro 09, 2025
O balcão de negócios de Trump e a paciência semiótica do jornalismo corporativo
quinta-feira, outubro 09, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
“FLOOD THE ZONE!”, exortou certa vez o estrategista de comunicação Steve Bannon. Inundar a mídia e a opinião pública de tantos fatos e notícias contraditórios que ninguém entenda nada. Principalmente os jornalistas. Mas, aqui no Brasil, parece que essa estratégia atingiu não só a mídia. Inundou também a capacidade cognitiva do Clã Bolsonaro e seus assemelhados que, desesperados e sem entenderem nada, entraram em negação psíquica ao verem Trump em síntese química com Lula. O modus operandi trumpista está para além da ideologia: ele cria crises para transformá-las em balcão de negócios. Enquanto isso, a paciência semiótica do jornalismo corporativo é, mais uma vez, colocada à prova com outra recaída na Síndrome de Dr. Fantástico do governador de SP, Tarcísio de Freitas: emulando seu padrinho político, debochou das mortes por intoxicação de metanol que ocorrem no próprio Estado que governa.
terça-feira, outubro 07, 2025
Cognição do Clã Bolsonaro não entende Trump; Odete Roitman e o zeitgeist; Tarcisão tem nova recaída na "Síndrome de Dr. Fantástico"
terça-feira, outubro 07, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
“FLOOD THE ZONE!”, conclamou certa vez Steve Bannon. Parece que o modus operandi “alt-right” de inundação de notícias contraditórias inundou não só a mídia. Inundou também a capacidade cognitiva do Clã Bolsonaro e seus puxadinhos de extrema-direita que, desesperados e sem entenderem nada, entraram em negação psíquica. Trump não é “ideológico”. Ele é pragmático e estratégico: vê em qualquer oportunidade um balcão de negócios... E aqui no Brasil, as terras raras. Vamos discutir esses e outros assuntos na Live Extra Cinegnose 360 #102, nessa quarta-feira (08/10), às 18h, no YouTube e Facebook. Que começa com as Conversas Aleatórias em que, no Chat, você participa perguntando, comentando ou criticando sobre qualquer assunto... é aleatório! E depois, a Crítica Midiática: Trump e terras raras: nunca foi sobre Bolsonaro e STF! Grande mídia aposta no “ideológico” Marco Rubio; anomalias no caso do metanol; o assassinato de Odete Roitman e os zeitgeist de 1989 e 2025; Tarcisão tem nova recaída na “Síndrome Dr. Stronglove”: haja paciência semiótica para grande mídia! Muito além dos naming rights: Prefeito de SP vende as ruas da cidade; Greta Thunberg, a ativista cancelada... ou... os limites do capitalismo absorver as oposições.
sábado, outubro 04, 2025
Paul McCartney: o cronista de seis décadas; metanol é PsyOp para tipificação de terrorismo? One Piece: como tornar uma guerra híbrida cult
sábado, outubro 04, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Jornalismo precisa ir além das fronteiras da realidade. Precisa ir para o Além. Jornalismo Parapsíquico! Para dar conta de tantas ressurreições. Depois de Temer e Aécio ressurgirem do mundo dos mortos, agora é a vez do Tony Blair vir do Além... também para “pacificar”... Gaza. “Pacificar” também como fez no Iraque, junto com Bush? Esse é um dos assuntos da Live Cinegnose 360 #210, nesse domingo (05/10), às 18h, no YouTube e Facebook. Começando com Paul McCartney, o cronista de seis décadas de cultura pop. Também vamos discutir dois filmes: “Uma Batalha Após a Outra” (hipernormalização é a excelência do entretenimento hollywoodiano) e “A Avaliação” (a distopia de um processo seletivo parental). E depois dos Comentários Aleatórios, a Crítica Midiática: Jornalismo Parapsíquico: da ressurreição de Temer, Aécio e Tony Blair no Plano de Paz para Gaza de Trump, a necessidade de uma camisa de força em Eduardo Bolsonaro quando voltar ao Brasil; o “Freak out” do metanol: por que grande mídia e mídia progressista querem ignorar a causa Crime Organizado? Metanol é uma PsyOp para tipificação de “Terrorismo”? Esquerda descobriu a roda: “Congresso só funciona na pressão popular”; o ocaso de Greta Thunberg; Anime One Piece: como tornar uma Revolução Popular Híbrida cult.
