terça-feira, março 24, 2026

O ardil das "desculpas" e do "erro" da GloboNews; Xandão libera Bolsonaro para comitê eleitoral; Agenda Pânico Moral: misoginia vira crime racial


O suposto pedido de desculpas ou admissão do “erro” da jornalista Andreia Sadi para o powerpoint das conexões Vorcaro é o ápice do “colonismo”, modus operandi do atual jornalismo que transforma o “erro” numa retroalimentação semiótica para a extrema-direita – a parte do espectro político que restou para a grande mídia e Faria Lima em ano eleitoral. Esse é o principal tema da Live Extra Cinegnose 360 #120, nessa quarta-feira (25/03), às 18h, no YouTube e Facebook. Que tem as Conversas Aleatórias, nosso trepidante quadro em que você faz qualquer pergunta ou comentário sobre qualquer assunto para o humilde blogueiro. E na Crítica Midiática: Caso powerpoint GloboNews: como Globo transforma seus jornalistas em Kamikases semióticos; o ardil das desculpas de Andreia Sadi; a “saída Leão da Montanha” de Trump no Oriente Médio; Xandão libera Bolsonaro para comitê eleitoral do filho; Agenda Pânico Moral: feminicídio vira epidemia e misoginia vira crime racial; Cadê os correspondentes brasileiros ao vivo de Israel?

Jornalismo de "colonismo" pariu o Powerpoint da GloboNews



O autoelogio de “O Globo” ao reforçar seu time de colunistas para as eleições de 2026 acende um alerta sobre o modus operandi da grande mídia brasileira: a consolidação do "colonismo" como ferramenta de disputa de narrativa. Através de relações promíscuas com fontes em off e da estética da hiper-realidade, figuras como Andreia Sadi operam bombas semióticas que atingem a percepção do público antes mesmo que qualquer crítica racional possa ser formulada. Como o tosco powerpoint da GloboNews sobre as conexões de Vorcaro, emulando aqueles murais de investigação criminal comum na ficção policial das plataformas de streaming. O resultado é um cenário onde o erro técnico serve de álibi para a manutenção de um antipetismo latente, imune a desmentidos e profundamente eficaz na retroalimentação da extrema-direita.

segunda-feira, março 23, 2026

Nova régua da educação: SinproSP oferece curso sobre Letramento Midiático com Wilson Ferreira


Olhamos, mas não vemos; enxergamos, mas não entendemos. É a partir desse diagnóstico sobre o analfabetismo funcional midiático que a Escola de Professores do SinproSP inicia, nessa quinta-feira (26/03), o curso “Alfabetização Visual, Audiovisual e Letramento Midiático”, ministrado por esse humilde blogueiro, colunista do Jornal GGN e editor do Canal Cinegnose 360 do YouTube. Com aulas síncronas e assíncronas, o curso busca combater o fenômeno do analfabetismo funcional midiático (e suas consequências políticas e educacionais), discutindo desde a desinformação até os vieses algorítmicos. Antecipando-se à grande mudança global do PISA, que a partir de 2029 passará a avaliar o letramento midiático com o mesmo peso de disciplinas tradicionais da base curricular. Uma nova régua para a educação. As inscrições já estão abertas no site do sindicato, com gratuidade para professores associados.

sábado, março 21, 2026

Está no ar o Clipando #5: Letramento Midiático, ECA Digital e Adultização


Esse humilde blogueiro está editando e apresentando o programa "Clipando, o clipping comentado da educação", no canal YouTube do Sinpro Santos - Sindicato dos Professores de Santos e Região. O objetivo desse programa é ir para além de um clipping de notícias tradicional de assessoria de imprensa: fazer um monitoramento e seleção de notícias relativas à área de atuação profissional. Além disso, o Clipando pretende fazer uma reflexão buscando conexões entre as notícias e repercussões interdisciplinares. Principalmente no espaço de atuação das professoras e professores: a sala de aula. 

