Por que o presente se tornou tão tóxico? Em busca de respostas para os sintomas colaterais das redes sociais, o cinema recente tem promovido uma verdadeira autópsia do início do século XXI. No visceral “The Plague” (2025), o diretor Charlie Polinger utiliza o cenário de um acampamento de polo aquático em 2003 não como um refúgio nostálgico, mas como um laboratório freudiano. Ao transformar o bullying adolescente em um terror atmosférico, o filme revela que o "cancelamento" e o ostracismo digital não são subprodutos da tecnologia, mas heranças de uma mecânica primitiva de grupo que as Big Techs apenas aprenderam a monetizar. “The Plague” serve como um espelho sombrio: o problema nunca foi apenas a ferramenta digital, mas o que sempre fomos capazes de fazer uns com os outros quando o grupo exige um bode expiatório.
sexta-feira, fevereiro 13, 2026
Wilson Roberto Vieira Ferreira





















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