A distopia de um processo seletivo parental em 'A Avaliação'
sábado, outubro 04, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
As mudanças climáticas e pandemia destruíram a maior parte do planeta. E tudo foi colocado na conta da explosão populacional. O que restou da sociedade foi completamente controlado. Principalmente a reprodução humana, sob o controle direto de um Estado totalitário que otimiza a vida, incluindo avaliações de paternidade. Em "A Avaliação" (Assessment, 2025, disponível na Prime Video) um casal bem-sucedido é examinado por uma avaliadora durante sete dias para determinar sua aptidão para ter filhos gerados em fetos artificiais. Uma espécie de “processo seletivo” que parece ter evoluído em algo análogo aos processos seletivos atuais: não se trata mais de avaliar a proficiência, mas as chamadas “competências emocionais” que parecem muito mais ocultar algum ardil ou objetivo secreto. De simples entrevistas, transformam-se em verdadeiro reality shows, com “pegadinhas” para arrancar algum tipo de reação emocional que se volte contra o candidato.
sexta-feira, outubro 03, 2025
Hipernormalização é a excelência hollywoodiana em 'Uma Batalha Após a Outra'
sexta-feira, outubro 03, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Para onde vai a América? Essa questão parece estar incendiando a imaginação de produtores e roteiristas de Hollywood nesses tempos de MAGA e rebeliões Antifa. É nesses momentos que surge a excelência do entretenimento hollywoodiano: filmes de perseguição e histórias de um herói que sempre tenta reconstruir uma família despedaçada. Chamamos isso de “hipernormalização” de cenários sócio-políticos complexos. O filme “Uma Batalha Após a Outra” (One Battle After Another, 2025), o novo épico de Paul Thomas Anderson (“Sangue Negro”, “Vício Inerente”) segue essa receita de Hollywood: quando um Coronel ressurge do Estado Profundo 15 anos depois, um desajeitado ex-revolucionário e seu grupo se reúnem para resgatar a filha das suas mãos. Anderson quer nos enganar: parece que assistiremos a uma saga idealista e inspiradora sobre uma revolução contra um regime totalitário. Mas nos oferece uma um delírio gonzo.
terça-feira, setembro 30, 2025
Aprofundando a química da Semiótica Nem-Nem; metanol e PCC: porque, de novo, Tarcisão fica alarmado com a entrada da PF no caso?
terça-feira, setembro 30, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Uma Live sobre Química: da química semiótica entre Lula e Trump à química fatal do metanol em bares e adegas. É a Live Extra Cinegnose 360 #102, nessa quarta-feira (01/10), às 18h, no YouTube e Facebook. Como todos sabem, nas lives de quarta temos as Conversas Aleatórias: você entra no Chat e faz uma pergunta ou propõe uma tese ou faz um comentário ao humilde blogueiro. E depois, a Crítica Midiática: o caso das bebidas adulteradas com metanol: vingança do PCC aterrorizando a classe média? Tarcísio convoca coletiva às pressas depois do Governo colocar PF no caso do metanol: por que SP está tão preocupada com federalização do caso? Como no caso da execução do ex-delegado em Praia Grande/SP? Tarcisão diz que não quer a presidência... e a Globo não aceita! Grande mídia admite fracasso do governo Milei... pelos motivos errados; a semiótica da química: aprofundando a Semiótica Nem-Nem; Lula negociador ou “poliana”?... Lula quer mostrar a Trump o plano bolsonarista para assassiná-lo; o ardil semiótico de Trump sem filtro: EUA anunciam fim do militarismo “politicamente correto”. E outras bombinhas semióticas.