Cornell Dupree; o powerpoint canastrão da GloboNews; Lollapalooza e capitalismo de choque; a reversão irônica da delação de Vorcaro



O infame Powerpoint do Dallagnol acabou entrando no folclore político e no inconsciente coletivo dos brasileiros... Por isso, no atual cenário de Lava Jato 2.0 com o “Escândalo Master” (sem a palavra “banco”, por favor!) só teria que ter um Powerpoint do Dallagnol 2.0... Agora vintage, com barbantes e canastrice: emula os filmes policiais de detetives do Netflix. Esse é um dos assuntos do tijolaço do domingo, a Live Cinegnose #231, nesse domingo (22/03), às 18h, no YouTube e Facebook. Com Cornell Dupree na sessão dos vinis e CDs: um herói esquecido do blues ao fusion. Depois, vamos discutir o filme “A Noiva!” (o fantasma da ressignificação pós-moderna) e “S1mone” (IA e a agenda Hollywood). E quando os Comentários Aleatórios acabarem, entra a Crítica Midiática: diante da Lava Jato 2.0, Governo repete a velha inércia da comunicação petista; Vorcaro e a estratégia semiótica alt-right da reversão irônica; o fetiche da regulamentação: ECA Digital, SUS e viciados em Bets; Lollapalooza e o Capitalismo de Choque; Cuba é a piece de resistance de Trump; Coronel Farinazzo: como a esquerda deve falar com militares... e outras bombinhas semióticas.

sexta-feira, março 20, 2026

O fantasma de Mary Shelley ressignificada assombra o século XXI em "A Noiva!"

 

Se o pós-modernismo do século XX foi uma "colcha de retalhos" de referências estéticas, o século XXI inaugurou a era da ressignificação profunda: o passado agora não é apenas citado, mas recrutado para dar voz às urgências do presente. Como a figura do monstro de Frankenstein em "A Noiva!" (The Bride! 2026). A direção de Maggie Gyllenhaal abraça essa obsessão contemporânea ao transformar a icônica e silenciosa criatura de 1935 ("A Noiva de Frankenstein") em um manifesto punk e visceral sobre autonomia. Entre o fantasma de Mary Shelley e uma Chicago dominada por gângsteres, o longa abandona o papel da "noiva-recompensa" para projetar temas como o burnout da perfeição e a soberania corporal, provando que, na filmografia atual, o clássico de 1818 tornou-se a antessala definitiva para as ansiedades de gênero da nossa era.

quarta-feira, março 18, 2026

Cadê o "banco" que estava aqui? Oriente Médio e Banco Master viram bomba semiótica de ano eleitoral; Tá ruim na guerra? Então, bomba no Líbano!



Sabemos que o capitalismo financeiro é muito cônscio da sua imagem diante da sociedade. Então, será que acompanhamos uma estratégia semiótica de poupar a imagem da Faria Lima sumindo com a palavra “banco” de muitas manchetes? “Caso Master”, “Escândalo Master”... Cadê a palavra “banco”? Esse é um dos temas da Live Extra Cinegnose 360 #119, nessa quarta-feira (18/03), às 18h, no YouTube e Facebook. Que inicia com os trepidantes Comentários Aleatórios. Para depois, a Crítica Midiática: Escândalo Banco Master vira bomba semiótica das maldades eleitorais: da dissonância cognitiva ao material condutor para o Planalto: o “filho do rapaz”, Lulinha; Netanyahu e Trump dão uma mãozinha para a alt-right brasileira: o aumento do diesel e a possível greve dos caminhoneiros; de laranja do narcotráfico à lavagem de dinheiro: o que a supressão da palavra “banco” nas manchetes quer esconder; Pedagogia do medo em ação: militares se aproveitam da crise do STF; Guerra no Oriente Médio tá ruim para EUA e Israel? Então, bombardeia o Líbano para dar boas imagens midiáticas... e outras bombinhas semióticas!

sábado, março 14, 2026

O Math Rock de 'Angine de Poitrine'; bomba semiótica do pesquisismo chega ao Banco Master; Globo e Vorcaro: tudo a ver; manipulações gestálticas no Oriente Médio



