“Se a sua marca fosse
uma pessoa, como ela seria?... E a sua personalidade?”. A partir dessa
pergunta, os marqueteiros especializados no chamado “Brand Persona” definem a
“essência” de uma marca: Volvo? É “seguro”... Lamborghini? É “exótico”...
Disneylândia? É “mágico”. E como seria a Organização Globo, principalmente após
a decisão da Comissão de Direitos Humanos da ONU para que Lula possa exercer
seus direitos políticos enquanto estiver na prisão? Entre simplesmente ignorar
a notícia e, depois, rebaixá-la a “fake news” (sob o silêncio das agências
“hipsters” de checagem), se a Globo fosse uma pessoa, estaria com sérios
sintomas de esquizofrenia midiática e formações reativas psíquicas que vão de
“negação” a “transbordamento”. Um malabarismo jornalístico somente possível pela fragmentação da divisão
dos blocos de notícias em seus telejornais que agora não apenas tenta ocultar
fatos. Mas também esconde a própria esquizofrenia midiática: como em um
momento ser a favor... e em outro ficar contra?
quarta-feira, agosto 22, 2018
Wilson Roberto Vieira Ferreira


