sábado, setembro 27, 2025
Syd Barret: o espectro do psicodelismo; como serão as Lava Jatos do futuro? O ardil semiótico da "química" entre Trump e Lula
sábado, setembro 27, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
O que há em comum nesses três personagens da foto acima que deixaram todos perplexos na Assembleia Geral da ONU nessa semana? Se quer saber, venha participar da Live Cinegnose 360 #209 (o “Tijolaço do Domingo”). Sim! Nesse domingo (28/09), às 18h, no YouTube e Facebook. Começando com a sessão dos Vinis e CDs com Syd Barret: do espectro da psicodelia da “Swinging London” para o fantasma que assombra a cultura pop. Depois vamos para o Cinema e Audiovisual com o filme “A Longa Marcha: Caminhe ou Morra” (a adaptação do profético primeiro livro de Stephen King). E de pois dos Comentários Aleatórios, a sessão dos Livros do Humilde Blogueiro: como um texto de Freud influenciou a Comunicação do século XX. E na Crítica Midiática: o ardil da Semiótica Nem-Nem na “química” de Trump com Lula; Os novos lances das aventuras semióticas midiáticas pré-eleitorais; Do lawfare à guerra ao terrorismo: como serão as “Lava Jatos” do futuro; UFOS na Dinamarca: como Trump induz a Europa a se atirar no abismo; Eleição na FIESP prepara os patos do futuro; O Feitiço do Tempo, depois de Temer e Aécio: Lula agora é “competitivo e favorito”.
sexta-feira, setembro 26, 2025
Drops News: as aventuras semióticas da grande mídia em ano pré-eleitoral
sexta-feira, setembro 26, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
quinta-feira, setembro 25, 2025
'A Longa Marcha - Caminhe ou Morra': a adaptação do profético livro de Stephen King
quinta-feira, setembro 25, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Toda as manhãs acordamos com os contos motivacionais dos telejornais sobre pessoas que venceram com foco e resiliência. Porém, ainda vivemos em tempos nos quais essas pílulas de otimismo resolvem. Imagine em um futuro distópico em que uma América em depressão econômica precise de algo mais do que pérolas motivacionais na TV. Mas de uma competição em que os perdedores, que por algum motivo abandonam a prova, sejam literalmente punidos com um tiro mortal. Para levantar o moral da Nação e elevar o Produto Interno Bruto. Esse é o futuro imaginado por Stephen King, e adaptado por Francis Lawrence (“Jogos Mortais”), em “A Longa Marcha – Caminhe ou Morra” (The Long Walk, 2025). Um grupo de adolescentes participa de um concurso anual transmitido ao vivo, no qual eles devem caminhar em uma velocidade constante ou levar um tiro mortal por soldados que acompanham os competidores. O timing da adaptação ao cinema da primeira obra de Stephen King é perfeito: os EUA estão à beira de uma distopia muito próxima da ficção do mestre do terror.
quarta-feira, setembro 24, 2025
As aventuras semióticas em um ano pré-eleitoral
quarta-feira, setembro 24, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Que Trump é um agente do caos, todos já sabemos: a engenharia do caos é a essência da comunicação alt-right. “Flood the Zone!”, como sintetizou Steve Bannon: inundar a mídia com acontecimentos comunicacionais desconexos como jogo diversionista. Que muitas vezes nem a própria extrema-direita brasileira consegue entender. Do tarifaço ao discurso na ONU em que admitiu que rolou uma “química" entre ele e Lula, parece que Trump tirou o Governo brasileiro das cordas e deu de bandeja as armas semióticas que faltavam: a defesa da Soberania, Multilateralismo, ajudou a colocar as esquerdas nas ruas etc. Das milhões de visualizações do vídeo de Nikolas Ferreira, no início do ano, ao discurso de Lula na ONU da última terça-feira, testemunhamos uma verdadeira aventura semiótica num ano pré-eleitoral – o jogo da comunicação que parecia ganho para a extrema-direita até Trump embaralhar as cartas, obrigando a grande mídia a recalcular rotas e fazer o bolsonarismo aceitar a fórceps o jogo da despolarização cobrado pela banca financeira.