O “pesquisismo” que agora chega ao escândalo financeiro de Daniel Vorcaro explica porque um banco de terceira grandeza no mercado como o Master tomou a agenda midiática, superando até o conflito no Oriente Médio: contaminar Lula e desconstruir o Judiciário num ano eleitoral que promete ser cheio de maldades. Esse é um dos temas que discutiremos no tradicional “tijolaço de domingo”, a Live Cinegnose 360 #230, nesse domingo (15/03), às 18h, no YouTube e Facebook. Começamos diretamente de Quebéc, Canadá, com o “Math Rock” do duo “Angine de Poitrine”, nos Vinis e CDs: uma das representações mais viscerais do zeitgeist do século XXI. Depois, vamos conversar sobre um clássico de Roman Polanski ignorado pela crítica: o filme “Lua de Fel”. Medo e Esperança na sessão dos Livros, com o filósofo Byung-Chul Han. E na Crítica Midiática: qual as conexões entre “O Agente Secreto” no Oscar, Marco Rubio e PCC, a visita do assessor de Trump a Bolsonaro e uma entrevista com o ministro Haddad? Pesquisismo chega ao escândalo do Banco Master: é ano eleitoral, estúpido! O velho roteiro da corrupção está de volta, surpreendendo esse humilde blogueiro; Jornalismo corporativo que transformar Vorcaro numa grande dissonância cognitiva; Como a Globo turbinou os negócios de Vorcaro; manipulações gestálticas na cobertura da guerra no Oriente Médio; Trump cai na armadilha iraniana da guerra de desgaste assimétrica.

sábado, março 07, 2026

Nina Hagen: a fissura na Guerra Fria; como os áudios de um falastrão deram tração à Lava Jato 2.0; Trump vai por botas americanas no Irã?


Quem ainda duvidava que a política brasileira parecia coisa de filme, deixou de duvidar. Os documentos e gravações de trocas de mensagens vazadas da PF revelam um Daniel Vorcaro falastrão, que se gabava de ser íntimo do poder com a namorada e que dizia ter um “Sicário” que supostamente monitorava informações de desafetos na PF e até FBI. E que iria “quebrar todos os dentes” do “colonista” Lauro Jardim de O Globo...  Pois é...  áudios de um tagarela que queria impressionar a namorada influencer viraram o start da nova Lava Jato. Para atingir em cheio o STF e respingar o sangue em Lula. Bem-vindo a esse thriller que discutiremos na Live Cinegnose #229, nesse domingo (08/03), às 18h, no YouTube e Facebook. Que começa com uma fissura na Guerra Fria dos anos 1980: Nina Hagen, a “Madrinha do Punk”. Em seguida, vamos revisitar a série “Breaking Bad” (a jornada alquímica de redenção no submundo do narcotráfico). E depois dos trepidantes Comentários Aleatórios, os Livros do Humilde blogueiro: Huizinga e Sennett: o que o brincar na infância tem a ver com a esfera pública adulta? E na Crítica Midiática: Sicário, ou como a realidade copia a ficção; Trump colocará botas de soldados americanos no Irã? O desespero midiático de colar um escândalo no Lula; Datafolha: Flávio se consolida e empata com Lula no 2º turno: é o tautismo midiático, estúpido! E outras bombinhas semióticas.

sábado, fevereiro 28, 2026

Monty Alexander: o "Bad Bunny" do Jazz; a Terceira Guerra Mundial está logo ali; bombas semióticas: a do Pânico Moral e da Marielle Franco



Começou a Terceira Guerra Mundial? Depois de perderem a Venezuela, Rússia e China aceitarão também perder o Irã no xadrez geopolítico? Irã resistirá, iniciando uma guerra de desgaste para Trump e Netanyahu? Será que os aiatolás detonarão a economia global numa retaliação fechando o Estreito de Ormuz e bombardeando bases americanas da região? Vamos responder a essas e outras questões na Live Cinegnose 360 #228, nesse domingo (01/03), às 18h, no YouTube e Facebook. Que começa com mais jazz: Monty Alexander – o “Bad Bunny” do jazz da Era Reagan. Na sessão do cinema e audiovisual, o sci-fi ucraniano “Você é o Universo” (o cosmos vira cenário para a angústia existencial) e a esquecida série de TV dos anos 1970 “The Ghost Busters” no qual se baseou o blockbuster de 1984“Ghostbusters”. E mais Comentários Aleatórios. E na Crítica Midiática: a quebra de sigilo do filho de Lula, o “Lulinha”, e o ápice da agenda midiática do Pânico Moral; Irã X Trump: num ano eleitoral, a Terceira Guerra Mundial vai sobrar para Lula? Trump ataca Irã de olho na China; Fim da escala 6 X 1 é bomba semiótica diversionista; como é morar perto de um Data Center? A bomba semiótica da condenação dos mandantes da execução de Marielle Franco. E mais bombas semióticas!

Agenda midiática do Pânico Moral vai canibalizar ano eleitoral



O ano de 2026 mal começou e a 'Guerra de Narrativas' já atingiu o volume máximo. Entre a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva e o barulho em torno de verbas públicas para o Carnaval, emerge uma estratégia clara: a consolidação de uma agenda de Pânico Moral. Ao 'empilhar' notícias sobre feminicídios, falhas judiciais sobre condenados de estupro, assédios, insegurança pública e escândalos de corrupção, a grande mídia não apenas informa, mas molda o campo de batalha eleitoral, trocando o debate econômico pelo medo visceral — um terreno onde a extrema direita joga em casa. Esqueça o PIB ou a inflação; em 2026, o cardápio servido pelo jornalismo corporativo é regado a escândalos morais, crimes bárbaros e manobras parlamentares duvidosas. A pauta do Pânico Moral canibaliza a realidade econômica e o medo e ódio voltam a ser a principal moeda política.

sexta-feira, fevereiro 27, 2026

'Você é o Universo': no século XXI, o cosmos vira cenário da angústia existencial



Se no auge da Guerra Fria o espaço era o território da conquista e do triunfo da engenhosidade humana, o cinema do século XXI parece ter transformado o cosmos no cenário definitivo da angústia existencial. Entre o vazio do Universo infinito e a liberdade aterradora do indivíduo finito descrita pelo filósofo Kierkegaard, surge o filme ucraniano “Você é o Universo” (Ty – Kosmos, 2024). Mais do que uma ficção científica de baixo orçamento, a obra de Pavlo Ostrikov utiliza a explosão literal da Terra para espelhar as cicatrizes reais de uma Ucrânia em guerra e a solidão hiperconectada da era pós-pandêmica, provando que a busca pelo 'outro' é a única bússola possível diante do abismo.

terça-feira, fevereiro 24, 2026

Quem ganha com a agenda midiática do Pânico Moral? Vão prender a Malu Gaspar? O timing geopolítico da violência do narcotráfico no México


O jornalismo corporativo começou o ano empilhando notícias sobre feminicídios, assédio, especialistas discutindo relações conjugais tóxicas e magistrados que punem e absolvem condenados por estupros. Sem falar de notícias sobre maus tratos de animais... Até a cobertura internacional é influenciada por essa agenda. A AGENDA DO PÂNICO MORAL. Que se junta a outros temas recorrentes, formando um tripé midiático: corrupção e o tema da ética na desconstrução do Judiciário. Por quê? Em ano eleitoral isso dá no que discutir. Então, vamos discutir juntos na Live Extra Cinegnose 360 #118, nessa quarta-feira (25/02), às 18h, no YouTube e Facebook. Como sempre, começando com as trepidantes Conversas Aleatórias. E na Crítica Midiática: quem ganha com a Agenda do Pânico Moral? A “colonista” Malu Gaspar pode ser presa? Flávio Bolsonaro: não tem tu, vai tu mesmo! Timing: EUA ajudam a matar líder do narcotráfico e criam onda de violência no México quando Sheinbaum promete ponte humanitária a Cuba; Jornalismo da Globo toma mais chineladas de entrevistados; CEO da Enel diz que “só Jesus” para resolver apagões de SP... e outras bombinhas semióticas.

sábado, fevereiro 21, 2026

Jazz com Art Blakey e Marsalis; a blindagem terrivelmente evangélica do Masters; a demolição diária do Judiciário com a Lava Jato 2.0



Assistimos ao vivo, na TV e redes sociais, o processo rápido de demolição do STF e da judicialização que já deu!... foi útil no Mensalão, Lava Jato e para envernizar o golpe militar híbrido com Bolsonaro presidente. Mas agora, a grande mídia prepara-se para a Lava Jato 2.0, evitando que o caso Banco Master crie uma metástase na República, com o modus operandi que conhecemos: muita indignação seletiva e dissonâncias cognitivas. Venha discutir esse e outros temas na Live Cinegnose 360 #227 desse domingo (22/02), às 18h, no YouTube e Facebook. Na sessão dos vinis e CDs voltamos ao jazz com Art Blakey e Wynton Marsalis: como a cultura Yuppie ressignificou a crise do Jazz. Depois, vamos discutir o filme “Kombucha”: o burnout e a metáfora do corpo colonizado. Passando pelos Comentários Aleatórios, chegamos à sessão dos livros: “Tecnoconservadorismo e o Brasil Paralelo”. E na Crítica Midiática: Agora grande mídia blinda a blindagem de Mendonça ao caso Banco Master; a demolição diária do Judiciário ao vivo na mídia; Epstein Files e o ex-príncipe Andrew: como se livrar da laranja podre para manter o cesto; Argentina e Brasil: lá e cá, a destruição dos direitos trabalhistas... mas só falta uma coisa; Bad Bunny no Brasil virou o embaixador do Império; Trump ameaça Irã... mas Irã fala apenas em apresentar esboço de acordo nuclear aos EUA em ‘dois ou três dias’: por que a calma dos aiatolás?