sábado, setembro 20, 2025
David Sanborn: smooth jazz e capitalismo; PCC é a "Laranja Mecânica"; Revolta no Nepal foi síndrome de abstinência das redes?
sábado, setembro 20, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Primeiro, era um tabu a mídia enunciar suas iniciais. Depois, virou uma bomba semiótica enunciar livremente no jornalismo corporativo, para depois a extrema-direita associá-lo ao PT... Agora, o PCC virou uma “Laranja Mecânica”: por fagocitose está engolfando as polícias militares e civis, a Faria Lima e... o Congresso, com a PEC da Blindagem. Esse é apenas um dos assuntos que vamos debater no tijolaço de domingo, a Live Cinegnose 360 #208, nesse domingo (21/09), às 18h, no YouTube e Facebook. Vamos começar falando sobre as mutações do sax do jazz ao rock com David Sanborn: do Free Jazz ao Smooth Jazz - capitalismo e cotidiano. Depois, vamos analisar dois filmes: “The Actor” (a amnésia é um momentâneo esquecimento das falas de um roteiro chamado sociedade) e “Holland” (O novíssimo gótico americano hiper-real). E depois dos Comentários Aleatórios, a Crítica Midiática: O “Feitiço do Tempo”: Aécio e Temer de volta para “pacificar”; PCC na política: o diversionismo da PL da Dosimetria; PCC na Economia: de avião a lanchas de luxo, a lavagem de dinheiro; PCC na Polícia: anomalias na execução de ex-delegado em Praia Grande/SP; Nepal e bloqueio das redes: revolta por síndrome de abstinência de dopamina barata? Brizola com sinais trocados: Trump ameaça caçar licenças de TV. E outras bombinhas semióticas.
sexta-feira, setembro 19, 2025
O novíssimo gótico americano hiper-real no filme 'Holland'
sexta-feira, setembro 19, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Há um fenômeno curioso no Meio-Oeste americano, a chamada “América Profunda”: a criação de enclaves temáticos que buscam replicar um ideal europeu higienizado – de cidades com nomes de capitais europeias a parques temáticos. Uma nação com uma relação mal resolvida com sua própria identidade. Elas representam uma fuga da complexidade e da violência da história americana em direção a um passado europeu imaginado, um simulacro de autenticidade. A produção Prime Video, “Holland” (2025), dirigido por Mimi Cave, é um exemplo de história sobre “segredos por trás de cercas de madeira”. Ambientada em Holland (Michigan), uma cidade que emula paisagens holandesas hiper-reais com festivais de tulipas e réplicas de moinhos de vento e vilarejos europeus, oculta adultério e crimes em série. É o novíssimo gótico americano: a verdadeira arquitetura do horror não reside em porões escuros ou figuras monstruosas, mas na precisão milimétrica de uma maquete e na fachada de tulipas de uma "América Profunda" que sonha em ser Europa.
Amnésia é o momentâneo esquecimento das falas do roteiro chamado "Sociedade" em 'The Actor'
sexta-feira, setembro 19, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Comparar a Política e os políticos a atores em um palco de teatro é uma tese clássica da Ciência Política. Mas sugerir que as convenções e papéis sociais seriam roteiros com linhas de diálogos de uma gigantesca produção teatral chamada Sociedade é o tema de um subgênero gnóstico no cinema, de filmes como “Quero Ser John Malkovich” e “Sinédoque, Nova York”. “The Actor” (2025), estreia de Duke Johnson (colaborador no filme de Charlie Kaufman “Anomalisa”), é mais um exemplo onírico e ambíguo – um interessante mix gnóstico-noir no qual a amnésia é o tema principal: após sofrer um traumatismo craniano contundente, um ator de teatro acorda em um hospital sem nenhuma lembrança de sua vida passada e até mesmo com dificuldade para se lembrar dos mínimos detalhes de suas experiências diárias. E se a amnésia for um momentâneo esquecimento das linhas de diálogo de um roteiro criado por algum produtor da sociedade?