sexta-feira, fevereiro 20, 2026

Da engrenagem à fermentação: o burnout e a metáfora do corpo colonizado em 'Kombucha'



Se no século XX o cinema nos alertava sobre o perigo de sermos esmagados pelas engrenagens industriais e corporativas do Capitalismo, o século XXI revela um horror muito mais íntimo e invasivo: a colonização da nossa própria biologia. O filme “Kombucha” (2025), de Jake Myers, eleva a metáfora da exploração corporativa ao limite do visceral, transformando o "bem-estar" do escritório em um pesadelo de body horror. Ao fundir a sátira ácida de “The Office” com a filosofia da "Sociedade do Cansaço" de Byung-Chul Han ao melhor estilo Cronenberguiano, o longa demonstra que, na era do desempenho, a empresa não quer apenas que você "vista a camisa" — ela quer fermentar a sua alma e transformar sua individualidade em uma cultura simbiótica a serviço do lucro.

terça-feira, fevereiro 17, 2026

Samba-enredo de Lula é abre-alas da Lava Jato 2.0? Desconstrução e diversionismo no vazamento de dados no STF; pós-meritocracia vira pop no carnaval



Escola de samba que homenageou Lula recebeu verba pública da Embratur? Carmem Lúcia viu as “frestas na festa”? TCU vai achar a máquina pública por trás da Acadêmicos de Niterói? Homenagem a Lula foi um tiro no pé? Será que Dick Vigarista e Mutley estão por trás de toda armação? Não percam as respostas para essas e outras perguntas na Live Extra Cinegnose 360 #117, nessa quarta-feira (18/02), às 18h, no YouTube e Facebook. Faça as primeiras perguntas no quadro “Conversas Aleatórias”. E depois, a Crítica Midiática: pesquisa Quaest revela: redes sociais superam a TV como fonte de informação do brasileiro. Mas a grande mídia não fala nada; Pós-meritocracia: apresentador réu por golpe do Pix vira figura pop no carnaval; Geração Z consome menos cerveja no carnaval; Continua a desconstrução da judicialização e diversionismo contra o escândalo do Banco Master: o vazamento dos dados dos ministros do STF; Paulo Kliass: Povo não come PIB; Cargill X índios do Rio Tapajós: a hipocrisia climática numa economia de comodities; Lula no samba-enredo é abre-alas para a Lava Jato 2.0.

sábado, fevereiro 14, 2026

'Jenni Sex': por que revival Dark Wave? Lava Jato 2, a Missão: do massacre de Toffoli ao samba-enredo sobre Lula, a defesa midiática do legado



Nesse domingo, a Live Cinegnose 360 será o túmulo do samba... o Carnaval está rolando, mas o jornalismo corporativo não para com a sua histérica defesa do legado da Lava Jato. Depois de dias batendo bumbo, a grande mídia conseguiu: tirou Dias Toffoli da relatoria do caso Banco Master, entregou para um ministro bolsonarista e, de quebra, começa aa mirar no Xandão... o cheiro de sangue faz a mídia esquecer que Xandão é o vingador da “trama golpista”! Vamos discutir esse e outros temas na Live Cinegnose 360 #226, nesse domingo (15/02), às 18h, no YouTube e Facebook. Que esquece do Carnaval com o trio paulistano Jenni Sex: o porquê do revival do pós-punk e dark wave no pop mundial e na cena alternativa brasileira. Depois, vamos discutir o filme “The Plague”: por que o presente se tornou tão tóxico? Em seguida, Comentários Aleatórios e o Livro do Humilde Blogueiro: a cápsula do tempo do livro “Digital Delirium” de Arthur Kroker. E na Crítica Midiática: o massacre midiático de Toffoli, sentindo o gosto do próprio veneno... Xandão é o próximo! Lava Jato 2, A Missão: Carmem Lúcia e o samba-enredo da Acadêmicos de Niterói; Cuba é a nova Gaza para Trump: é Marco Rubio presidente, estúpido! Bad Bunny, Mutantes e Guerra Híbrida; Grande mídia brasileira oculta protestos na Argentina. E outras  bombas semióticas de Carnaval!