terça-feira, setembro 16, 2025
PCC será o "Estado Profundo" brasileiro? A recuperação semiótica da camiseta da CBF; STF, "defensor da democracia", libera escolas cívico-militares
terça-feira, setembro 16, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Um “case” de sucesso... com “foco e resiliência” sobreviveu ao Massacre do Carandiru, em 1992, e se tornou a maior multinacional brasileira! E literalmente segue o manual neoliberal: elimina (a bala) qualquer decisão do Estado de mexer na liberdade do mercado... como o PCC na Praia Grande/SP. Mantendo a nossa fleugma de ironia e cinismo, vamos discutir esse e outros assuntos na Live Extra Cinegnose 360 #101, nessa quarta-feira (17/09), às 18h, no Youtube e Facebook. Começando com a Conversas Aleatórias, retomando algumas questões da edição anterior. E depois, A Crítica Midiática do meio da semana: PCC será o Estado Profundo brasileiro? Qual a versão mais confortável que a grande mídia conta sobre a execução do ex-delegado na Praia Grande pelo PCC; PCC e crime organizado: subprodutos da Ditadura Militar; Copa do Mundo Feminina: o resgate semiótico da camisa amarela da CBF; PEC da blindagem e PL da Anistia: porque o crime organizado está tão interessado na política; Charlie Kirk: as fissuras no MAGA; Futebol brasileiro acompanha o modelo exportador de commodities da economia; Milei: criticado pelos motivos errados; STF guardiões da Constituição? Plenária libera escolas cívico-militares em SP; De Gaza à Riviera do Mediterrâneo: por que Alemanha bloqueia sanções na União Europeia contra Israel?
sábado, setembro 13, 2025
'Marillion'; Bolsonaro queimou? Mídia foca agora no INSS; a mais-valia semiótica da condenação do STF; mitologia Charlie Kirk; Nepal está "colorido"?
sábado, setembro 13, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Como esperado, o fusível Bolsonaro queimou para ser reciclado na semiótica Nem-Nem... Enquanto Trump está ocupado construindo sua própria mitologia com o assassinato de Charlie Kirk: não satisfeito com inimigos externos, ele também precisa criar inimigos internos. Venha discutir esses e outros temas no Tijolaço de Domingo: Live Cinegnose 360 #207, nesse domingo (14/09), às 18h, no YouTube e Facebook. Vamos começar com o neoprogressivo da banda Marillion: por que a síntese criativa da banda passou despercebida no Brasil? Depois, vamos discutir o filme “Bunker” (quando o horror de H.P. Lovecraft foi o nosso futuro). E na sessão dos livros do humilde blogueiro, Dietmar Kamper e a “Caverna Orbital de Imagens”. E na Crítica Midiática: o plano do golpe e o 8/1: causalidade jurídica ou política? Inteligência Artificial no Direito e o “Data Dump”: vai acontecer no Direito o mesmo fenômeno das plataformas de streaming no Cinema? Charlie Kirk: por que Trump precisa criar tantos inimigos? Rei morto, Rei posto: Bolsonaro queimou? Foca agora no INSS! Nepal: alerta de revolução colorida! Bolsonaro condenado? Estadão e The Guardian veem futuro pessimista. Drones russos sobre a Polônia? União Europeia se humilha chamar a atenção de Trump. E outras bombinhas semióticas que explodam até as 18h.