sexta-feira, fevereiro 13, 2026

'The Plague': por que o presente se tornou tão tóxico? Freud talvez explique


Por que o presente se tornou tão tóxico? Em busca de respostas para os sintomas colaterais das redes sociais, o cinema recente tem promovido uma verdadeira autópsia do início do século XXI. No visceral “The Plague” (2025), o diretor Charlie Polinger utiliza o cenário de um acampamento de polo aquático em 2003 não como um refúgio nostálgico, mas como um laboratório freudiano. Ao transformar o bullying adolescente em um terror atmosférico, o filme revela que o "cancelamento" e o ostracismo digital não são subprodutos da tecnologia, mas heranças de uma mecânica primitiva de grupo que as Big Techs apenas aprenderam a monetizar. “The Plague” serve como um espelho sombrio: o problema nunca foi apenas a ferramenta digital, mas o que sempre fomos capazes de fazer uns com os outros quando o grupo exige um bode expiatório.

quinta-feira, fevereiro 12, 2026

Bananas, "haciendas", Mutantes e Bad Bunny na guerra híbrida



Entre o "Cantor de Mambo" dos Mutantes em 1972 e a apoteose de Bad Bunny no Super Bowl em 2026, a percepção crítica da intelectualidade brasileira parece ter sofrido uma curiosa involução. Enquanto a Tropicália identificava na estética das bananas e das "haciendas" uma paródia do controle geopolítico norte-americano, o progressismo atual celebra o espetáculo da indústria cultural como uma vitória política, ignorando que a cenografia do "quintal ideal" dos EUA continua intacta — apenas devidamente atualizada pelo verniz do empreendedorismo neoliberal. A performance de Bad Bunny, longe de ser um manifesto de ruptura, reafirma o fetiche da "hacienda" colonial e expõe uma esquerda carente de heróis, que hoje confunde a reafirmação de estereótipos com resistência política e soberania cultural.  

terça-feira, fevereiro 10, 2026

Bananas e Haciendas no Superbowl: o quintal perfeito dos EUA; Epstein/Chomsky: a miséria da academia; Tarcisão, "o sensato", no Carnaval



“Parece até o Brasil!”, exclamou emblematicamente um locutor brasileiro enquanto narrava o “Halftime Show” do cantor porto-riquenho de reggaeton Bad Bunny, no Superbowl. Desfilando diante de uma cenografia de bananeiras, latifúndios de cana, “Haciendas” e quiosques vendendo “latinidade” para turistas. E tinha razão: estava ali a síntese do que os EUA imaginam como DEVE SER o seu quintal colonial latino-americano perfeito. Enquanto, da grande mídia à esquerda midiatizada brasileira, celebra-se a “coragem” do cantor desafiar Trump e o ICE... Esse é um dos principais temas da Live Extra Cinegnose 360 #116, nessa quarta-feira (11/02/2026), às 18h, no YouTube e Facebook.  Com as trepidantes Conversas Aleatórias (pergunte e comente qualquer assunto no chat com o humilde blogueiro) e a Crítica Midiática:  uma análise semiótico-política do “Halftime Show” de Bad Bunny; o Enigma Epstein/Chomsky: a miséria da intelectualidade acadêmica; As aventuras brasileiras no “Epstein Files”; Sequestro midiático do Governo: BC fecha contrato com Datena; Enquanto esquerda discute escala 6X1, STF liquida com a Justiça do Trabalho; Tumulto no carnaval de SP: a dobradinha Tarcisão/Ricardo Nunes, com  grande mídia vendo “a boa notícia”; Banco Master é carta coringa para jornalismo corporativo. VENHA TAMBÉM PARTICIPAR!

Tecnologia do Blogger.

 
Design by Free WordPress Themes | Bloggerized by Lasantha - Premium Blogger Themes | Bluehost Review