sexta-feira, setembro 12, 2025
O horror cósmico Lovecraftiano foi o nosso futuro no filme 'Bunker'
sexta-feira, setembro 12, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Guerras e campos de batalhas por si só já são aterrorizantes. São poucos os filmes que acrescentam o elemento sobrenatural na conflagração militar. “Bunker” (2022) narra um contexto bem particular das terríveis guerras de trincheiras da I Guerra Mundial - péssimas condições sanitárias, lama, ratos e parasitas, que resultavam em doenças e sofrimento numa batalha estagnada. um grupo de soldados se encontra preso em um pequeno e claustrofóbico bunker. Enquanto esperam pelo resgate, eles começam a vivenciar estranhos eventos sobrenaturais. Mas de um horror bem particular: o horror cósmico Lovecraftiano que dá um significado simbólico – o início da “Era dos Extremos” do séculos XX e XXI em que a moralidade, dignidade e ética dos velhos campos de batalha são substituídos pela “guerra total”, amoral e tecnológica. Somente o horror cósmico de H.P. Lovecraft para representar esse novo mundo amoral e indiferente que estava surgindo.
quarta-feira, setembro 10, 2025
Arena Itaquerão + Avenida Paulista = Guerra Híbrida
quarta-feira, setembro 10, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
Como todos sabemos, não existem coincidências em Política. Principalmente em Semiótica. O que existem são “coincidências significativas”, sincronismos. Não há como passar desapercebido o sincronismo entre uma bandeira gigantesca dos EUA estendida no gramado da Arena Itaquerão do Corinthians, em evento da NFL na sexta-feira, e, 48 horas depois, a mesma ou análoga bandeira do tamanho de uma quadra de basquete estendida pelo ato pró Anistia na Avenida Paulista. Pouco importa se é a mesma e a prefeitura (que promoveu e bancou o evento de futebol americano) de Ricardo Nunes cedeu o pavilhão norte-americano para os seus apoiadores políticos no domingo. O que importa é a “coincidência significativa” reforçada pelo jornal New York Times: “bandeira americana é o novo símbolo da direita brasileira”. E também da classe média, para o qual foi voltado o evento da NFL – setores médios que apoiam o militarismo para solucionar a própria disforia. Enquanto isso, o telecatch do julgamento da “trama golpista” no STF é voltado para desmobilizar a esquerda através da Judicialização da política. A guerra híbrida brasileira foi ativada.
terça-feira, setembro 09, 2025
Centésima Live Extra! A bandeira dos EUA e guerra híbrida em SP; o ardil semiótico da "Orcrim" pelo STF; EUA respeitarão resultados das eleições 2026?
terça-feira, setembro 09, 2025
Wilson Roberto Vieira Ferreira
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Será que A MESMA bandeira gigantesca dos EUA usada na Arena Corinthians, em evento da NFL, 48 horas depois foi usada na Avenida Paulista em ato pró Anistia dos bolsonaristas? Será que testemunhamos uma “ativação” de Guerra Híbrida? Vamos discutir também esse tema na Live Extra Cinegnose 360 #100, nessa quarta-feira (10/09), às 18h, no YouTube e Facebook. Nessa Live especial, da CENTÉSIMA edição, vamos começar com as costumeiras e trepidantes Conversas Aleatórias – você pergunta e discute com o humilde blogueiro no Chat. E depois, a Crítica Midiática do meio da semana: Favela do Moinho: Prefeitura de SP usa a mesma estratégia de Netanyahu em Gaza para gentrificar o Centro; o Telecatch do julgamento da “Trama Golpista”: o ardil semiótico de denominar “Núcleo do Golpe” em “Organização Criminosa”; NFL no Itaquerão e ato na Avenida Paulista: a “ativação” da guerra híbrida; “In Fux We Trust”: o fio da esperança bolsonarista (e da grande mídia?); surra eleitoral de Milei na Argentina: grande mídia cria os motivos errados; Brasil não toma lado do conflito EUA X Venezuela. EUA reconhecerá resultado das eleições brasileiras de 2026?

















































![Bombas Semióticas na Guerra Híbrida Brasileira (2013-2016): Por que aquilo deu nisso? por [Wilson Roberto Vieira Ferreira]](https://m.media-amazon.com/images/I/41OVdKuGcML.jpg)




